Sobrevive Amor Acima de tudo
Mas ter dinheiro não quer dizer que eu tô
Feliz com tudo que tá acontecendo
Sabendo que dinheiro é a raiz do mal
Que plantaram, adivinha quem tá colhendo?
Minha cabeça estremece com todo o esquecimento.
Eu procuro dizer como tudo é outra coisa.
Falo, penso.
Sonho sobre os tremendos ossos dos pés.
É sempre outra coisa, uma
só coisa coberta de nomes.
E a morte passa de boca em boca
com a leve saliva,
com o terror que há sempre
no fundo informulado de uma vida.
Sei que os campos imaginam as suas
próprias rosas.
As pessoas imaginam os seus próprios campos
de rosas. E às vezes estou na frente dos campos
como se morresse;
outras, como se agora somente
eu pudesse acordar.
Por vezes tudo se ilumina.
Por vezes canta e sangra.
Eu digo que ninguém se perdoa no tempo.
Que a loucura tem espinhos como uma garganta.
Eu digo: roda ao longe o outono,
e o que é o outono?
As pálpebras batem contra o grande dia masculino
do pensamento.
Deito coisas vivas e mortas no espírito da obra.
Minha vida extasia-se como uma câmara de tochas.
tinha vontade de deixar de ser
só pra ver como é ser outro ser
se há um Ser
ser tudo sem ser
se nada é depois deste ser
ser
vontade
deixar
ser
piu
onde direciono minha maneira de enxerga o tudo é todos vejo abundancia como a natureza em sua exuberância , só não posso frisar o mesmo nos humanos fazemos com nosso planeta.
O PESSIMISTA
A muito tempo viveu em uma cidade chamada alegria...um homem que a tudo temia
Quando chovia, ele logo dizia
Hoje não irei sair...pois com toda essa tempestade e trovões, um raio poderá me atingir
Pessimista ele era...em tudo só via tragédia...tinha medo que algo de mal pudesse lhe acontecer...
Se o sol despontasse no céu
ele logo se escondia...
E bem antes da noite cair...para casa as pressas corria...
Tranca portas e janelas, parecia um prisioneiro...tinha medo de tudo...assim vivia o medroso fazendeiro
Os amigos preocupados tentavam lhe ajudar...faziam de tudo
Mas tudo era em vão...o homem não queria escutar
Os dias foram passando...a idade também...ele foi ficando velhinho
Já não falava com quase ninguém
Por ser agora idoso, tinha medo de se contaminar...com um tal de corona vírus que veio para matar
Mais de nada adiantou...o fazendeiro de velhice morreu
Não pegou nenhuma doença
Mas a vida com alegria nunca viveu.
Resumo
O personagem do meu texto foi bastante prevenido...e justo ser assim!!! Concordo com ele!!!
Nunca por doenças ele se contaminou...mas pelo medo foi contaminado
Deixou de viver a vida, e os momentos de alegria...e tudo por ter criado uma realidade que não existia, a de que todos iam adoecer por uma bactéria que ninguém conhecia
Como meu personagem, existe muito por ai...estão deixando de viver por terem medo de tudo, e não apenas medo do vírus...
Como falei...e justo sermos prevenidos sim...porém medo não devemos ter...
NÃO TENHA MEDO TENHA FÉ
Tudo que até hoje vivi não foi suficiente para me fazer chegar onde eu queria...
Posso até nessa minha caminhada nunca alcançar meus objetivos...
Mais nem por isso deixarei de caminhar...continuarei a trocar passos em minha solitária estrada.
BOAS LEMBRANCAS
Saudade do meu tempo de criança
Da cumplicidade da vida
De quando tudo era cimples
Do café coado no coador
Saudade da minha rua
Do meu bairro
Do meu primeiro beijo...
Pra que que a gente cresce!?
“Você pode nunca se recuperar do luto e está tudo bem... Perder alguém que foi muito é viver no nada. E de alguma forma isso é compreensível”.
7 vezes me peguei pensando
Minha garganta de nó atada
Sufoco enquanto tudo turva
Sinto-me em corda bamba
Meus desastres aumentam
Cada dia que vejo meu reflexo
Magoado ao lembrar do beijo
É por você que tenho desejo
A proxima segue apunhalando
Cicatrizes das batalhas por ti
Seu sorriso, lança que atinge
Digo que essa gota contém
Kilos e kilos de angústias
Horas que o peito restringe
CAMINHOS (trecho)
... Tudo que vem de você encanta!
O olhar em flerte
a discrição do riso
o jeito lindo de ser linda sempre.
Tudo,
até mesmo aqueles momentos
em que preferes o silêncio às palavras...
A MAIS BELA FLOR
Tudo que dissestes em nome de Deus
Olho logo vejo um retrato teu
Pra que mentir?
Menti pra mim
Olhando esses quadros lembro de você
Daquele seu jeito manhoso de ser
Pra que mentir?
Menti pra mim
Você é como a mais bela flor
Cheia de espinhos que me machucou
Pra que mentir?
Menti pra mim
Procuro num belo dia encontrar
Uma flor mais linda pra me machucar
Não vou enganar
Nem mesmo a mim
Diante da fraqueza
Diante de circunstâncias em que penso ou digo:
'Tudo o que estava ao meu alcance foi tentado.'
'Nada mais posso fazer!'
'Resta, apenas, confiar em Deus!'
Chego até a sentir um alívio diante da minha fraqueza!
Lembro-me da fala de São Paulo:
'Quando sou fraco, é que sou forte.'
Tão límpido isso depois que tiramos o véu da descrença!
Não tenho mais forças!
Sou então 'forçada' a deixar a questão nas mãos de Deus.
Ora, mas quem é Deus?
Ninguém menos que o Todo-poderoso!
Aquele ao qual eu já deveria ter recorrido
Desde o início das minhas batalhas.
Aquele com quem eu já deveria ter falado
E consagrado, de coração, as minhas lidas.
Não é incrível que Ele seja o Todo-poderoso
E que, ainda assim, esteja tão perto de mim?
Não é extraordinário que tenhamos a Ele livre acesso?
Não é incompreensível que dele nos esqueçamos?
Não é adorável que Ele nos ame tanto e espere por nós?
Bendita seja a fraqueza que me faz lembrar do Pai!
Bendito seja o fracasso que me leva para Deus!
Bendita seja a esperança que brota da queda!
Bendito seja Deus, que nos reergue sempre por sua misericórdia!
