Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Sou uma incógnita nesse mundo, buscando desvendar aquilo
que sou, meu eu, meu destino, minha missão...
Você pode escutar perfeitamente errado aquilo o que é dito, só vai depender da forma você ouve e interpreta as palavras.
Desistiria de tudo, deixava isso e aquilo pra depois, daria a volta no mundo, iria só com a roupa do corpo, sem bagagem e sem dinheiro, sem avisar, sem me importar com o depois. Só com o coração na mão pra te dizer: ele ainda é seu.
“O Que É Sucesso?”
Às vezes, chamamos de sucesso…
aquilo que nos afasta de Deus.
Chamamos de vitória,
o que, no fundo, é uma perda silenciosa da essência.
Celebramos conquistas externas,
enquanto, por dentro, algo se apaga.
Nem tudo que brilha é luz.
Nem todo caminho alto é certo.
Nem toda multidão aponta na direção certa.
Ter sucesso naquilo que Deus reprova… é fracasso.
Um fracasso que pode até aplaudir por fora,
mas que chora no silêncio da consciência.
Porque não adianta vencer o mundo
e perder o céu.
Não adianta ter tudo
e esquecer de quem te deu o fôlego.
Há uma diferença entre “ser grande”
e “ser inteiro”.
Entre ser notado
e ser aprovado por Deus.
O verdadeiro sucesso tem a ver com paz.
Com propósito.
Com coerência entre o que você vive
e o que você crê.
Então, respire fundo.
Reflita com sinceridade:
— O que você tem chamado de vitória…
Deus chamaria também?
Porque no fim,
o que vale não é o que os olhos veem,
mas o que a alma carrega.
E sucesso de verdade…
é não se perder de Deus no caminho.
Dê para aqueles que lhes odeiam, aquilo que vos alimenta. Lembre-se, presas são abatidas em busca do seu próprio alimento.
A cada dia, descubra com novas informações, que aquilo que se aprende tem novas camadas a serem agregadas para ser uma verdade responsável, que vai contribuir para uma comunidade melhor, um país onde impere a harmonia e o orgulho de a ele pertencer. Uma verdade não é definitiva. É o processo de conhecimento que vai tornando a verdade capaz de contribuir para que o homem viva melhor no mundo.
No consumismo desenfreado
E no entretenimento barato
Buscamos aquilo que nos foi tirado
Mas nunca será encontrado
É a ausência presente
Que nos mata:
De saudade por querer
Aquilo que, de tão distante,
É praticamente impossível
De obter.
É a presença da ausência
Que nos consome:
Faz do presentea ânsia pelo passado
A dor dilacerante, que machuca,
Por algo que nos foi tirado.
É o ausente
Que vive em três dimensões:
No passado, quando deprime;
No futuro, quando preocupa; e
No presente, ao ser ausente.
Era díficil admitir esse sentimento. Ou uma emoção?
Estava dominada por aquilo, presa em uma cela fria e escura. Sem qualquer raio quente repousando sob meus ombros.
A ironia de tudo isso: eu ainda tinha a esperança de sair dali. Das correntes caírem e eu correr dali, correr, apenas correr sem olhar para trás.
"Entre ser amigo ou namorado, desistir ou resistir, escolho aquilo que faz o coração bater com verdade mesmo que doa, mesmo que demore."
Aprecio as estrelas... não apenas por sua beleza silente, mas por aquilo que simbolizam: a doce ilusão da permanência. Embora saiba que estão em perpétua agonia, consumindo-se em esplendores terminais, ainda assim parecem eternas aos olhos de quem, da Terra, as contempla. Lá do alto, brilham com uma serenidade que desmente o caos de sua essência. Enquanto os mundos se desfazem, os deuses se calam e os mortais esmorecem como brumas ao vento, as estrelas seguem cintilando, indiferentes à finitude que nos devora. E é nesse cenário celeste que me permito sonhar... sonhar que o tempo cessa, que os amores não fenecem, que os instantes ternos permanecem suspensos no véu da eternidade. Porque, ao fitá-las, sinto como se tudo aquilo que me é caro — um olhar, um gesto, uma memória — pudesse resistir ao tempo, envolto na luz serena de um firmamento que não se apaga.
Nestas letras que manobro
que bons santos me protejam
para poder pagar em dobro
tudo aquilo que me desejam.
Chamo de "falta de emoção" aquilo que ainda não sei nomear.
É uma presença vazia, um sentimento sem forma, sem cor, sem raiz.
Não sei de onde vem, tampouco o que quer me dizer. Só sei que se instala. Silenciosamente.
E fico esperando que passe, como se a alma respirasse por impulso até que outro sentimento mais forte venha e ocupe seu lugar.
No meio desse vácuo, me torno mais analítica.
Começo a observar o mundo com olhos mais calmos, como se tudo ao redor pudesse me ensinar algo sobre mim.
Foi assim que reparei em meu gato.
E nele vi, não um animal de estimação, mas um reflexo.
Demorei a tê-lo. Não por falta de vontade, mas por resistência alheia.
Quando finalmente chegou, entendi de imediato por que sempre o desejei.
Gatos são estranhos à espera.
Amam a rotina.
Buscam afeto, mas apenas quando o silêncio pesa demais.
Percebi que éramos semelhantes.
Sou alguém que demorou a entender o que é afeto.
Guardo sentimentos em caixas seladas, como quem tenta proteger o mundo do que sente.
Mas quando a caixa cai, o estrago é incêndio: tudo arde de uma vez só.
Gatos, ao menos, não fingem.
Eles sentem e demonstram.
Se querem carinho, pedem.
Se algo muda sem aviso, se retraem.
Mas quando estão bem, vibram com uma intensidade que ninguém consegue conter.
São fiéis à própria natureza.
Talvez meu gato seja assim porque herdou a minha essência.
Talvez ele apenas a reflita com mais pureza.
Ele me ensina, com cada olhar e cada silêncio, a ser mais sincera com o que habita em mim.
E é aí que reside a beleza:
na humildade de aprender com o improvável.
Na coragem de admitir que a vida nos ensina pelos cantos.
E que crescer é, muitas vezes, parar de tentar entender tudo e apenas sentir.
Afinal, somos eternos aprendizes.
E o mundo, uma sala de aula infinita.
Aprendemos nos gestos mínimos.
E crescemos quando deixamos o orgulho ceder lugar à verdade.
Esse é o caminho:
ver com a alma,
sentir com o espírito,
e reconhecer, na simplicidade, a grandeza de viver.
"Do calor auroral das suas auras,
faz-se aquilo na hora incerta,
buscando equalizar nas saudações
o pulso exato do tempo."
As pessoas acordam um dia e de repente já não almejam aquilo que foi a sua maior motivação ontem. Nós os humanos somos eternos insatisfeitos.
O conselho de hoje é: não coloque toda sua energia em coisas que desvanecem
A memória não se restringe apenas àquilo que lembramos, mas a tudo aquilo que o tempo nos permitiu preservar como legado. Ela nem sempre nasce do afeto, do consenso, como afirma Halbwachs, mas das relações de poder que atribuem a memória novos significados. Já a história, que figura no tempo como antítese da memória, sujeita-se à vontade de quem a seleciona, de quem a escreve. Assim, nessa relação dialógica entre a memória e a história, cabe ao espírito inquieto do pesquisador penetrar os silêncios, questionar os vestígios e avaliar tudo aquilo que a história legitimou como digno de permanecer em arquivos, bibliotecas e museus nacionais.
