Solidão
Hoje rainha da vez, na beleza e bajulação do trono, amanhã talvez na tristeza e solidão do abandono.
Eu sigo em frente a dor e a solidão me destrói e me reconstrói
Já passei por vários momentos e vi que a solidão faz parte de mim....
Hoje o que restou foi aquela rede pendurada na varanda....
Aquele era nosso canto projetos para o futuro foram feitos e jogados
Hoje vivo entre copos e garrafas revivendo os sentimentos amargos ......
Eu ainda sinto o gosto amargo que você deixou depois daquela noite juras e promessas de amor que
Foram apagadas na manhã antes do sol raiar.....
Uma ligação uma mensagem colocando fim em treze anos de juras de amor e projetos de um futuro melhor nossas filhas....
Papai segue em frente nós estamos aqui para segurar a sua mão
E hoje o que restou foi aquela rede na varanda ...
a última taça deixada ao lado da cama me faz lembrar você ..........
foram juras de amor saindo dos seus lábios molhado com o vinho juras de amor que se foram como a fumaça do seu cigarro que se misturava com o doce amargo do vinho,....
ainda guardo na lembrança as fotos e os vídeos dos nossos momentos de amor tudo registrado para mostrar que ali dois corpos se entrelaçavam entre o suor e e o gosto amargo do vinho que você bebia....
Hoje o que restou foi aquela rede pendurada na varanda....
[Verse]
Os amantes são frágeis diante da solidão
Se esconde para não ser notado
Não quero amar de novo isso só feriu meu coração
Esse jogo de sedução mexe com a imaginação
[Chorus]
Dividi amor e paixão eles diziam ser eterno
Com promessa no olhar e juras ao luar
Mas o tempo levou embora um amor ...
Deixou lágrimas e saudade aqui para me acompanhar
[Verse 2]
Vidas entrelaçadas que se perdem na distância
Um toque um sorriso viram lembrança
Triste lembrança
A dor que veio como chuva forte
Transformou orvalho em lágrimas que
Caiu no chão e sumiu
Virou só uma vaga lembrança
[Chorus]
Dividi amor e paixão eles diziam ser eterno
Com promessa no olhar e juras ao luar
Mas o tempo levou embora um amor...
Deixou lágrimas e saudade aqui para me acompanhar
[Bridge]
Coração partido não quer amar de novo
Faz promessa de silêncio
Evita a dor que recriou
Mas o destino ri e faz renovar de novo o jogo
Outro amor pode vir
Talvez a dor seja só um troco
[Chorus]
Dividi amor e paixão eles diziam ser eterno
Com promessa no olhar e juras ao luar
Mas o tempo levou embora um amor...
Deixou lágrimas e saudade aqui para me acompanhar
Composição Valter Martins 23-01-2025
[Verse]
Os amantes são frágeis na solidão
Esconde o rosto pra não ser visto não
Eu não quero amar de novo assim não
Isso só feriu meu pobre coração
[Verse 2]
Esse jogo de sedução me destrói
Mexeu demais com a minha imaginação
Dividi amor paixão sem pensar
Agora só restou essa solidão
[Chorus]
Eu já cansei dessa dança cruel
Dos olhares que não se encontram mais
Parece conto de um romance infiel
Onde só resta solidão e nada mais
[Verse 3]
Os dias passam sem brilho sem luz
Os amantes escondidos sem voz
A noite cai e o medo conduz
Eu não quero mais amar porque dói
[Chorus]
Eu já cansei dessa dança cruel
Dos olhares que não se encontram mais
Parece conto de um romance infiel
Onde só resta solidão e nada mais
[Bridge]
Se o amor é jogo eu não quero jogar
Prefiro a paz do que esse tormento
Os amantes frágeis vão se machucar
É uma história que termina em lamento
Composição Valter Martins 23-01-2024
[Verso]
A brisa fria tocava meu rosto
Noite de solidão marcado no desgosto
Abandono de um amor tão platônico
Coração agitado num choro irônico
[Verso 2]
Lágrimas de sangue no rosto caindo
Olho pro céu e vou resistindo
Noite escura sem nenhuma estrela
Solidão que vem e me congela
[Refrão]
Solidão gelada entra no meu ser
Coração em pedaços sem saber viver
Amor distante uma ilusão sem fim
Choro sozinho ninguém perto de mim
[Verso 3]
Sinto um vento que me faz tremer
Lembranças me atingem não posso esquecer
Saudades batendo num ritmo de dor
Noite de solidão sem nenhum calor
[Verso 4]
Caminho pela estrada gelada e vazia
Buscando um alento nessa noite sombria
O peito apertado e sem direção
Solidão que bate forte no coração
[Ponte]
O sol não nasce minha alma se perde
Esperanças caiem como folhas de outono
Um amor platônico que nunca aconteceu
Coração partido no frio do abandono
Composição Valter Martins
Sob o véu da noite sombria,
um homem caminha em solidão,
carregando o peso do mundo em seus ombros,
enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino.
