Sol

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⁠Vestígios de Nós

Havia sol nos teus olhos,
mesmo quando o céu desabava.
Teu riso era abrigo,
onde minha dor se calava.

Andávamos entre promessas
com a leveza dos que acreditam.
Mãos dadas, almas nuas,
no silêncio em que os corações gritam.

Mas o tempo, esse ladrão discreto,
roubou os minutos mais doces.
E o que era eterno em nós
se perdeu em caminhos tão tolos.

Guardei tuas cartas no peito,
com cheiro de tardes antigas.
E às vezes, sem que eu queira,
meus sonhos ainda te digam.

Não por falta de amor,
mas por excesso de destino,
fomos dois versos soltos,
no meio de um mesmo hino.

Hoje, te vejo nas esquinas
onde a memória se esconde.
E amo o que fomos um dia,
com a ternura de quem não responde.

Porque amar também é deixar,
e seguir com cicatrizes sutis.
Alguns amores não ficam…
mas permanecem — e nos fazem mais gentis.

Inserida por NandaaGoncalves

⁠romance a esperança

A cada amanhecer, um novo convite,
O sol que surge, um traço de luz que se projeta.
No peito, a esperança que insiste,
Renova a alma, a vida que se completa.
Com passos firmes, sem jamais desistir,
A entrega pessoal, um dom que se irradia.
Dia após dia, o verbo é persistir,
Na teia do tempo, tecendo nova melodia.
Obstáculos se erguem, sombras podem surgir,
Mas a força interna não se abate, não se finda.
Com fé no amanhã, seguimos a sorrir,
Pois a cada dia, a vitória nos aguarda e nos brinda.
Que a esperança seja farol a guiar,
E a entrega a certeza de um caminho.
Dia após dia, um novo recomeçar,
Plantando sementes, colhendo o carinho.

Inserida por william_teix

⁠A OVELHA IMATURA
Em um lugar remoto, sob um sol implacável, uma ovelha órfã vagava sozinha, atormentada pelo calor e pela solidão. Sem proteção, sentia-se vulnerável, sempre temendo predadores.
A cada sombra, seu coração acelerava. Para escapar do calor, se escondia sob arbustos, evitando aves de rapina e outros perigos. O sofrimento a tornava mais fraca, e a falta de comida impedia sua recuperação. Sem saber para onde ir, afastou-se do caminho certo até se perder completamente.
O Bom Pastor, ao notar sua ausência, partiu em busca dela. Com compaixão, encontrou a ovelha debilitada. Ternamente, ele a levou a uma de suas casas, onde, junto com seus servos, cuidou dela. Tratou suas feridas, removeu parasitas e a amou. Em pouco tempo, a ovelha se tornou forte e linda.
Após restaurá-la, o Pastor confiou seus cuidados aos servos até o seu retorno. No entanto, com o tempo, a ovelha começou a dar trabalho. Mesmo adulta, não queria largar a teta de sua mãe, permanecendo carente e egoísta, ocupando um espaço que deveria ser das mais novas.
Quando os servos passaram a dar mais atenção às filhotes, a ovelha rebelde sentiu-se desprezada. Em vez de refletir, falou mal dos servos e da mãe, resistindo à correção e ignorando os ensinamentos recebidos.
O Bom Pastor, com amor incondicional, não desistiu dela. Orientou seus servos a serem pacientes e a mantê-la perto até que amadurecesse. Ele sabia que ela precisava aprender a se alimentar sozinha e a ajudar os outros, em vez de ser um peso. Apesar de suas ações problemáticas, continuou a amá-la, esperando que entendesse seu verdadeiro papel.
Durante boa parte da minha vida ministerial, eu fui essa ovelha. E você?

Inserida por JuniorLacerda

⁠A OVELHA IMATURA
Em um lugar árido, sob o sol implacável, uma ovelha abandonada vagava sozinha, sem direção. Vulnerável e temerosa, buscava abrigo em arbustos, fugindo do calor e dos predadores que a rondavam. O cansaço e a fome enfraqueciam seu corpo, e a solidão corroía sua alma. Incapaz de encontrar o caminho certo, se perdeu, afundando ainda mais em seu desespero.
O Bom Pastor, ao passar por aquele lugar com seu rebanho, a avistou e se compadeceu dela. Movido por compaixão, encontrou-a abatida, mas não a repreendeu. Com ternura, carregou-a nos braços e a levou para uma de suas casas. Ali, junto aos seus servos, tratou suas feridas, a libertou dos seus parasitas e a alimentou. Com o tempo, a ovelha foi restaurada, tornando-se forte e saudável.
Contudo, mesmo recuperada, a ovelha não queria crescer. Permanecia carente, egoísta, insistindo em ocupar o espaço que deveria ser das mais novas. Continuava a buscar a teta da mãe, dependendo do leite quando deveria se alimentar com comida sólida. Quando os servos voltaram sua atenção às ovelhas recém-chegadas, ela se sentiu rejeitada. Em vez de refletir sobre suas ações, murmurou contra eles e até contra sua mãe, recusando a correção e ignorando as lições que aprendera.
O Bom Pastor, com amor infinito, não desistiu dela. Instruiu os servos a serem pacientes, mantendo-a próxima até que amadurecesse. Sabia que, embora ainda estivesse perdida em sua imaturidade, ela precisava aprender a se alimentar sozinha e a ajudar os outros. Mesmo com suas falhas, Ele continuou a amá-la, esperando o dia em que compreendesse seu verdadeiro papel.
Por muito tempo, fui essa ovelha. E você, já se viu nesse espelho?

