Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Devemos proceder com rigor epistemológico: aquilo que não é afirmado de maneira categórica nas Escrituras não deve ser elevado ao status de verdade revelada, mas sim tratado no âmbito da mera especulação, até que uma evidência sólida e incontestável nos obrigue a reconhecer a sua realidade.
AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“A solidão não é ausência de vozes, mas a convivência íntima com aquilo que insiste em nos observar por dentro.”
Deus só protege aquilo que está no propósito dEle. Aquilo que não está no Seu propósito Deus não protege.
Seria muito mais cômodo divulgar apenas aquilo que eu sou a favor, do que denunciar aquilo que eu sou contra. Mas como não desejo ser vomitado da boca de Jesus
(Ap 3.15-16) por ser morno (isentão), para mim isso nunca será uma possiblidade.
Aquilo que o calvinismo chama de "mistério", nada mais é que contradição doutrinária. O mistério é algo incompreensível, que não pode ser clarificado ou compreendido plenamente pela mente humana, ao passo que a contradição é incoerente, algo sem sentido. No calvinismo esses dois conceitos se tornaram sinônimos, numa tentativa insana de explicar o absurdo.
Nenhum pregador pode ser verdadeiro, se aquilo que ele prega não está fundamentado na palavra de Deus. É anátema o pregador que distorce o que as Escrituras afirmam.
Calvinistas insistem em afirmar erroneamente que Deus só conhece aquilo que Ele determina. Além de ser um erro teológico primário, pois faz do Deus Atemporal um prisioneiro do tempo, ainda é um ataque absurdo a Onisciência Divina.
"Nada. Coisa nenhuma...
Pode ser melhor
Mais doce e mais belo...
Do que aquilo que chamamos nosso."
"Viver não é ser como um robô que é apenas programado para fazer isto ou aquilo... Viver é explorar o que as nossas capacidades podem alcançar; quer dizer ser livre e pensar, praticar novas coisas que não estamos habituados a fazer, assim você contribui para uma vida rodeada de afazeres deixando a mediocridade para trás."
"A felicidade é acreditar que aquilo que você tem é melhor do que aquilo que os outros dizem que você tem que conquistar."
