Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Nós somos apenas homens, atraídos para agir em nome da vingança que julgamos ser a justiça, gerando mais vingança... Forjando o primeiro elo da cadeia de ódio.
Não somos mais aqueles cujo amor
imaginou a juventude eterna.
Hoje, idosos, os corpos sem calor...
O fogo da paixão agora hiberna.
Somente o amor, essa visão interna
consegue ainda ver todo o esplendor
da convivência cada vez mais terna
em saudades diárias a compor
e recompor, história por história,
as imagens dos dias consumidos
a fim de preservar mútua memória.
Mesmo que restem fatos esquecidos,
no turbilhão da vida transitória,
jamais se perderão, porque vividos.
Talvez o objetivo hoje em dia não seja descobrir o que somos, mas sim rejeitar o que somos.
Erros?
Todos nós cometemos!
Acertos?
Todos nós tentamos!
Perdão?
Não somos todos nós que perdoamos, mas somos todos nós que queremos ser perdoados!
Não somos o que pensamos e sentimos. Isso se refere ao ego. Somos o silêncio interior que nada diz, e tudo é!
Não somos anjos nem demônios, somos apenas meros humanos fracos que não são capazes de salvar nem uma criança indefesa.
Humanos são fracos e morrem facilmente. Mas não importa o quão fracos somos, não importa o quanto somos torturados, não importa quanta dor sentimos, nós ainda queremos viver.
Quem somos nós, realmente? Todos temos nossa vida pública, nossa vida privada... e nossa vida secreta, a que te define.
Somos almas parecidas
mas separadas pela vida
Dois coração apaixonados
condenados a viver separados
Um destino cruel
devastador
Viver assim separado
do seu grande amor
[...] Hoje eu sei que intersomos, interconectados com tudo que existe. Somos um só corpo e uma só vida. Estamos em rede. Na rede de Indra, feita de raios luminosos e em cada intersecção uma jóia recebendo e emitindo raios em todas as direções.
Hoje eu sei que somos co responsáveis pela realidade em que vivemos, pelo mundo em que estamos e que não adianta reclamar, é preciso agir para transformar. [...]
Enquanto sofremos, somos poderosamente erguidos pela esperança, porque a Escritura nos encoraja com as mais suaves promessas e ricas consolações que a fé ensina.
Nosso maior medo não é o de sermos incapazes.
Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos.
É nossa luz e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa?
Na verdade, por que não?
Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo ou os nossos filhos.
Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado.
Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la.
Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.
