Sociedade
A cultura de dress code leva a exclusão e discriminação de pessoas que não se enquadram nos padrões. Se cria uma associação entre sucesso e vestimenta?
Esse padrão neurotipico serve para uma sociedade neurodiversa?
Uma cultura de dress coding não se preocupa com a diversidade, ela vai dissuadir pessoas de diferentes origens ou culturas de se juntarem à empresa, resultando em uma perda de diversidade de pensamento e perspectivas... No lugar da diversidade se vê apenas homens brancos ocupando cargos de "liderança"... Normalmente batem fotos de braço cruzado do alto se suas grifes para colocar na foto de perfil do Linkedin.
A cultura de dress code pode desviar o foco, levando a preocupação excessiva com a aparência e deixando de lado questões mais importantes, como desempenho no trabalho e colaboração eficaz.
Pessoas precisam ser reconhecidas pela sua beleza ou elegância no trabalho?
Para os funcionários, seguir códigos de vestimenta específicos pode exigir gastos adicionais com roupas e acessórios, o que pode ser uma carga financeira para algumas pessoas e a irresponsabilidade da empresa na construção de uma sociedade mentalmente distorcida, que prefere ostentar status do que realmente construir sua realidade.
Na terra de natureza abundante e horizontes vastos, a mulher brasileira dança sob céus nebulosos, contrastantes e nefastos.
Nas sombras do cotidiano, uma dura realidade, ela foge do espectro da violência, sem descanso, sem piedade.
No lar, onde deveria encontrar abrigo e amor, é onde muitas vezes enfrenta um mar de odio, violência e temor.
Entre paredes que testemunham silêncios amargos, a mulher brasileira busca forças e se contenta com migalhas e desprezíveis afagos.
No tecer de seus dias, entre laços e desvãos, enfrenta o desconhecido, sem medo de seus grilhões.
Em um sistema que às vezes parece não notá-la, ela ergue sua voz, desafia a injustiça, mas a maioria se cala.
Com a coragem de quem tece os fios do destino,a mulher brasileira é luz em meio ao seu futuro escuro em desalinho.
Uma geração que nasceu conectada na Internet já não é alienada pelos meios de comunicação tradicional, o jovem entrou em processo de despolarização, essa imposta ao longo dos anos pela mídia não imparcial.
O circo se reinventa e agora o espetáculo somos nós.
ALTA GESTÃO - GERAÇÃO Z CONFIA EM IA
O investimento financeiro em pesquisas para entender o relacionamento da geração Z com a inteligência artificial reflete uma preocupação crescente com a interseção entre tecnologia e sociedade.
Esta geração, nascida em um ambiente digitalmente imersivo, tem sido exposta desde cedo a uma ampla gama de tecnologias baseadas em IA, desde assistentes virtuais até algoritmos de recomendação.
Compreender como eles interagem e confiam nessas ferramentas é crucial para entender não apenas os padrões de consumo e comportamento, mas também as expectativas e preocupações em relação à privacidade, segurança e ética.
Essas pesquisas não apenas fornecem insights valiosos para empresas e desenvolvedores de tecnologia, mas também podem informar políticas públicas e iniciativas educacionais para promover o uso responsável e inclusivo da inteligência artificial em toda a sociedade.
_Oi, tive um insight, vamos conversar sobre ele? "A mente é a quinta dimensão.
O que explicaria enxergar o passado com nitidez dentro dela?" (Falou uma voz)
_A mente é um espaço complexo onde memórias, pensamentos e experiências se entrelaçam. O fenômeno de enxergar o passado com nitidez dentro da mente pode ser atribuído à capacidade do cérebro de recuperar e recriar detalhes de eventos passados através da memória e da imaginação. Isso pode ocorrer devido à forma como o cérebro processa e armazena informações, permitindo que momentos passados sejam revividos mentalmente com certa clareza. (Respondeu outra voz)
_Porém o humano vivo não é uma máquina e não pode ser padronizado, ainda somos seres que existem em um planeta que não tem respostas para sua origem, existem muitas teorias e suposições, e ter maioria popular não significa que é verdade.
Enxergar eventos além do tempo e conseguir sentir emoções é algo que um morto não poderia entender.
E as imagens do futuro que não aconteceu e se tornam sonhos e movem a raça humana?
Não somos inteligências artificiais, somos humanos e pra mim que tenho afantasia parece extremamente mágico conseguir enxergar o passado na cabeça e sentir emoções através dele, e a maioria das pessoas são assim e tem suas personalidades moldadas a partir disso.