Inserida por JuniorLacerda

⁠Transformação

A chuva molha o corpo
Sinta..
lava a alma.
O sol penetra a pele,
e aquece o coração.
O amor sentido,
transborda.
Como um rio,
ao encontro do mar;
Envolve as pedras
e endurece.
Rega os montes;
nutrindo vidas,
Percorrer distâncias sem fins.
Transforma tudo, tudo,
no seu caminho.
Chega ao destino;
O mar se agita, cresce, se avoluma, se agiganta, arrebenta pelas bordas.
E o rio desaparece...

⁠Cai a noite!
O sol se perde atrás das
montanhas.
Os tons vivos se apagam e a escuridão envolve as árvores, os montes.
As sombras desaparecem,
e o silêncio da noite se instala.
Penetra alma adentro.
Trás a tona angústias esquecidas, melancolias congeladas e vazios ocultados.
Tudo na superfície, à vista dos olhos.
Lágrimas teimam correr pela face, correr pelo corpo, lavando o coração da poeira que foi acumulando, pesando o fardo que carrega sobre os ombros a cada respirar profundo.
A história passa como um filme, onde os momentos
bons são pausados e os ruins avançados.
Tens de conseguir uma vitória sobre ti mesmo, pois a noite faz a alma ficar faminta por verdades.
Tens que rir e estar alegre para a melancolia não entrar noite adentro e tomar rédeas da tua alma.
A nostalgia se apresenta como
uma força que impulsiona para
o futuro em busca de novos caminhos, a serem descobertos e vividos intensamente.


O sol surge na montanha
Um raio de luz me atravessa a alma.
Minha alma se oferece nua aos olhos do sol.
O céu está limpo; tranquilo como a luz.
Derrama-se por si todos os sóis, todos os silêncios e todos os desejos.
Rica e cheia, transborda.
Cerrada e oprimida pela sua própria felicidade, reprime-se
pela espera.
Vagueia em busca de uma alma maior, mais compreensiva e mais ampla.
Onde está a busca?
Violada em teus sentimentos, no passado ou no futuro?
Então, o amor que pinta sobre os horizontes terrestres sedutores, perspectivas e róseas felicidades..
A sombra da montanha que se inclina para o vale se dissipa, e que os novos ventos das alturas desçam para as planícies.
Leva consigo os pensamentos turbulentos, e ensina à alma a arte de convencer até às próprias razões.
Assim o sol persuade o mar a subir até a sua altura, limpar seu coração.
Renasça, tal as flores, toda manhã, a um raio de sol.


O sol surge ao cume da montanha
Invade o céu com tanta luz, tanto brilho.
A lua até então dona do espaço, se esconde entre as nuvens.
É tocada profundamente
Pela presença do sol
Seu calor a invade
Todas suas formas sentem sua plenitude
Já não é só apenas uma lua solitária
Já são os dois juntos
Cada qual com
Suas virtudes, sua intensidade.
Uma atração tão intensa
Que nem o tempo, o vento consegue separar
Tufões, tsunamis, tempestades transformam
O céu e o mar,
Mas o sol e a lua são infinitamente intocáveis.
O mundo carece dessa união
Dessa relação de amor tão plena, tão mútua,
Entre ambos.
Para que a esperança da paz
Não fique apenas grafados nos finais
Dos livros de uma fábula
De Jean de La Fontaine.

⁠Desfolhada

Na mudança das estações,
O tempo encurta
Caem as folhas,
Sinto-me nua.
O sol já se pôs,
Um vento frio envolve-me,
Um curto e profundo arrepio
Infiltra-se pela espinha.
O gelo atinge o coração,
As batidas diminuem,
Num ritmo fraco,
Quase cessando,
Como se as forças se perdessem.
Os pensamentos acordam,
Mas não há mais sonhos,
Desapareceram ao nascer do sol,
Com as últimas palavras ditas,
como um punhal
entrando pelas entranhas,
rasgando as carnes,
jorrando sangue pelo orifícios,
Espalhando pelo chão.
Aquele líquido vermelho,
Seu último alimento.
E vê-se sua face refletida
Na poça encarnada.
Sempre depois da tragédia,
Tudo se transforma.
Seus olhos brilham,
A alma renasce novamente
Diante de tanta beleza.

