Sobreviver
Seguindo em Frente
Tem dias em que dá vontade de nem sair da cama. Nem encarar os compromissos do dia.
Nesses dias, a gente queria ficar apenas quieto em nosso canto, esquecer o mundo e as pessoas que nos magoam todos os dias. Queria ter coragem para mudar, mas não consigo; não tenho forças.
Me isolar. Fugir. Me esconder.
Mas sempre me pego chorando e triste. Aquela dor no peito começa a pulsar, a tristeza tenta vencer.
Forço um sorriso, para que as pessoas não percebam como estou destruído por dentro. Meu coração aperta e bate devagar.
Precisamos de coragem para sobreviver mais um dia nesta selva de pedras, seguindo em frente e esquecendo a dor e a mágoa.guindo em Frente
Tem dias em que dá vontade de nem sair da cama. Nem encarar os compromissos do dia.
Nesses dias, a gente queria ficar apenas quieto em nosso canto, esquecer o mundo e as pessoas que nos magoam todos os dias.
Queria ter coragem para mudar, mas não consigo; não tenho forças.
Me isolar. Fugir. Me esconder.
Mas sempre me pego chorando e triste. Aquela dor no peito começa a pulsar, a tristeza tenta vencer.
Forço um sorriso, para que as pessoas não percebam como estou destruído por dentro. Meu coração aperta e bate devagar.
Precisamos de coragem para sobreviver mais um dia nesta selva de pedras, seguindo em frente e esquecendo a dor e a mágoa.
Na desconcertante modernidade, a loucura muitas vezes faz parte imprescindível, da relativa sanidade em que vivemos.
Nunca, em nenhuma hipótese, perca a alegria de estar vivo ou desista de sorrir, agindo assim, você para de sobreviver e passa a viver!
Sou uma guerreira. Depois de todas as quedas, todos os roxos, estou aqui. Firme e forte pra enfrentar um batalhão. Sobrevivi ao primeiro amor, amores não correspondidos, decepções de amigos e brigas com a mãe. Hoje olho pra trás e posso dar risada de como me senti e de como reagi. Pude aprender com meus erros, pude crescer. E sabe, por mais que eu tenha cometido erros, não tenho como me arrepender. Tenho muito orgulho de quem me tornei.
Muitos tentaram e muitos estão constantemente tentando, buscando tornar realidade a equidade social apenas existente nas muitas discussões das diferenças entre a alta-roda e a arraia-miúda, mas o sistema que empodera a minoria 'et malum'. Sucumbem à ele todos os que o tentam modificar. 'Sobreviver-lhe' [Voltaire] realmente já é uma grande façanha.
"Viver e' viver.
Onde vives?.
Viver não e' morar!..
Onde moras?.
Morar e' ainda viver, mas aonde morar?.
Nem sempre moro no mesmo lugar, mas
sempre vivo no mesmo lugar.
Há muitas moradas e somente um viver...
Os outros viveres são sobreviveres.
Diante do inevitável, fantasiamos uma sobrevida.
Há ainda outro viver que e' aquele que transcende
o ser e reside no pensamento, depois de desgarrar
da certeza existencial e buscar acalento na poesia da vida.
No limiar do instinto desperta a intuição que funciona com
a liberdade do pensar.
_assim diz um viajante do tempo.
"Um bom ouvinte é aquele que escuta muita coisa errada, e mesmo discordando internamente, consegue sobreviver àquele mar de tantas bobagens..."
"É muito importante estarmos atentos ao que acontece ao nosso redor. Não é questão de cautela excessiva. É só um modo mais seguro para se tentar sobreviver."
Gosto de confiar nas pessoas.
Gosto de acreditar que ninguém age de má-fé, que o erro cometido foi só fruto da imperfeição humana.
Minha visão de mundo está errada? Pode ser.
Mas é essa forma que me faz sobreviver, ao achar que a humanidade ainda tem jeito!...
Tem coisas na vida que acontecem e deixa tamanha cicatriz com marcas que teremos que viver com elas para sobreviver.
Hoje acordei e durante quase duas horas, fiquei olhando para o teto branco do meu quarto, e não era um olhar de admiração, não era. Era um olhar para o nada ou para tudo. Faltava-me força para levantar. As dores eram horríveis. Não sentia firmeza nas pernas, meu coração batia descompassado e num ritmo tal qual a bateria da Mocidade Independente. Meus olhos ardiam. Calafrios sequenciais. Sentia minha boca seca e meu corpo queimando em brasas. Resolvi consultar um médico, e lá fui eu sentar em frente ao computador, porque, afinal de contas, quem tem Google, não precisa de um médico real, ou precisa? Então, sentada com meu “médico”, disparei as pesquisas na página de busca, coloquei todos os sintomas, e ele, o Google, ou meu doutor, em segundos me deu inúmeras possibilidades: Chikungunya, dengue, zika, malária, pneumonia e tantas outras. Acreditei ser meu fim. Voltei para a cama e achei que chamar um padre para a extrema-unção seria o melhor a fazer, não custa nada estar preparada, mas, não o fiz. Por alguns instantes parei para pensar na vida, na minha vida, vida essa que não me deixa viver. Que me faz refém da rotina que eu mesma criei. Rotina essa que me consome dia após dia; falta de tempo ou de uma organização que não me deixe tempo hábil para fazer coisas prazerosas das quais preciso tanto: dançar, ir ao parque, cinema, teatro, rever amigos. Coisas que, por conta da correria, acabo deixando para depois, só que esse depois nunca se torna agora. Após essa breve análise, descobri que não tinha doença nenhuma para aquela imensa fadiga, desânimo, dores da alma. Realmente não era nenhuma patologia. Eu não estava doente: o que eu tinha era vida. Ou não tinha! Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
A verdade não precisa ser gritada para existir, mas a mentira sempre precisa de plateia para sobreviver. No fim, o tempo não silencia a verdade - ele apenas deixa a mentira falar sozinha.
Seja organizado, disciplinado e determinado para alcançar qualquer coisa na vida. Faça o contrário e aguarde sobreviver e aceitar qualquer coisa na vida.