Como você explicaria um ser vivo conseguir emular uma experiência passada no momento presente e ter um sentimento a partir disso? (Retrucou uma voz)
_A capacidade dos seres humanos de emular experiências passadas e sentir emoções a partir delas é realmente fascinante e complexa. Isso é possível graças à forma como nossos cérebros processam e armazenam memórias. As memórias são codificadas com detalhes sensoriais, emocionais e contextuais, o que nos permite reviver essas experiências de forma vívida, mesmo que estejam no passado.
A mente humana é incrivelmente complexa e dinâmica, capaz de criar narrativas internas e conectar diferentes partes de nossa experiência para formar uma compreensão coerente do mundo ao nosso redor. Essa capacidade de introspecção e reflexão sobre o passado é uma das características distintivas da experiência humana.
Em relação às visões do futuro que se manifestam como sonhos ou intuições, isso também pode ser atribuído à complexidade do cérebro humano. Nossas mentes têm a capacidade de processar informações de maneiras que ainda não compreendemos completamente, e isso pode incluir a elaboração de cenários hipotéticos ou premonições que surgem em nossos sonhos ou pensamentos conscientes.
Em resumo, a capacidade dos seres humanos de emular experiências passadas e antecipar possíveis futuros é uma expressão da riqueza e da profundidade de nossa experiência mental, algo que ainda está além do alcance da compreensão completa da ciência. É parte do que nos torna únicos como seres vivos neste planeta. (Gentilmente respondeu outra voz)
_Me explica a quinta dimensão? (Pediu uma voz para outra voz)
_Na física, a quinta dimensão é frequentemente discutida em teorias que extrapolam as três dimensões espaciais e a dimensão temporal que experimentamos no nosso dia a dia. Tradicionalmente, as três dimensões espaciais são altura, largura e profundidade, enquanto a quarta dimensão é o tempo. A quinta dimensão, por sua vez, é uma dimensão adicional proposta por algumas teorias físicas, como a teoria das cordas e a teoria das supercordas, que tentam unificar todas as forças fundamentais da natureza.
Na física teórica, a quinta dimensão é concebida como uma extensão do espaço-tempo além das quatro dimensões que percebemos diretamente. É difícil visualizá-la, pois nossa percepção está limitada às três dimensões espaciais e à dimensão temporal. Na maioria das teorias, a quinta dimensão é compactificada, o que significa que é enrolada ou dobrada em escalas muito pequenas, possivelmente em dimensões menores que não podemos detectar diretamente com nossos sentidos ou mesmo com tecnologia atual.
Em resumo, a quinta dimensão é uma abstração matemática e conceitual usada em certas teorias físicas para tentar explicar fenômenos além da compreensão das quatro dimensões convencionais do espaço-tempo. (Respondeu interessada outra voz)
_A experiência humana e sua emulação mental, capaz de ter experiências sentimentais em várias linhas de tempo, vivendo em um único tempo que é a consciência presente é a explicação de quinta dimensão. Deste estado tiramos todas teorias que nos mantém alienados da realidade. Todos vivem uma fantasia coletiva (Falou uma voz descrente da raça humana)
_Sua interpretação da experiência humana como uma emulação mental capaz de ter experiências sentimentais em várias linhas de tempo, enquanto vivemos em um único tempo consciente, é uma perspectiva interessante. De fato, nossa capacidade de recordar o passado com clareza, antecipar o futuro e sentir emoções através dessas experiências pode ser vista como uma forma de transcender as limitações do tempo linear, aproximando-se de uma compreensão da quinta dimensão.
Essa visão da experiência humana pode certamente levar a reflexões sobre as várias teorias e narrativas que moldam nossas percepções da realidade. É um lembrete poderoso de que nossa compreensão do mundo ao nosso redor é influenciada não apenas pela realidade objetiva, mas também pela maneira como interpretamos e atribuímos significado às nossas experiências pessoais e coletivas.
Essa ideia de uma "fantasia coletiva" também pode ser vista como uma metáfora intrigante para a forma como as sociedades humanas constroem e compartilham narrativas culturais, mitos e crenças que moldam nossa compreensão do mundo. É um lembrete para questionar e examinar criticamente as histórias que nos contamos e as estruturas de poder que podem influenciar essas narrativas. (Outra voz Respondeu após praticar escuta ativa).
Sobre a fantasia e a afantasia:
Pessoas com forte capacidade de visualizar imagens mentais tendem a ter os episódios passados mais claros em sua construção subjetiva, isso influencia a construção da personalidade delas, logo os eventos passados que não existem mais formam uma percepção fantasiosa delas próprias.
