Sociedade

Cerca de 11963 frases e pensamentos: Sociedade

⁠Numa sociedade
onde a corrupção e a trapaça,
respingam imaculadosares
de naturalidade,
quem recusa corromper-se
é acusado de trapaceiro
e corrupto!

Inserida por maurotoledo

⁠Aquilo
que muitos vulgarizam como
princípios morais da sociedade humana,
na verdade, são arremedos transitórios
de um fundamento maior ora esquecido;
ou, inadvertidamente desprezado,
que em tempos de tresloucadas
'vias tortas', sobrevém para
nos relembrar e corrigir:
a Ética!

Inserida por maurotoledo

⁠... numa
sociedade em que
a corrupção e a trapaça
alegremente respingam seus
imaculados ares de normalidade,
quem recusa corromper-se
é acusado de corrupto
e trapaceiro!

Inserida por maurotoledo

⁠Arte é um reflexo da sociedade em que é produzida, e tem o poder de influenciá-la e moldá-la. Comunica ideias e tem prazo de validade longo.
Exemplo: a tinta na tela, o lápis no papel, criam imagens figurativas ou abstratas que estimulam a criatividade, a coordenação motora, a percepção das cores, a comunicação, a sensibilidade, e a capacidade de concentração e expressão. Produtos economicamente viáveis são transformados em obras de arte, que estimulam habilidades, propósitos, ideias e que vão deixar um legado em diversas gerações.
A arte é cíclica, tem inúmeras informações, reflexões e transformações. É sustentável!

Inserida por RenataBravo

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: DO ENTENDIMENTO ANTIGO À SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA.
A Quarta-Feira de Cinzas é uma data que integra o calendário religioso cristão ocidental como o início formal do período de Quaresma, e ocorre quarenta e seis dias antes da celebração da Páscoa, variando anualmente com base na data pascal.

DO QUE SÃO FEITAS AS CINZAS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS?
A Igreja determina claramente que nem toda cinza pode ser utilizada no rito de imposição. A cinza da Quarta-Feira de Cinzas vem da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Elas recebem a água benta e são aromatizadas com incenso.

Origem Histórica e Seu Contexto Religioso.
No seio da tradição cristã, especialmente na Igreja Católica, a Quarta-Feira de Cinzas inaugura uma fase de reflexão, penitência e jejum que prepara espiritualmente o fiel para a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Páscoa. Esse período de quarenta dias - a Quaresma - remete ao tempo de quarenta dias que, segundo a narrativa bíblica, Jesus passou em jejum e tentação no deserto antes de iniciar seu ministério público. ( Evangelho de Lucas 4,1-13 )

A prática de associar as cinzas à penitência remonta a tempos antigos, inclusive prévios ao cristianismo formal, sendo um símbolo de arrependimento, tristeza e reconhecimento da fragilidade humana nos relatos do Antigo Testamento.

Personagens como Jó, Daniel e a população de Nínive cobriram-se de cinzas e vestiram sacos de pano como gesto de contrição e súplica diante de Deus.
Na Bíblia, cobrir-se de cinzas (frequentemente acompanhado de vestir pano de saco) era um gesto cultural e religioso que simbolizava luto profundo, humilhação, arrependimento sincero ou desespero. Esse ato demonstrava a fragilidade humana e a dependência de Deus.
Aqui estão os principais personagens e grupos que se cobriram de cinzas:
Jó: Após perder seus filhos e bens, e ser afligido por doenças, Jó sentou-se no meio da cinza como sinal de luto e, posteriormente, declarou arrepender-se "no pó e na cinza" (Jó 2:8; 42:6).
Mardoqueu: Ao saber do decreto de Hamã para destruir os judeus na Pérsia, Mardoqueu rasgou suas vestes, vestiu-se de pano de saco e cobriu-se de cinzas em um ato de grande consternação e clamor (Ester 4:1).
O Rei de Nínive e o Povo: Após a pregação de Jonas, o rei de Nínive levantou-se do trono, tirou o manto, cobriu-se de pano de saco e sentou-se sobre cinzas, ordenando um jejum nacional como sinal de conversão (Jonas 3:5-6).
Daniel: O profeta Daniel relatou que se voltou ao Senhor Deus para buscá-lo com orações, jejuns, pano de saco e cinzas, ao interceder pelo seu povo (Daniel 9:3).
Rei Acabe: Após o profeta Elias condenar suas ações, o rei Acabe rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou, agindo com humildade (1 Reis 21:27).
Tamar: A filha do rei Davi, após ser violentada por seu meio-irmão Amnon, cobriu a cabeça com cinzas e rasgou a túnica como sinal de dor e desonra (2 Samuel 13:19).
Significado Bíblico:
O uso de cinzas era um reconhecimento visual de que o ser humano é "pó e ao pó voltará" (Gênesis 3:19), indicando a necessidade de purificação e conversão radical de vida.

