Sobrevive Amor Acima de tudo
"Há tantas pessoas fazendo de tudo para ir para o inferno que dá a ilusão de ser um lugar agradável."
-Antigamente era assim:
namorava-se no portão, noivava-se na sala
e casava-se na cama.
Tudo tão simples, e dava certo!
☆Haredita Angel
Dizem que, com o tempo, tudo passa,
mas a saudade de você nunca passou.
Gostaria de te ter aqui,
te mostrar o meu valor
e a neta incrível que uma de suas filhas gerou.
Falam que precisamos aceitar a perda,
mas como?
Fingindo não sentir falta
e sendo rude quando falam sobre?
Confesso que, se tivesse você aqui,
as coisas seriam mais fáceis…
Bem, eu arrisco em dizer que seriam.
Quero poder ser o que não foram,
para que você veja e possa se orgulhar.
Me pergunto se aí de cima você ainda me olha,
e se, me olhando, ainda se orgulha,
se ainda sorri pra mim
se o seu amor por mim não acabou no seu desviver
Porque uma das razões do meu viver
é você.
"O passado não volta.
O futuro é incerto.
O presente é tudo o que temos, ele está aqui,
neste momento em nossas mãos.
Tudo que temos que fazer é vivê-lo!"
Simples assim...!
☆ Haredita Angel
-Me perguntam quem sou?
Respondo: Não sei...
Às vêzes, até sei como sou, mas é tudo tão rápido...
☆Haredita Angel
"Tenho muito cuidado com tudo que guardo dentro de mim.
Pois sei que serei minha própria herdeira."
☆Haredita Angel
Hoje fiz tudo do meu jeito.
Mas, sempre dando o melhor de mim.
Agora vou dormir em paz.
☆Haredita Angel
A súbita e idealizada paixão política
faz quase tudo descambar para o esvaziamento medonho
do debate público.
Não é a paixão em si que corrompe o diálogo, mas a forma descarada como ela se instala: rápida demais, inflamada e, sobretudo, impermeável.
Quando a política deixa de ser um campo de construção coletiva e passa a funcionar como extensão da identidade individual, qualquer discordância soa como ameaça — não a uma ideia, mas à própria pessoa.
Nesse ponto, o debate deixa de ser uma troca e se transforma em confronto.
A idealização cumpre um papel ainda mais sutil.
Ela simplifica o mundo, reduz complexidades e oferece narrativas muito fáceis, quase reconfortantes.
Há sempre heróis irrepreensíveis e vilões absolutizados.
Mas o preço dessa simplificação é alto demais: perde-se a nuance, a ambiguidade e, com elas, a possibilidade de compreender o outro.
Sem isso, não há debate — apenas reafirmação.
O esvaziamento do debate público já não acontece por falta de opiniões, mas pelo excesso de certezas.
Quando todos já chegam convencidos, o espaço comum deixa de ser um lugar de escuta e passa a ser um palco de monólogos simultâneos.
Argumentos são substituídos por rótulos, e a dúvida — elemento essencial do pensamento — passa a ser vista como fraqueza.
Talvez o desafio não seja conter a paixão política, mas desacelerá-la.
Permitir que ela amadureça, que conviva com a dúvida, que aceite a frustração.
Uma paixão que não precise ser absoluta para ser verdadeira.
Porque é nesse intervalo — entre convicção e a escuta — que o debate pode, enfim, voltar a existir.
A tolerância da existência
Somos objeto de estudo?
Somos dinossauros, pois tudo que criamos é simplicidade e já foi criado.
Todas as ideias já foram pensadas por outros pensadores.
Somos alienígenas numa alienação parental.
Para poucos, ousamos ser cegos, pois a inércia te torna feliz até morrer.
