Sofrimento de Animais
Viver é sofrer, sobreviver é encontrar algum significado no sofrimento.
'O lamento quer dizer as vezes sofrimento,o choro pode durar um tempo, o sonho depende dos intentos, e da força do pensamento pra se realizarem, o céu mostra a beleza natural, com você eu me sinto normal, que pena que a distancia nos separa, agradeço a Deus pela vida, e por tudo que virei a viver, mas seria mais bonita,se eu estivesse com você, mas infelizmente não esta sendo assim, e tenho muito que aprender, pois na acredito na força da vida, pois amar é compreender,é saber conhecer"
Sempre temos a escolha de cultivar o sofrimento ou se aproveitar a situação para crescer e nos libertarmos dele. Essa escolha depende da nossa maturidade e disposição para tomar as rédeas do nosso próprio destino.
Se você se entregar ao sofrimento se privando da fé as portas do céu não vão se abrir para que bençãos caiam na sua vida.
Recuperar-se de um sofrimento não é como se recuperar de uma doença. Muitas pessoas não saem curadas, elas saem diferentes.
E tudo tem um proposito, todo sofrimento, toda dor, angústia e tristeza, é preciso pra que você saiba como é bom ser feliz
Esse sofrimento preto e branco de cinema europeu existencialista e niilista, apesar de ter um charme, é um porre, depois de um tempo. Aquele ar blasé de inteligentinho que sofre pela insolubilidade da vida e preferia estar morto, sem se matar, esconde, geralmente, uma futilidade pseudo-cult de Lana del Rey, Los Hermanos e Wikipédia do Sartre. É um saco!
DO AMOR
Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Não é o evitar o sofrimento, a fuga diante da dor, que cura o homem, mas a capacidade de aceitar a tribulação e nela amadurecer, de encontrar o seu sentido através da união com Cristo, que sofreu com infinito amor.
Algumas garotas estão cheias de sofrimento e poesia e essas são o tipo de garotas que tentam salvar lobos em vez de fugirem deles.
“Sofrimento é o destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido. – Se hoje a vida lhe apresenta motivos para sofrer, ouse olhá-los de uma forma diferente. Não aceite todo este contexto de vida como causa já determinada para o fracasso. Não, não precisa ser assim. – Deixe-se afetar de um jeito novo por tudo isso que já parece tão velho. Sofrimentos não precisam ser estados definitivos. Eles podem ser apenas pontes, locais de travessia. Daqui a pouco você já estará do outro lado: modificado, amadurecido. – Sofrer é o mesmo que purificar. Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos. O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação.”
• Essência de vidro.
Quando os nossos pés descalços se colocam diante das duras pedras do sofrimento...
Quando a fragilidade de nossa condição nos leva a trilhar o inevitável caminho das sombras...
Quando a vida nos revelar que somos portadores de uma essência de vidro...
É importante que a gente se livre da pressa e da facilidade das respostas prontas...
Porque diante da dor sofrida, mais vale um silêncio, uma pausa, que uma palavra inoportuna.
• Deus e os absurdos do mundo
A maturidade também se expressa no que pedimos. Outro exemplo simples. Uma pessoa fumou a vida inteira, nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado momento, descobre que tem câncer. Então se coloca a pedir a Deus um milagre. – É justo? A doença não nasceu das escolhas que ele fez? Será que Deus tem como mudar os destinos de nossas sementes? Ele não estaria desrespeitando a nossa liberdade? Tenho o direito de querer colher o que na verdade não plantei? – Acho pouco provável. Há um jeito mais interessante de pedir a Deus um milagre: mudar de atitude, antes que nasçam as doenças. – O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e mãos humanas.
Retirado do livro: Quando o sofrimento bater à sua porta
Buda disse em certa ocasião: “A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.” Isso significa que a dor sempre estará presente em nossa vida, pois sofremos acidentes, vivemos perdas, decepções… O que muda de uma pessoa para outra é a interpretação que se faz desses acontecimentos.
Nunca, jamais troque uma Amizade por um amor. O Amor um dia se acaba e deixa sofrimento, é nessas horas que você precisa daquela amizade que você abriu mão.
Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.
Dor e sofrimento, se você preferir. Afinal de contas, eu não lembro de ter sofrido antes de nascer e tenho a nítida impressão de que não sofrerei depois de morrer.