A chuva, como uma dança melancólica,
derrama suas gotas como confissões silenciosas,
lavando não apenas o asfalto encharcado,
mas a alma cansada e sobrecarregada.
Luzes tímidas iluminam seu trajeto,
como faróis de uma esperança distante e tênue.
O chão úmido reflete sua solitude,
enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto.
Aqui se revela o retrato de um herói anônimo,
cabisbaixo, mas inquebrantável.
Ele carrega a vida e as dores de muitos,
mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?
Tenho me afogado em vinhos baratos, para esquecer a dor da solidão, posso ter todas as coisas, só não posso perder a mim, pudera um dia em clara noite fria, andar sem rumo, pensando em nada e tudo, com lágrimas quentes e salgadas marcando meu rosto que já desistira de acreditar.
A solitude é uma ilusão, porque ela só consegue existir depois de um determinado tempo sem solidão.
Sem expectativas
Uma pessoa
Intensa com sonhos
Cessados por
Incapacidade de
Dominar a solidão
Amando sem ser amado
Sou a fortaleza que desmorona na solidão
Com conselhos consigo abrir sorrisos
Esta é melhor forma de gratidão
No meu vazio já preenchi lacunas, tendo sempre uma solução
Procurada nos momentos tristes, como se fosse a salvação
Um peso de responsabilidade
Que diminui o tempo de me encontrar
Vem em mim tamanha necessidade
Por um tempo me afastar
Pode ser por dias, horas ou segundos
É certo que vou voltar.
Presente e passado se misturam
Momento confuso
Rotina e solidão perduram
Sentimento intruso, inconcluso
A solidão começa quando você acha que não podes ser feliz sozinho e começar a caminhar com quem te faz se sentir só.
Sangrado o sol apunhalado pela noite em agonia plácida.
A escuridão brota vísceras solidão
Os vidros turvos embaçado peça minha respiração
Respiro uma balada fúnebre para minha morte
Estirado sobre o leito, em que jaz meu corpo, adormecido
O vento, aríete implacável, que arrasa os sonhos
O tempo que leva a vida dos incautos adormecidos
Arrasta rápida pelas dosadas da ampulheta agonia
Areia fina, de oníricos castelos desmanchados e esquecidos por ti
A nostalgia enterramos no peito rígido dolorosa a lembrança
O esquecer é afundar em turbulento mar frígido.
A corrente leva o turvo e profundo fim
Como a areia que o vento leva, a vida passa veloz
Sem ar, sem voz, adormecida jaz, sob véu as asas de um albatroz.
By Charlanes Oliviera Sartos
O horizonte em agonia a solidão de olhos vermelhos em uma melancolia crepuscular as nuvens esfumaçadas as aguas do mar debulhada nas rochas e dedilhada pelo vento no brilho aceso no ultimo folego como se esperasse a noite encostar...
Queria doar a ti meus segredos e ver como sou raso de pensamentos profundos
Estrear com você no palco da vida antes que as cortinas se enrugue
Que meus beijos de leve e em voo possa tocar seus sonhos...
Que eu seja seu desejo meu amor seja eternamente seu
Te amo e por te amar somente a ti
Queria carrega o tempo na ponta dos dedos e esperar para quando estiver com você, fazer o tempo mentir seus dias sem medida e eternamente possamos viver juntos
Quem fala consigo mesmo percebe que a solidão não existe, pois sempre haverá alguém ouvindo, ainda que seja a gente mesmo.
(Lembrando: a voz do coração todo mundo ouve.)