⁠Evolução

A leveza do ser,
O amor fluir,
Sem poder,
Só sentir.

Às horas passam
Os raios de sol ultrapassam
A neblina do caminho,
A luz amplia-se
A visão desembaraça.
A paisagem clarifica.
Clara, limpa,
Sem nuvens.

Emoções fundem-se
Sentimentos criam raízes,
E o amor germina,
Transforma,
Une,
Amplifica
E vive.
Simplesmente vive.

⁠Sou só tua
Como o sol no alvorecer
Sou só tua
Como a lua no anoitecer
Sou só
Como as lágrimas e os risos
Sou
Só com você
Sou.

⁠Ninguém se esconde do sol com a sua própria sombra.

Inserida por RespektKhoza

⁠Há dias e dias...
Alguns de tristeza, outros de alegria; dias de sol e de chuva; alguns de risos, outros de lágrimas; alguns de presença, outros de ausência...
Em todos eles, sempre uma lembrança do que fomos e vivemos.💔
Marcílio Dias de Araújo(in memoriam)
28/06/2024

Inserida por EnesCarvalho

⁠Trabalho que nunca acaba é o que se realiza debaixo do sol e termina com a luz da lua lembrados como corrida da vaidade.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Ponha a sua bota no sol, antes que o inseto injete o veneno em seus pés e ponha a vida no Sol da Justiça, antes que a sua alma seja comida pelos carnívoros das trevas

Inserida por HelgirGirodo

⁠No reino de Deus é assim: uns promovem a paz, as reuniões dos irmãos, os trabalhos da igreja, a solidariedade da família e o evangelismo nas casas, enquanto outros treinam homens para a liderança, cuidam dos ministérios, avivam grupos de oração, estabelecem planos de crescimento espiritual da igreja e visitam o rebanho.

Inserida por HelgirGirodo

⁠As pessoas não envelhecem por causa do sol e do tempo; mas, por causa da prática de seus pecados que corrompem o corpo, a alma e o espírito.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Produza frutos que engrandeçam o Agricultor, pois é Ele quem lhe dá o sol, a chuva e a vida para produzir mais frutos ainda.

Inserida por HelgirGirodo

Como dá o sol para a luz do dia e as estrelas para a luz da noite, assim é o cristão que não falha com a luminosidade de Cristo para com os perdidos nas trevas, apontando-lhes o Seu brilho para buscarem a salvação.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Auroras Bonitas,Auroras Queridas.




Começa no Sol um maravilhoso espetáculo em alguns céus frios do planeta Terra.
Com os seus ventos solares brilhantes,lança incontáveis partículas ensolaradas na rotação de um lugar rochoso.
Com uma grande velocidade.
Ventos solares repletos de delicadezas do Sol.
Na sua simpática rotação,o planeta Terra é protegido por algo invisível.
Que gira em sincronia com ele.
Criado dentro de sua vida planetária.
Invisível e maior.
Com outras minúsculas partículas energizadas,o protegendo acima dos céus.
E um pouco mais longe esse protetor invisível observa os seus dois movimentos,os seus continentes,e cores que atravessam alguns lugares frios.
Cores em céus frios.
Onde caminhos de neve,árvores na cor branca,e um bom silêncio predominam.
Ao olhar para algum céu assim,flocos de neve se distraem vendo cores dançando.
Brilhando como as estrelas distantes.
Pode ser em um verde cintilante.
Ou um cor-de-rosa memorável.
Em um roxo magnífico.
Em um fascinante amarelo brilhante.
E até na cor azul,que lembra esses céus.
Nessas cores dançantes as Auroras estão.
Em outras cores nos céus frios.
E o Sol distante com os seus ventos ensolarados,derrama mais gotas douradas de sua alma.
Retocando as charmosas Auroras.
Acima desses céus frios e macios,um protetor invisível é agraciado com calorosos ventos.
Girando com o seu planeta,iluminados com uma felicidade solar.
Em uma harmonia vivida.
Nas Auroras que descem sobre azuis frios e calmos.
Dançantes como as brisas noturnas.
Levitando em qualquer nascer do Sol,em uma congelada sensação.
Fazendo desses céus,uma caprichosa aquarela.
Com brilhos que enfeitam.
Nas cores vibrantes e sensíveis.
Estão as queridas,Auroras.
Como véus coloridos,pontilhados por estrelas distantes.
Auroras coloridas.
Colorindo caminhos que elas podem ver.
E ainda seguindo em momentos longínquos e frios.
Uma estrela com um grande brilho,revela boas razões de sua alma.
Com fortes ventos que atravessam um protetor invisível de uma forma gentil.
Revelando lindas cores.
Mesmo que seja apenas para alguns céus frios. As Auroras dançantes e bonitas,deixam cair gotas coloridas aos ventos.
Para que possam colorir um outro céu,quando o planeta Terra perceber mais uma vez,o quanto é grato pela vida que tem.
Refletida na alma do Sol.

Inserida por FFabricio