Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
E que a humildade esteja no coração das pessoas!
Saber que somos bons, porém falhos em outros quesitos, saber reconhecer a qualidade do próximo e enxergar o quão merecedor ele é por suas vitórias!
Humilde pra reconhecer que erra e mais ainda pra pedir perdão!
E pra muita gente
"A dúvida é uma ponte entre o que somos hoje e o que nos tornaremos amanhã." ...mas o destino acabará por selar aquilo que de fato queremos! É preciso querer muito algo, acreditar ser possível, dar cada passo em direção ao caminho escolhido e deixar as dúvidas de lado. Primeiro querer, depois conquistar. Tudo é possível. A força está ali, dentro de cada um...podemos tentar "emprestar" essa força aos outros, mas uma mudança só ocorre à alguém quando a certeza brotar dentro dela! São muitas pontes, muitos caminhos, mas o querer deve estar claro...
Imperfeitos
Somos, quase sempre, contraditórios. Pedimos muitas vezes para não sermos julgados, mas julgamos. Exigimos respeito, mas selecionamos a dedo os merecedores do nosso. Tendemos a dizer, com certa constância, que daquele “mal” ou atitude não sofremos ou carecemos, mas nem sempre é assim. Admitimos com facilidade os erros dos outros, já o nosso... Dificultamos o perdão, impondo a ele condições que não cumpriríamos. Aceitamos o orgulho, quando nosso, mas renegamos o alheio. Queremos que as pessoas sejam elas mesmas, desde que se comportem como esperamos. E muito mais...
Ainda não entendemos. Não descobrimos o que é isso aqui... Talvez seja essa nossa maior dificuldade, o medo entranhado no desconhecimento do que é viver num mundo que não é só nosso. A dificuldade em aceitar que ainda estamos sendo “feitos” e nunca estaremos “prontos”. Pois então, se assim for, pratiquemos compreensão. Antes mesmo de buscarmos uma evolução própria, melhorando nossos atributos, vamos tentar entender e aceitar os defeitos e até mesmo qualidades de outrem, independente de nós mesmos. Mal somos capazes de nos moldar, que dirá os outros.
somos escravos de nossas rotinas, e as vezes elas distanciam-nos, mas amigos de vdd, são unidos por vínculos, que estão além da distância e do tempo...
Vivemos num mundo com prazo de validade. Somos os detentores desta fugaz ampulheta, e somente nossas mãos são capazes de arredar ou não as areias do tempo. Devemos não apenas incorporar uma mentalidade esperançosa de futuro, com preservação e desenvolvimento ambiental, mas também passar o aprendizado adiante, estimulando esta sensibilidade às novas gerações.
O verde é a cor da esperança, o caminho para o futuro.
Porque somos todos humanos devemos ter todos os recursos necessários para produzir coletivamente nossa vida e decidir coletivamente o que fazer com os produtos do nosso trabalho.
Na vida somos que nem um barco a deriva, levados circunstancialmente para mares com águas claras ou turvas. Por mais que tenhamos cautela nas decisões, somos fatalmente atacados pelas agressivas ondas.
Tem gente que vem para o mundo se achando o dono dele, mas desculpe por informar que somos apenas inquilinos.
Atualmente a informação rápida é uma realidade entre nós. Somos consumidores de coisas novas dia após dia. Imprensa oficial, imprensa marrom, blogs, tudo tem alguma coisa que desperta nossa atenção. Pode ser uma coisa boa e um problema ao mesmo tempo. Assim como a última notícia, aquela frase, aquela ideia, aquele escrito que poderia ser usado para promover aos poucos uma mudança suave ou radical nos sentimentos e atitudes que carregamos uma vida inteira, é vista assim, como uma notícia, que vai ser esquecida pela próxima notícia ou curiosidade que tenhamos. Sabemos que ninguém muda do dia para a noite sem algum tipo de perseverança. Acompanhar tudo de forma rápida e superficial nos torna da mesma forma: rápidos e superficiais. Raros os que refletem: parece que a próxima opinião vem recheada com um milagre. Desça desse trem e aprecie a paisagem.
Somos livres para pensar qualquer coisa, fazer qualquer coisa - mesmo abomináveis - desde que seja em detrimento de nós mesmos. A partir do momento que nossas ações atingem outras pessoas, que não tem nada a ver pelo que somos, temos que ter certeza que somente nós somos responsáveis por essa tragédia. O que o outro é, não pode definir quem podemos ser.
