Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Ninguém é culpado por ser diferente de outra pessoa. Mas sempre será culpado quando simula que é igual à outra, pois que tira desta o direito de escolha.
Chegará o tempo, em que quando mais precisar, ninguém ajudará, mas Deus colocará pessoas estranhas com coração enorme para ajudar.
Ninguém cresce quando as coisas são fáceis. Só cresceremos quando enfrentarmos os desafios desse mundo caído.
(...) Nem tudo merece nosso esforço,
ninguém ama sozinha, não gosto
de metades, quando como limpo
o prato e não aceito restos nem
migalhas. Estou me refazendo
do mal que me fez, deste amor
que só me fez sofrer, me senti
no chão,pisada, feriu meu coração
com suas mentiras, juras de amor.
Agora me sinto livre, para refazer
meus passos, minha vida. Amor
quando é amor, luta, vai atrás,
procura, liga, ama e não trai.
Minha melhor versão não é a que todos veem, mas a que eu construo quando ninguém está olhando. Neste 8 de março, meu brinde é para a minha liberdade e para a força que me trouxe até aqui. O futuro é um rastro de perfume que só eu sei onde vai chegar
Durante toda a minha vida você esteve ao meu lado quando ninguém me apoiou,
Todas essas luzes não podem me cegar,
Com seu amor, ninguém pode me derrubar,
Ninguém, ninguém,
Ninguém pode me derrubar [...]
Quando o Ninja assume o compromisso da missão, nada nem ninguém o fará parar. O código Shinobi não permite retrocessos.
Existe uma luxúria na autocensura. Quando nos culpamos, sentimos que ninguém mais tem o direito de nos culpar.
A presença de Deus na sua vida, não deixa ninguém roubar a sua paz, e o teu sonho, e quando deitar, e coloca a cabeça sobre o travesseiro, logo pega no sono, e dorme tranquilo, porque a presença de Deus te guarda!!!
A liberdade só se manifesta quando não há mais ninguém externo para servir de bode expiatório para a nossa infelicidade ou o fim da história. Enquanto a sombra da culpa for projetada, estaremos presos na escuridão de um luto que não nos pertence.
"A evolução mais bonita é aquela que você não posta; é a que você sente quando ninguém está olhando."
NINGUÉM MAIS NAMORA AS DEUSAS
MULHERES
Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo.
Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha?
As mulheres não são mais para amar; nem para casar. São para "ver".
Que nos prometem elas, com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones?
Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados...
As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura.
Os machos estão com medo das "mulheres-liquidificador".
O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas ou irmãs almejam ser (meu Deus!), é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "Valentina", a "Barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão.
Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há.
Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos do mesmo narcisismo de mercado que as criou.
Ou, então, reprodutores como o Zafir, para o Robô-Xuxa.
A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres.
Ilusão à toa.
A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: Superobjetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.
São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades.
Mas, diante delas, o homem normal tem medo.
Elas são "areia demais para qualquer caminhãozinho".
Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens.
Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.
Não há mais o grande "conquistador".
Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeur, babando por deusas impossíveis.
Ah, que saudades dos tempos das bundinhas e peitinhos "normais" e "disponíveis"...
Pois bem, com certeza a televisão tem criado "sonhos de consumo" descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor (eu).
Mas ainda existem mulheres de verdade.
Mulheres que sabem se valorizar e valorizar o que tem "dentro de casa", o seu trabalho.
E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir um gosto pela música, pela cultura, pela família, sem medo de parecer um "chato" ou um "cara metido a intelectual".
Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas.
Mulheres que adoram receber cartas, bilhetinhos (ou e-mails) românticos!!
Escutar no som do carro, aquela fitinha velha dos Beegees ou um cd do Kenny G (parece meio breguinha)...mas é tão boooom namorar escutando estas musiquinhas tranquilas!!!
Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" o papo deve ser do tipo:
-"meu"... o meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil!."
-"Ah "meu"..o meu personal Trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nunca vou precisar de plástica". E a música???
Só se for o "último sucesso (????)" dos Travessos ou "Chama-chuva..." e o "Vai serginho"???...
Mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixem que criem estereótipos!!
Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza!!
Curta seu corpo de acordo com sua idade, silicone é coisa de americana que não possui a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E se os seus namorados e maridos pedirem para vocês "malharem" e ficarem iguais à Feiticeira, fiquem... igual a feiticeira dos seriados de Tv:
Façam-os sumirem da sua vida!
Nota: A autoria tem vindo a ser atribuída erroneamente a Arnaldo Jabor, e que foi desmentida pelo próprio no artigo "Blogs, twitter, Orkut e outros buracos", publicado no site "O Tempo", em 03/11/2009. O texto aparece com o título "Ninguém ousa namorar as deusas do sexo" na Folha de S. Paulo, em 21 de Setembro de 1999.
...Mais"Entendi que por mais que a gente planeje o nosso destino, ele sempre tem outros planos para nós;
Entendi que todo relacionamento é uma aposta e se a gente não apostar a gente não vive;
Entendi que a gente pode mudar sem deixar de ser quem a gente é;
Entendi que a vida é uma viagem e que o mais importante não é quanto temos no bolso… o que importa mesmo é a companhia, dinheiro é muito importante sim mas não é tudo."
"A arte encanta a todos, assim são as danças que encantam as que produz, sejam elas em sua pluralidade. Essas danças se inovam e seguem a corrente migratória da imaginação dançante e de sua arte milenar"
"Dance, encante até que o corpo não canse, pois quem dança inventa, recria movimentos, não se amarra ao tradicionalismo, e se firma no espaço e no tempo, e ainda se consolida no contemporâneo, perpassa, no que é antigo e se consolida no que encanta a nossa própria dança".
"Quem dança e ama dançar, não precisa da técnica propriamente dita, apenas sentir a música, elevar o pensamento para que o corpo possa sentir o tilintar das vibrações cósmicas e celestiais, e produzir uma dança tão perfeita, assim ela se torna uma técnica propriamente dita a minha e a sua dança se fundem e se faz uma nova dança",
