Sol

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⁠Riqueza é você acordar, e ganhar, mais um dia de sol.

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⁠A ambição do poeta é acordar, e dá de cara com o sol.

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⁠Se o sol não vier, não perturbe o poeta.

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⁠Tem horas que eu sinto o sol tão perto,
E a lua tão longe.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Tem gente que parece o sol, brilha intensamente.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Se tentarem apagar seu sol, não brigue.
Você, já tem a lua.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

O sol, é uma grande estrela bril⁠hando.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Quer brilhar, contemple o sol.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Amanheceu, que bonito olhar o sol.

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Não saia na chuva, espere o sol.⁠

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⁠Espere, o sol nasceu para todos.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Se o sol não vier, eu não saio.

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⁠Que o sol não demore, eu sou carioca.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

Onde o sol se esconda tarde
e as estrelas brilhem cedo

Inserida por michelfm

E no final da trilha te sobraram dois destinos,
Ou o asilo ou o exílio, mas eu prefiro o Sol Divino

Inserida por michelfm

⁠Confete é o que há,
Só o que há.
Sol que arde há.
Meramente Mafuá.

Inserida por michelfm

⁠Correu no intervalo, brigou na saída, rodou por aí; voltou para o lar bem depois do sol se por; ela não jantou e foi dormir sem velas, presentes ou parabéns.

Inserida por michelfm

⁠Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.

Inserida por michelfm

⁠A Viela de Badacosh

Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.

Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.

Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.

Inserida por michelfm

⁠Voltados para a encosta O Sol escureceu,
A neblina turva
Escondeu o coração,
Envolveu o coração...

Inserida por michelfm