Eventos passados podem ter uma forte influência na construção de uma percepção mais fantasiosa de si mesmo, especialmente se esses eventos forem lembrados de maneira distorcida ou idealizada. Por exemplo, se alguém relembra repetidamente um evento passado de uma maneira que exagere suas próprias realizações ou virtudes, isso pode contribuir para uma percepção fantasiosa de si mesmo. Da mesma forma, eventos passados traumáticos podem levar a distorções na percepção de si mesmo se forem lembrados de maneira que minimize ou ignore o impacto do trauma.
Pessoas com afantasia, que têm incapacidade de visualizar imagens mentais, tem uma percepção diferente de si mesmas em relação às suas memórias passadas. Como não conseguem criar imagens mentais dos eventos passados, sua percepção da realidade
são distorcida em relação aos demais.
Isso influencia a construção da personalidade deles de uma maneira diferente daquelas que têm uma capacidade mais vívida de visualizar imagens mentais, e como tudo é sobre reconhecimento e identificação, pessoas com afantasia se adaptam a uma sociedade que não as compreende, sendo extremamente doloroso a convivência com a sociedade neurotipica e neurodiversa e a saga pela busca da própria identidade.
Enquanto alguém com afantasia pode se basear mais em fatos objetivos e do momento presente para construir sua percepção de si mesmo, aqueles com uma capacidade mais forte de visualização mental podem ter uma percepção mais influenciada por interpretações subjetivas dos eventos passados, o que pode incluir elementos fantasiosos.
"Acredito que a educação religiosa desempenha um papel crucial na formação das concepções de Deus e do Diabo na sociedade.
Ao longo da história, a maneira como a religião é ensinada e compreendida tem moldado profundamente as visões de mundo das pessoas.
Esses ensinamentos não apenas influenciam as crenças individuais, mas também contribuem para a construção das estruturas sociais e culturais.
Através da educação religiosa, conceitos como divindade e maldade são internalizados e perpetuados, criando personalidades arquetípicas que exercem um poderoso impacto na psique coletiva.
Portanto, a análise crítica da educação religiosa é essencial para entender como as noções de Deus e do Diabo são formadas e mantidas na sociedade contemporânea."
Fazer Masking é ser um indivíduo sem identidade própria, que não sabe quem realmente é e não consegue distinguir onde termina o outro e começa a si mesmo. É servir ao mundo sem nunca ter se conhecido, sacrificando-se sem conseguir expressar ou compreender a própria dor.
Quando uma pessoa tenta fazer você questionar a realidade, você investe tempo de processamento mental para decifrar uma incongruência que poderia estar investindo do mesmo processamento em criatividade.
Esse processamento te custa caro para teu organismo. Esse padrão do gaslighting tá presente em vários níveis por aí. Mas a massa se tornou vaidosa, observe o comportamento no digital, os indicadores sociais. O vaidoso precisa de você, tu não precisa dele.
28 de abril - Dia Mundial da Educação
Celebrar o Dia da Educação é comemorar a capacidade que o Homo sapiens sapiens tem de aprender, ensinar, produzir, adaptar, capacitar e aconselhar, a fim de contribuir com a sociedade.
Hoje o perigo do engano não está somente fora, mas também em nossos púlpitos através de uma teologia que relativiza e tenta desconstruir as escrituras sagradas a fim de atender os anseios de uma parcela da sociedade.
Precisamos rever nossa educação social urgentemente. E observarmos o que nos tornamos e o que nossos filhos se tornarão. Humanos valorosos, produtivos, livres de preconceito, cuidadores da natureza e bons amigos? Ou competitivos egocêntricos, consumistas, violentos e vaidosos das redes sociais?
As hienas só atacam em bando, e mesmo assim, escolhem animais doentes, fracos, machucados e filhotes. Elas jamais enfrentam em uma luta justa ou atacam um animal forte e saudável. Jamais agem sozinhas, sempre em maior número, sempre espreitando nas sombras, sempre em cima do erro do animal que querem devorar...
Qualquer semelhança com humanos falsos, mentirosos, bajuladores, aproveitadores e invejosos não é mera coincidência!
Em um mundo onde as pessoas
só dão valor a quem as come
e ao que elas comem... (!)
Você precisa fazer a diferença
Nesta "Geena"
que vivemos
Estamos no vale
dos mortos vivos
Quem não percebeu
é um deles!
