Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
A Plenitude da imaturidade!
Quando nos casamos, éramos ambos apaixonados e românticos. Não conseguíamos ficar no mesmo ambiente sem trocar olhares, abraços, toques. Dormir ou sair do mesmo ambiente significava uma despedida que exigia um beijo ou abraço. Acordar ou voltar ao ambiente representava um reencontro que também exigia o mesmo. O sentimento era: “Que alívio que vc está de volta”! Isso transmitia amor, saudades, alegria e uma imensa sorte por termos encontrado um ao outro. Com o passar do tempo, pouco a pouco isso foi se perdendo. Pouco a pouco um coração dizia ao outro: “Você não é mais tão importante. Não sou tão sortudo ou sortuda por ter você ao meu lado. Não sinto sua falta quando você sai nem quando vc viaja” Com isso um coração ouvia: “ Não sou mais amado!” Dura convicção imatura. Imensa dor infantil que só uma criança sabe como dói. Os adultos sabem apenas que é bobagem. Mas a dor da criança, neste caso um adulto, é real. Ao refletir, o adulto reconhece que o que foi perdido não significa que o amor se foi, mas sim que surgiu uma nova forma de amar. Uma forma mais fria, mais distante, menos intensa, com menos desejo, menos carinho, menos emoção, porém mais madura. A adaptação a essa nova forma é sofrida e dolorosa. O coração se questiona: “Será que vou me adaptar? Será que quero me adaptar? Essa nova forma é capaz de trazer plenitude? “ Não sei a resposta. Só sei que nesse momento almejo um amor maior! Gostaria de ter permanecido na imaturidade!
Não existe razão para se envergonhar do passado quando tudo é parte do que te fez ser a pessoa maravilhosa que você é hoje.
Nunca deixe de dar valor a Deus, porque Ele é o único que vai estar do seu lado quando tudo estiver desmoronando.
As pessoas mudam, mas Deus permanece fiel, sempre!
A diversidade promove a tolerância. Quando você não encontra pessoas diferentes, não percebe coisas, não percebe o quanto tem em comum com elas.
Dentre todas as Almas já criadas -
Uma - foi minha escolha -
Quando Alma e Essência - se esvaírem -
E a Mentira - se for -
Quando o que é - e o que já foi - ao lado -
Intrínsecos - ficarem -
E o Drama efêmero do corpo -
Como Areia - escoar -
Quando as Fidalgas Faces se mostrarem -
E a Neblina - fundir-se -
Eis - entre as lápides de Barro -
O Átomo que eu quis!
Quando o coração apertar, lembre-se de que sempre há amor em mim e que posso dividi-lo com você.
É só disparar e você acaba comigo. Quando você puxa a porra do gatilho, o corpo do homem que você atirou fica preso no seu calcanhar.
Quando percebo meu tamanho em toda a Galáxia, entendo de novo que errar é completamente direito meu.
Dizem que você morre duas vezes. Uma vez, quando você pára de respirar e uma segunda vez, um pouco mais tarde, quando alguém diz seu nome pela última vez.
O progresso acontece quando você perde mais tempo se incomodando com as coisas ruins do que se acomodando com as coisas boas.
Sabe quando você percebe o quanto sua autoestima estava no fundo do poço? Pois é, felizmente, como ela não tem mais para onde descer, você cai na real e passa a não ter mais autopiedade, e sim revolta! E é isso que te faz acordar. Voltar a ter a noção do seu valor. Se dar conta do quanto terá sorte a pessoa que você escolher para ficar do seu lado. Você não precisa rastejar por ninguém. Olha em volta, enxerga a quantidade de pessoas que dariam tudo para ter a sua companhia, pra ter a mínima oportunidade de chamar sua atenção e ter ao menos uma chance de te provar que são merecedoras do seu amor.
E uma revolta é sempre positiva, pois é sinônimo de REVOLUÇÃO, o que traz mudanças profundas. E, neste caso, especificamente, só nos faz lembrar algo que nunca deveríamos esquecer: ninguém vale tanto a pena, a ponto de você deixar de se querer!
A sabedoria só surge quando a consciência do “eu que é a criadora, a causa do sofrimento, é dissolvida
Assediadores só aprenderão a respeitar o outro quando sofrerem as consequências de suas ações maléficas.
