Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
“A água é consciência em movimento. Ela não vê fronteiras, não reconhece rótulos, credos ou distinções. Silenciosa e sagrada, ela penetra o corpo do humilde e do poderoso com a mesma reverência. Desde o primeiro batimento do coração até o último suspiro, a água nos guia. É som, é memória, é cura. Quando partimos, é ela quem sobe aos céus como névoa, levando consigo um fragmento da nossa história vibracional."
Dra Zaika Capita
Às vezes, a maior transformação não é aquela que o mundo vê.
É aquela que acontece em silêncio — e muda tudo.
No céu
estradas
traçadas
pela fumaça
do bafo do avião.
Quem passeia
por elas
vê as estrelas
brilhando
no chão?
“A Luz sempre brilhou. O que falta não é o 'Ouro', mas abrir os olhos para vê-lo. Você está aberto para a Luz?”
“A verdadeira pureza vem da retidão interior; quem vive com a consciência limpa e alinhada à verdade não teme a presença de Deus, porque nada dentro de si precisa ser ocultado.”
Terra-Mulher
A Terra sangra em silêncio, como a mulher que cala o grito. Desmatam-lhe os seios verdes, como quem arranca o abrigo.
Árvores irmãs separadas, como filhas em cárcere doméstico. O machado é verbo cruel, que fere sem dialético.
O ar, antes canto de vida, agora é voz maldita, soprando tortura invisível na mente que se agita.
A seca é prisão da essência, privatizam o ser, o sentir. A água, que era ventre livre, já não sabe mais parir.
Ordenham sem consentimento, deixam-na na mão errada. O leite vira lucro sujo, a alma, moeda trocada.
Rios contaminados choram, como corpos invadidos à força. O falo doentio penetra, sem amor, sem remorso, sem corsa.
E a carne — ah, a carne vendida — tem preço, tem código, tem dor. Como o corpo da mulher na vitrine, sem nome, sem alma, sem cor.
Mas há fogo sob a pele da Terra, há raiz que resiste ao corte. Há mulher que se levanta inteira, mesmo depois da morte.
Luiz Gonzaga dizia:
A minha vida é andar por esse país, pra vê se um dia descanso feliz.
Apud:
A minha vida é andar por esses países, pra vê se um dia […]
Nordestino não descansa.
Feliz nordestino é.
Cada linha de expressão em meu rosto são caminhos que percorri e cada ruga são marcas da vida que venci.
Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.
Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.
A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.
E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.
Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.
O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.
Preencha seu dia com fé —
daquela que não depende do que se vê.
Coloque amor no que faz,
esperança no que sonha
e delicadeza no que espera.
Deus age até no silêncio.
E o que Ele está preparando pra você
chegará no tempo certo.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Há coisas que a gente sente, mas não vê.
E nem por isso deixam de pesar, ferir ou confundir.
Às vezes, o que mais cansa não é o que acontece,
mas o que vibra no silêncio ao nosso redor.
Por isso, que os ventos levem o que não é bênção.
Que os olhos se fechem ao que tenta ferir a paz.
E que o coração se proteja de tudo aquilo que, mesmo sem nome, nos rouba o sossego.
Que tudo aquilo que não vem do bem…
simplesmente não encontre morada.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Entregar os planos a Deus é como andar por um caminho florido com os olhos fechados…
Você não vê cada passo,
mas sente a paz de quem sabe que está sendo guiada.
Confia.
O que hoje parece pausa,
amanhã será direção.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
O céu, a brisa, as árvores e as coisas boas da vida. É isso que interessa, e o resto? Bem... as vezes é melhor deixar que seja só o resto!
O homem vê fragmentos.
O sábio enxerga conexões.
Tudo parece disperso: poder, tecnologia, religião, dinheiro, ciência.
Mas por trás do visível há padrões.
Não é o mapa que liga tudo.
É a mente que aprende a discernir.
Quem não entende os sistemas chama de mistério.
Quem entende os princípios chama de ordem.
Impérios sobem e caem.
Tecnologias mudam.
Narrativas se transformam.
Mas as leis que regem o poder permanecem:
Conhecimento gera influência.
Influência gera controle.
Consciência gera liberdade.
O verdadeiro despertar não é coletivo.
É interior.
Quem domina a si mesmo não teme elites.
Quem compreende os ciclos não se desespera.
Quem busca sabedoria antes da força governa com equilíbrio.
Pois mais valiosa que qualquer mapa é a mente treinada.
E mais poderosa que qualquer sistema é a consciência disciplinada.
Assim age o sábio.
O homem que se vê às portas do inferno, já não lhe cobrem véus — e é então que se revela, nu, diante de si mesmo.
Onde o Meu Coração Criou Raiz
Não são os traços, nem as cores que o mundo vê,
É o mistério sagrado de simplesmente ser você.
Sem que eu percebesse, sem pedir licença ou lugar,
Você fez morada onde ninguém mais soube chegar.
Meu peito, que antes seguia o vento e a razão,
Hoje é cativo voluntário da sua mansidão.
Estou preso, sim, mas com a liberdade de quem ama,
Como o rio que se entrega à força de quem o chama.
É um encanto que não se explica, apenas se sente,
Um laço invisível que nos une eternamente.
Você é a doce alegria que desatou meus nós,
E fez o silêncio do mundo se calar diante de nós.
Se meu coração hoje bate, é por sua direção,
Minha linda mulher, minha mais doce rendição.
"Amar é encontrar a liberdade dentro do abraço de alguém."
-------------- Eliana Angel Wolf