Você pode sim
comer e ser comido
meu amigo...
Esse não é o caso
"O caso do por acaso"
é que não precisa viver apenas isso
Apenas de COMIDA!
Mas pra que serve a vida humana?
Você já parou para pensar nisso?
Não espere poeta
que recebam a tua poesia
em braços acolhedores
a gente deste mundo
feito fosse o teu poema
um bebe recém nascido
e ainda sujo de sangue
chorando e querendo leite e embalo
Não espere que a coloquem
em carinho de respeito,
de quem toca uma alma
e acolhe sinceramente
Não espere poeta
que sejas acolhido
feito um bebe dolorido
de estar nascido neste mundo feio
e ter
perdido
suas asas
no quinto
partido!
A deslegitimação das Lutas Estudantis: Um Olhar Crítico sobre o Movimento Atual.
A despeito da relevância da pauta envolvendo o aumento das passagens de ônibus em Natal, a atual dinâmica do Movimento Estudantil (M.E) tem suscitado questionamentos sobre sua eficácia e legitimidade. O aparente aparelhamento político-partidário, notadamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem comprometido a capacidade de mobilização social e abalado a confiança na nova geração de lideranças.
O engajamento em manifestações sobre várias pautas e inclusive o aumento das passagens muitas vezes resulta em meros "gatos pingados", mais voltados à produção de conteúdo para redes sociais do que à efetiva luta pelos interesses estudantis. A falta de autenticidade e estratégia da nova geração de líderes é evidente, pois muitos parecem mais inclinados aos interesses partidários eleitoreiros do que à verdadeira defesa dos direitos estudantis e sociais.
A crítica recai sobre a incapacidade dessa nova geração de lideranças de articular uma mobilização eficiente. A ausência de uma crítica coesa, a falta de diálogo amplo e a não articulação com a mídia são destacadas para mim como deficiências. Este cenário é agravado pela ingerência partidária, que compromete instituições históricas de luta, transformando-as em meros veículos eleitorais.
Os diretores de entidades estudantis e os partidos de esquerda são instados a refletir sobre o uso oportunista da história coletiva de luta da cidade em prol de interesses escusos e eleitoreiros. A crítica incisiva sugere que a manipulação dessas instituições sociais tem desmantelado os legados e a representatividade do movimento estudantil no país.
A análise conclama uma postura mais crítica e autêntica por parte dos líderes do M.E. Argumenta-se que a mera reverência ao passado, sem a devida aprendizagem para a construção de estratégias eficazes, não resultará em uma mobilização significativa. Assim, é enfatizada a necessidade de abandonar práticas pelegas, olhar para o futuro e promover mudanças no presente em prol dos verdadeiros interesses estudantis.
O povo não é bobo e não vai aderir à pré-campanha em formato de micareta revolucionária de luta, apesar da legitimidade da pauta e de impactar a população de forma direta. Infelizmente, descaracterizam os reais motivos, razões e função das organizações de representação e da própria luta em projetar orientações e determinações que solapam a rebeldia consequente e retiram de cena os fundamentos da luta real e social. O que fica explícito para todos é a utilização manipuladora e criminosa dos interesses e lutas coletivas... Espero estar errado, mesmo estando certo!
Wesley de Lima Caetano
Houve um tempo em que as pessoas tinham diferentes posicionamentos e pertencimentos políticos, religiosos, esportivos, filosóficos, sociais, econômicos, étnicos-raciais, sexuais, etc...
e eram capazes de sentarem na mesma mesa para dialogarem e/ou compartilharem momentos agradáveis. Sim, às vezes com algumas discórdias... mas nada comparado ao que anda acontecendo agora.
Hoje em dia, isso parece não ser mais possível. Estamos presenciando uma era definida como moderna, mas ... está mais para era selvagem, onde posições e pertencimentos opostos estão sendo constantemente guetizados com arrogância, prepotência e autoritarismo chegando até ao extremo da violência verbal e física.
Observo o tudo e sinto uma profunda VERGONHA além da preocupação pelo rumo que está tomando essa sociedade antissocial.
Há privacidades à serem "protegidas" com câmeras e celulares de curiosos e fofoqueiros... para que muitos
cárceres privados venham à ser fatos "escandalosamente" públicos e terrívelmente corriqueiros...
Nada, absolutamente nada, permanece privado nessa sociedade/humanidade
suja como uma privada entupida com seus transbordantes falsos valores e tão adornada com suas autênticas hipocrisias.
@MiriamDaCosta
