Sociedade Alienação
Sociedade celeste, belas constelações coexistindo, artes fascinantes, luminosidade veemente, uma mesma origem, muito mais do que uma mera existência, que permitem diversas reflexões que transcendem os limites da ciência
Providas de uma profundidade evidente, de emoções vivas, inspirações intensas, onde cada estrela é genuína, tem o seu brilho próprio, uma diferente da outra, um espetáculo incrível, expressivo de muitas formas
Como as estrelas que brilham nos teus olhos, que costumam brilhar ainda mais forte diante do que é recíproco, num elo caloroso, a recompensa por cativar o teu riso, cativando de um jeito amoroso, sincero e às vezes, um pouco atrevido
E reconhecendo a tua singularidade, o teu esplendor genuíno, quero que o teu olhar continue brilhando, que seja uma linda constelação, a minha noite estrelada e que eu possa admirá-la sem nenhuma distração.
O problema de nossa sociedade está na gramática em relação ao sujeito; O pronome EU vem antes de NÓS, VÓS, ELES...
catação e fofocagem duas verdadeiras pragas numa sociedade e num estado, isto acontece até em qualquer época e em qualquer canto do nosso planeta.
Uma sociedade que aceita o luxo ostentado pelo pastor enquanto ignora a conta de luz atrasada do professor e o colete vencido do policial já perdeu sua bússola moral.
Os algoritmos decidem as nossas vidas
A sociedade está cada vez mais polarizada e confrontacional (agressiva) nas redes sociais. Se eu pesquisar sobre 'venda de automóveis´, nos momentos seguintes o algoritmo do facebook encarrega-se de publicitar tudo sobre venda de automóveis.
Se eu pesquisar sobre um candidato politico, nos momento seguintes serei bombardeado com inúmeras opiniões e defesa de posições assumidas por esse candidato e de seus apoiantes. O algoritmo irá escolher o que eu devo ver e irá filtrar todas as posições contrárias às defendidas por esse candidato. o contraditório (mesmo que absurdo) excluídos. Imaginem isto durante semanas, meses ou anos e que resultado esperamos?
O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida
Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma utopia planetária: a de transformar o mundo numa pequena aldeia global.
É nesse contexto que surge o ecrã como mediador privilegiado da relação entre o indivíduo e o mundo. O primeiro protótipo foi o cinema, que procurou universalizar experiências e imaginários. Contudo, o seu acesso restrito tornou‑o insuficiente para concretizar a utopia global. A televisão surge, então, como segundo ecrã, levando o mundo para dentro de casa e inaugurando o sedentarismo mediático. Ainda assim, permanecia uma limitação decisiva: o espectador não escolhia; apenas consumia o que lhe era programado.
O terceiro ecrã, o ecrã digital, supera os anteriores. Cabe no bolso, acompanha o indivíduo para todo o lado e apresenta uma luminosidade quase hipnótica. Com ele, o ecrã globaliza‑se definitivamente. Tudo passa a integrar a chamada dialéctica digital: cinema como tese, televisão como antítese e ecrã digital como síntese.
Mas esta síntese não representa, como se poderia supor, um progresso emancipador. Longe disso. O ecrã digital transforma‑se numa nova tese, cuja antítese são os dados e cuja síntese se manifesta nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram. Estas plataformas tornaram‑se os templos do nosso tempo: espaços de confissão, adoração e validação simbólica, onde as visualizações substituem os hossanas e o like ocupa o lugar do amém.
Neste novo regime do visível, falar deixa de ser apenas um direito e passa a ser uma exigência. A exposição converte‑se em critério de existência, enquanto o silêncio começa a ser interpretado como ausência ou suspeita. O indivíduo não é apenas utilizador do ecrã; torna‑se matéria‑prima de um sistema que vive do cruzamento de dados.
O problema não reside na tecnologia em si, mas no tipo de poder que nela se infiltra. Fornecer dados a um desconhecido é o primeiro passo da dominação. Saímos, assim, de uma política centrada na administração do corpo, como analisou Michel Foucault, para uma política de gestão da mente, descrita por Byung‑Chul Han como psicopolítica.
Hoje, a vigilância já não se impõe pela força nem pelo medo. Ela seduz. Apresenta‑se sob a forma de liberdade, desempenho e auto‑realização. A coerção tornou‑se interna. Vivemos numa sociedade hiperactiva, onde o repouso e a contemplação se encontram ameaçados. Mesmo no espaço íntimo, o ecrã permanece presente.
É aqui que emerge o que podemos chamar de “terceiro olho”: uma vigilância invisível que tudo observa o que publicamos, curtimos, comentamos e partilhamos. Não é um panóptico clássico nem um soberano autoritário. É um olhar que sorri, convida e encanta. Não reprime desejos; fabrica‑os.
Este processo não aponta para uma distopia longínqua, mas para uma transformação já em curso. A democracia corre o risco de se converter em ditadura digital, e os Estados nacionais podem tornar‑se dependentes dos gigantes tecnológicos para controlar as suas próprias populações, comprando dados que hoje lhes são entregues gratuitamente.
Estamos, assim, diante de um novo vocabulário político. Um regime em que a voz é permanentemente controlada e medida, a vozcracia, e em que o silêncio é progressivamente incentivado e aplaudido, suspeito ou invisibilizado, a silenciocracia. Eis o horizonte inquietante da sociedade seduzida pelo ecrã digital.
Sou um dos lobos bons numa sociedade de galinhas assustadas. Claro que não as mato, só as assusto mais ainda com argumentos e fatos.
"É difícil alcançar a paciência de Jó em uma sociedade que, embora fale tanto, ignora a própria voz interior."
"O sentimento de vazio é comum em todos nós, considerando que vivemos em uma sociedade que tenta preencher a felicidade com bens materiais, esquecendo que a felicidade habita dentro de nós.
Jamais as coisas substituirão os sentimentos de gratidão, amor, fé, esperança e o desejo de dias melhores.
Esses sentimentos estão dentro de nós; por essa razão, seja você mesmo, e não um ser que os outros admiram e você odeia."
O conceito de Deus é não se limitar á moralidade comum aceitável pela sociedade, além de ser o alpha e o ômega, também é o meio. Isto é, por intermédio de Deus tudo há de haver, inclusive o mal moral.
Em qualquer relacionamento, seja um casal, uma sociedade ou uma amizade profunda, tudo que sustenta é confiança.
Se alguém decide fazer algo errado, vai fazer.
Não depende do outro. Não depende de vigilância. Não depende de controle.
É conteúdo próprio. É caráter. É escolha individual. faz parte do conteúdo como sequela.
A gente pode conversar, alinhar, combinar limites, mas não pode controlar o interior de ninguém.
No fim, sempre nos resta confiar.
E se algo quebrar essa confiança? O que realmente podemos fazer?
Romper e assumir as consequências. Cada um carregar sua parcela, suas decisões, suas sequelas.
Relacionamentos não são contratos de vigilância. São pactos de responsabilidade.
Ou há confiança, ou há desgaste constante tentando impedir o inevitável.
No final das contas, confiar não é ingenuidade. É maturidade.
Porque quem quer ser correto, será. E quem não quer., nenhuma cerca resolve!
Por estarmos em uma sociedade totalmente mórbida e capitalista, o conceito de amor vai deixando de ser amor para se transformar em dinheiro.
