Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
"O ser da pessoa
fala mais alto
quando os olhos brilham
e a alma se mostra presente
nos movimentos do corpo".
Difícil é encontrar palavras
Quando me perco no silêncio
Difícil é me encontrar
No profundo da minha alma
Que busca o silêncio
Do que o som das palavras
Quando os corpos se desejam
A imaginação flui despertando
Pensamentos e
O sonho é inevitável
De forma simples acontece
Deixando o corpo aguçado
Em busca de trazer os desejos para realidade
Vem onda, volta onda
Assim é o mar
Mas também é o amor
Quando se recusa a partir
Do coração
Vai, volta e depois reconhece o caminho
E vai embora pra sempre
Ela tem uma força bonita de se admirar. Lembro bem de quando a conheci: uma menina de olhar humilde, alegre, espontâneo e com aquela presença familiar que acolhe naturalmente a vida daqueles que o coração dela escolhe amar.
Ela tem os seus defeitos como qualquer ser humano tem, mas eu já disse a ela que, se um dia ela errar comigo, talvez seja eu quem peça desculpas primeiro. É que o medo de perder a sua amizade possui uma voz alta demais para silenciar dentro do peito.
Ela é assim. Aos 24 anos, parece uma flor que desabrocha no arraial do dia. Floresce no pôr do sol e, mesmo quando a noite cai, continua de pé. Ainda não sabe exatamente para onde a vida a levará, mas já carrega dentro de si a consciência de que o seu propósito é maior do que imagina maior do que qualquer dor, ausência ou perda que tenha atravessado o seu caminho.
A comunhão verdadeira não acontece quando nos reunimos apenas com o corpo, mas quando nos aproximamos com a alma despida, com a consciência desperta, com a vida aberta diante d’Aquele que tudo vê, e tudo perdoa.
A solitude, quando vivida com fé e reverência, não nos separa das pessoas, nos prepara para amá-las mais.
É no lugar secreto que a alma encontra ordem. É no deserto da oração que o coração se realinha com o céu.
Sabemos meditar porque, quando nos preocupamos, meditamos em nossos problemas, deixando-os rolar em nossa mente, conversando com nós mesmos.
Alguns estão tão preocupados perguntando "Por que, Deus?" e "Quando Deus?" que nunca desenvolvem sua fé.
Quando Davi entregou uma situação difícil nas mãos de Deus (Sl 31:5-15), foi uma declaração de devoção e uma expressão deguerra espiritual que invocou a intervenção de Deus. Ele não estava sendo passivo ao colocar a situação nas mãosde Deus. Ele estava ativamente trazendo Deus para a situação em uma medida maior.
Quando nos entregamos nas mãos de Deus em momentos de dificuldade, estamos chamando Deus para confiar Nele, para intervir e estabelecer Sua vontade em nossas vidas, à Sua maneira e em Seu tempo.
Quando um sentimento não é correspondido, mas ainda há insistência da pessoa, o resultado será esse:
"É como se tivesse martelando o dedo sabendo que o prego já foi fixado na madeira, se continuar insistindo vai sentir dor, e se machucar ainda mais."
Martelar o dedo = Significa que a pessoa continua insistindo, pois não há mais nada a bater.
Prego fixado = Significa que a decisão já foi tomada, e que já está fixada essa decisão, a pessoa não quer voltar atrás.
Se o prego já está na sua posição, e você continua martelando tende a machucar o dedo, e se ferir ainda mais.
Ela tem uma força bonita de se admirar. Lembro bem de quando a conheci: uma menina de olhar humilde, alegre, espontâneo e com aquela presença familiar que acolhe naturalmente a vida daqueles que o coração dela escolhe amar.
Ela tem os seus defeitos como qualquer ser humano tem, mas eu já disse a ela que, se um dia ela errar comigo, talvez seja eu quem peça desculpas primeiro. É que o medo de perder a sua amizade possui uma voz alta demais para silenciar dentro do peito.
Ela é assim. Aos 24 anos, parece uma flor que desabrocha no arraial do dia. Floresce no pôr do sol e, mesmo quando a noite cai, continua de pé. Ainda não sabe exatamente para onde a vida a levará, mas já carrega dentro de si a consciência de que o seu propósito é maior do que imagina maior do que qualquer dor, ausência ou perda que tenha atravessado o seu caminho.
Ela não é mais a mesma de anos atrás. Reviveu as próprias raízes, amadureceu em silêncio e floresceu. Hoje, os frutos já não são verdes; carregam a maturidade de quem aprendeu a permanecer mesmo depois das tempestades.
Existe nela uma energia contagiante, dessas que expulsam a tristeza dos ambientes sem esforço algum. O meu sorriso começa de canto quando a vejo. Ela possui uma luz especial e eu digo isso falando de uma amiga, uma amiga que se tornou mais chegada do que um irmão.
Sempre tive a sensação de que os ciclos da vida se encerram rápido demais. E, às vezes, mesmo quando continuam, já não possuem a mesma intensidade, a mesma conexão, o mesmo brilho de antes. As pessoas mudam. Os sentimentos mudam. A vida muda. E tudo bem.
A comunhão real não começa quando duas pessoas se sentam juntas, mas quando dois corações decidem não se esconder um do outro diante de Deus.
E quando escrevo, não sou eu a escrever, mas uma parte do meu ser que até eu mesma desconheço.
Enquanto a tinta se derrama, é outra parte de mim que se inflama, buscando, talvez, o meu próprio endereço.
Te encontrei quando não te procurava
Eu nem sabia que te buscava
Desejei alguém com seu jeito e seus defeitos
Com a sua desorganização e seu sorriso
tão bobo quanto eu
E que tivesse dificuldade em decorar caminhos
Mas que pudesse fazer parte do meu
Quis suas contradições e sua mania de caos
Alguém para viver o indefinível
Em uma realidade poética e particular
Alguém que me fizesse sentir que o mundo lá fora
É apenas o mundo lá fora
E que o universo inteiro cabe aqui dentro
a cada vez que você me diz “vem”
E eu respondo “vou”