No contexto cristão primitivo, penitentes públicos e pecadores graves eram submetidos a ritos de expiação que incluíam a cobertura com cinzas e a separação da comunidade até a reconciliação final. Com o tempo essas práticas de penitência pública evoluíram para um rito comunitário mais inclusivo, de forma que, desde aproximadamente o século XI, a imposição de cinzas passou a ser uma cerimônia litúrgica regular em toda a cristandade ocidental.O que ocorre no século XI é a universalização e regulamentação desse gesto no âmbito da liturgia oficial da Igreja Latina. O contexto é o das reformas eclesiásticas associadas à chamada Reforma Gregoriana, ligada ao pontificado de Papa Gregório VII. Nesse período, buscou-se maior uniformidade ritual e disciplina clerical. A imposição das cinzas deixa de ser um ato restrito aos penitentes públicos e passa a ser aplicada a todos os fiéis no início da Quaresma.
Um marco importante nesse processo foi o Concílio de Benevento, realizado em 1091 sob o pontificado de Papa Urbano II, o mesmo pontífice que convocaria a Primeira Cruzada em 1095. Esse concílio recomendou que todos os cristãos recebessem as cinzas na Quarta Feira de Cinzas, consolidando o rito como parte integrante do calendário litúrgico.

O Porquê das Cinzas: Significados Simbólicos e Antropológicos
As cinzas, como elemento, carregam uma potente carga simbólica. Antropologicamente, elas representam aquilo que resta do que foi consumido pelo fogo - morte, efemeridade, purificação e renovação. Em muitas culturas antigas, o uso de cinzas em rituais estava associado a tristeza e arrependimento profundo, um gesto de humildade diante dos deuses ou diante da própria condição humana.

Para a Igreja, esse ritual assume essas mesmas conotações, lembrando o fiel de sua mortalidade e da necessidade de conversão. Ao ser feita a imponência das cinzas na testa dos participantes geralmente em forma de cruz, pronuncia-se uma formulação tradicional que ecoa o relato do livro de Gênesis: “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar.” Essa frase retoma a ideia de que a existência terrestre é provisória e suscetível ao arrependimento e à transformação espiritual.

Nesse sentido, as cinzas funcionam como um memento mori - um chamado humano e universal à consciência da finitude e à busca de um sentido além do imediato. O antropólogo e historiador das religiões reconhece que tais símbolos, embora incorporados a práticas específicas como as da Igreja, dialogam com estruturas cognitivas universais: o fogo purifica, o pó remete à origem e à dissolução da forma, e o ritualiza-se como mediação entre o humano e o sagrado.
Sociedade e Transformações da Tradição.
A Quarta-Feira de Cinzas também marca uma fronteira cultural: o fim das festividades do Carnaval, festa popular de exuberância coletiva marcada por danças, folias e excessos, e o começo de um período mais contido e introspectivo. Historicamente, o Carnaval evoluiu de celebrações mais antigas de despedida das festas de inverno e de libertação social antes do período de abstinência quaresmal. Em muitas sociedades cristãs, essa transição representava tanto um encerramento de libertinagem quanto uma preparação moral e religiosa para o tempo de penitência.

