Sociedade poesia
Sociedade 5.0
Todavia estamos nós:
Criando nossos próprios novos nós.
Desenvolvendo-nos para frente,
Frente a medidas inconsequentes.
Vivendo num mundo quase paralelo,
Onde que o artificial se faz mais belo.
Inventando robôs imitando seres humanos,
E se pôs seres humanos vivendo como robôs.
A violência organizada
A sociedade esta corrompida, as pessoas estão corrompidas, a política brasileira esta corrompida, a pergunta que vem a mente de muitas e muitas pessoas é: existe fim para isto ou um inicio para as coisas melhorarem?
A violência que a população sofre, não vem somente das manifestações, mas vem da morte nos corredores dos hospitais, dos milhões que são desviados, faltando para a educação, segurança e saúde.
Qual a seria a verdadeira manchete de violência, de manifestantes depredando para chamar atenção ou a força do governo que utiliza a policia como uma mão de ferro, para coibir o direito de lutar pelos seus direitos?
Qual a verdadeira vocação dos noticiários, manipularem as informações conforme convém ou mostrar a verdade? Será que somente quando jornalistas sofrem de opressão se ouve o grito da mídia?
Onde estão os artistas engajados? Onde está às pessoas que poderiam dar força a voz do povo? Foram compradas com patrocínios? Estão acomodadas em seus sofás? Ou tem medo de perderem a mordomia?
Qual a verdadeira voz do governo? Qual a verdadeira voz das manifestações? É pura utopia ou serve somente para vender revistas e jornais, dar ibope pra televisão?
Existe vontade real nesta mudança, ou apenas algumas pessoas tentando tirar um por fora e se promover?
O governo esta com medo, as pessoas estão com medo, existem motivos para celebrar? O governo não sabe a violência que tem em seus atos impensáveis de politicagem, o povo não tem a noção da força que tem quando para de malandragem.
Qual é a verdade? Quem é que prática a verdadeira violência? Quem está na rua, ou quem está sentado numa poltrona somente a observar? Democracia e ditadura são palavras que no Brasil se confunde, a diferença é que na democracia por hora, no país tupiniquim, escolhemos quem é que vai nos castigar.
A sociedade se ofende mais com a verdade do que com a mentira. A mentira é confortável
é pra quem não quer evoluir
A verdade até dói,
mas só dói em quem gosta de viver de ilusão
A verdade desconfortável liberta
Sociedade vazia
Sociedade impura, sociedade nula
De verdes pastos a coisas vãs
Da vaidade à pobreza
Que nunca se liberta da nobreza
Que nunca se liberta de um vazio,
De um nada que procede do coração de um rei.
Rei nobre, rei majestoso
Que rei é esse?
Que não alcançou o conhecimento do povo?
Que povo é esse?
Será a sociedade vazia?
Um povo com medo de conhecer seus próprios erros.
Há um caminho
Há uma vida, há uma morte
Um cruzamento de sorte
Que leva o homem a indagar
Fazer dele as palavras de um poeta
Um poeta que já se foi.
País?
Que país é esse?
Talvez seu nome não oferecesse
O que dele tem de melhor.
Mas só mostra o seu pior
Essa sociedade vazia.
"Quando a sabedoria se curva à idiotice, a sociedade transforma a imbecilidade em virtude e a lucidez em ameaça."
(Jasc)
Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
Nosso clube do livro nas sextas à noite se tornou nosso refúgio. É uma liberdade particular perceber que o mundo se torna cada vez mais escuro à sua volta, mas que só é necessária uma vela para enxergarmos novos mundos se revelando. Foi isso que encontramos na nossa sociedade.
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
Quando meu filho morreu (...), as visitas vinham me dar pêsames e, achando que isso iria me consolar, diziam: “A vida continua.” Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua (...). Não existe fim para isso mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.
O nosso Deus nos chama para viver em milagres, nos convida a um mover profético
Ministério Unção e Legado
Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
Quero pedir desculpa a todas as mulheres que descrevi como bonitas antes de dizer inteligentes ou corajosas. Fico triste por ter falado como se algo tão simples como aquilo que nasceu com você, fosse seu maior orgulho, quando seu espírito já despedaçou montanhas. De agora em diante vou dizer coisas como, “você é forte” ou “você é incrível!”, não porque eu não te ache bonita, mas porque você é muito mais do que isso.
Você sabe qual é o problema com todo mundo? Eles só querem ouvir aquilo em que acreditam. Nunca ninguém quer ouvir a verdade.
Meu problema é que eu não entendo como as outras pessoas vivem. Para mim é inacreditável que as pessoas acordem todos os dias e digam "Viva! Mais um dia! Vambora!". Como é que as pessoas conseguem fazer isso? Eu não entendo.
Saber ser solitário é fundamental para a arte de amar. Quando conseguimos estar sozinhos, podemos estar com os outros sem usá-los como formas de escape.
Cada pessoa deve trabalhar para o seu aperfeiçoamento e, ao mesmo tempo, participar da responsabilidade coletiva por toda a humanidade.
A coisa mais importante é que você deve dar às pessoas o que elas querem, mesmo que isso te mate, mesmo que te esvazie por dentro até não existir mais nada. Não importa o que acontecer, você não pára de dançar, e você não pára de sorrir, e você dá às pessoas o que elas querem.
No momento em que escolhemos amar, começamos a nos mover contra a dominação, contra a opressão. No momento em que escolhemos amar, começamos a nos mover em direção à liberdade, a agir de formas que libertam a nós e aos outros.
