Sofrimento de Animais

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"O apego é a raiz do sofrimento."

O verdadeiro amor não traz consigo sofrimento, egoísmo, ciúmes ou orgulho. Amar é dar o melhor de si pela pessoa amada, sem necessidade de propriedade ou retribuições. Quem ama confia, respeita e perdoa.

O sofrimento faz parte de nossa vida.
É como o sal da comida.
As quantidades exageradas mudam o sabor e deixam o desgosto.

Foco é poder; distração é sofrimento

Saiba que eu daria tudo pra poder dizer,
que o sofrimento que você causou me fez crescer.
Tem vezes que eu daria tudo pra retribuir,
tudo o que você fazia pra me destruir.

Às vezes nosso sofrimento é em consequência de nossa própria decisão.

O sofrimento se conforma um pouco por dia, até virar lembrança.

Quanto sofrimento cabe em um sorriso?

Impossível imaginar quanto sofrimento traz o sorriso de alguém..

Se você se entregar ao sofrimento se privando da fé as portas do céu não vão se abrir para que bençãos caiam na sua vida.

Recuperar-se de um sofrimento não é como se recuperar de uma doença. Muitas pessoas não saem curadas, elas saem diferentes.

Algumas garotas estão cheias de sofrimento e poesia e essas são o tipo de garotas que tentam salvar lobos em vez de fugirem deles.

O medo reside no sofrimento do passado e cria a dor do futuro.

Sempre temos a escolha de cultivar o sofrimento ou se aproveitar a situação para crescer e nos libertarmos dele. Essa escolha depende da nossa maturidade e disposição para tomar as rédeas do nosso próprio destino.

⁠⁠"Não existe evolução sem sofrimento."

Viver é sofrer, sobreviver é encontrar algum significado no sofrimento.

Gordon W. Allport
FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. São Paulo: Editora Vozes, 2017.

Nota: Esse pensamento é erroneamente atribuído a Nietzsche e Viktor Frankl. O trecho pertence ao prefácio de Gordon no livro "Em busca de sentido", de Viktor Frankl.

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⁠Se não houvesse sofrimento, o homem não conheceria o seu limite, não conheceria a si mesmo.

Leon Tolstói
Guerra e paz. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

DO AMOR

Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Se um amor está gerando muito sofrimento, provavelmente não se trata de um amor verdadeiro, sendo apenas uma idealização feita da pessoa, em que alguém se apaixona por aquilo que pensa que o outro é, e não por aquilo que ele realmente é

" O sofrimento não é acidente periférico da existência, é a sua tessitura mais constante, porque desejar é carecer e carecer é padecer. "