No Brasil, essa encenação cultural e religiosa ainda é manifesto vivo - as ruas vibram intensamente até a madrugada da Quarta-Feira de Cinzas, quando então os espaços festivos cedem lugar a um silêncio ritualizado, simbólico de introspecção, autocrítica e reintegração à ordem social cotidiana.
Fontes Fidedignas para Estudo
Para compreender em profundidade a Quarta-Feira de Cinzas e seus significados:
A enciclopédia Britannica oferece uma visão concisa e historicamente ancorada da origem cristã e da evolução litúrgica da data.

Conclusão.
A Quarta-Feira de Cinzas é, portanto, uma celebração ritual que sintetiza a memória cultural, a simbolização religiosa e a consciência antropológica da mortalidade humana, funcionando como um ponto de inflexão entre a festa popular e a reflexão espiritual, entre o corpo e o espírito. Ela nos lembra que qualquer jornada de sentido exige reconhecimento de nossas limitações e, ao mesmo tempo, uma busca consciente de transformação.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Trabalhe, a mente ociosa é danosa para si mesmo e para a sociedade.”

Inserida por JohnnyDeCarli

“Quanto mais aprendemos, mais útil nos tornamos para nós e para a sociedade.”

Inserida por JohnnyDeCarli

"Cultive o hábito de controlar o que fala quando em sociedade, como reage quando em família e o que pensa quando estiver só."

Inserida por JohnnyDeCarli

⁠Aquele que se isola da sociedade para viver em contemplação buscando o estado de graça e pureza da alma, é comparado ao aluno que abandona a escola renunciando ao aprendizado necessário à evolução

Inserida por Valdecir

⁠o ser humano tem necessidade de viver em sociedade e dessa convivência nasce direitos e obrigações que devem ser respeitados.

Inserida por Valdecir

⁠Vejo a sociedade como um grande Tribunal constituído por juízes parciais que julgam seus semelhantes a bel-prazeres. o que conforta é que com os mesmos critérios que julgam, também são julgados.

Inserida por Valdecir

⁠Se você encontrar a sorte faça com ela uma sociedade e põe em prática todos os seus projetos.

Inserida por Valdecir

A inveja é a escória da sociedade!

Inserida por tucafriba

⁠Ser bem-sucedido vai muito além do materialismo imposto pela sociedade. Ser bem-sucedido é chegar ao final da vida sem se importar com a última peça de roupa que irá vestir, pois sucesso nunca foi ter e sim ser. Seja feliz agora, sem que para isso você necessite de algo palpável para lhe trazer a triste ilusão de felicidade, pois a verdadeira felicidade não se toca, não se compra, apenas se sente e não há dinheiro no mundo que a fará ser conquistada.

Inserida por tucafriba

⁠⁠⁠A ignorância é assustadora, pois ela é uma forte ameaça a integridade da sociedade e do Estado.

Inserida por tucafriba

⁠Difícil mesmo é nos aceitarem fora dos padrões exigidos pela sociedade. Não se molde para caber no mundo do outro, pois você só encontra o que é verdadeiro naquele que te aceita do jeitinho que você é. Lembre-se sempre que, os modelos, como aqueles que encontramos nas vitrines, geralmente são ocos por dentro.

Inserida por tucafriba

⁠⁠São tantas ofertas de corpos perfeitos que encontramos nas redes sociais, o espelho da sociedade, que o mundo deixou de ser interessante. Não existe mais um diferencial, o que temos é a mesmice de sempre, uma futilidade que impera. Em que momento permitimos que a essência fosse substituída pela aparência?! Será que pela falta de amor próprio, por um ego destrutivo ou por um vazio que insiste em não se curar?!

Inserida por tucafriba

Quando necessitares de aprender a ser genuinamente hipócrita, procura a sociedade, esta ensina-te com excelência e perfeição.

Inserida por JoniBaltar

São as diferentes opiniões e o pensamento crítico que enriquecem uma sociedade civilizada.

Inserida por NSabino

Os cargos não são vitalícios. Os actos de demissão e de exoneração são normais numa sociedade civilizada.

Inserida por NSabino