Sobrevive Amor Acima de tudo
A reflexão de hoje consiste na avaliação do comportamento humano, ele se alinha a conduta coletiva e fortalece o individualismo sentimental criando abismo moral e promovendo um futuro caos que se justifica ao prazer do momento.
Raiva um sentimento estopim da irá e do ódio ambos destrutivos ao humano e inevitáveis a toda existência!
A deslegitimação das Lutas Estudantis: Um Olhar Crítico sobre o Movimento Atual.
A despeito da relevância da pauta envolvendo o aumento das passagens de ônibus em Natal, a atual dinâmica do Movimento Estudantil (M.E) tem suscitado questionamentos sobre sua eficácia e legitimidade. O aparente aparelhamento político-partidário, notadamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem comprometido a capacidade de mobilização social e abalado a confiança na nova geração de lideranças.
O engajamento em manifestações sobre várias pautas e inclusive o aumento das passagens muitas vezes resulta em meros "gatos pingados", mais voltados à produção de conteúdo para redes sociais do que à efetiva luta pelos interesses estudantis. A falta de autenticidade e estratégia da nova geração de líderes é evidente, pois muitos parecem mais inclinados aos interesses partidários eleitoreiros do que à verdadeira defesa dos direitos estudantis e sociais.
A crítica recai sobre a incapacidade dessa nova geração de lideranças de articular uma mobilização eficiente. A ausência de uma crítica coesa, a falta de diálogo amplo e a não articulação com a mídia são destacadas para mim como deficiências. Este cenário é agravado pela ingerência partidária, que compromete instituições históricas de luta, transformando-as em meros veículos eleitorais.
Os diretores de entidades estudantis e os partidos de esquerda são instados a refletir sobre o uso oportunista da história coletiva de luta da cidade em prol de interesses escusos e eleitoreiros. A crítica incisiva sugere que a manipulação dessas instituições sociais tem desmantelado os legados e a representatividade do movimento estudantil no país.
A análise conclama uma postura mais crítica e autêntica por parte dos líderes do M.E. Argumenta-se que a mera reverência ao passado, sem a devida aprendizagem para a construção de estratégias eficazes, não resultará em uma mobilização significativa. Assim, é enfatizada a necessidade de abandonar práticas pelegas, olhar para o futuro e promover mudanças no presente em prol dos verdadeiros interesses estudantis.
O povo não é bobo e não vai aderir à pré-campanha em formato de micareta revolucionária de luta, apesar da legitimidade da pauta e de impactar a população de forma direta. Infelizmente, descaracterizam os reais motivos, razões e função das organizações de representação e da própria luta em projetar orientações e determinações que solapam a rebeldia consequente e retiram de cena os fundamentos da luta real e social. O que fica explícito para todos é a utilização manipuladora e criminosa dos interesses e lutas coletivas... Espero estar errado, mesmo estando certo!
Wesley de Lima Caetano
A incerteza é uma constante na gestão pública e na vida. Muitas vezes, somos levados a acreditar que só podemos agir quando estivermos completamente preparados, mas a realidade demonstra o contrário: é no próprio processo que adquirimos a experiência e o conhecimento necessários para lidar com desafios. A frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" ilustra bem essa dinâmica e se alinha diretamente ao conceito de planejamento situacional, desenvolvido por Carlos Matus.
Matus, um dos principais teóricos da administração pública na América Latina, argumentava que o planejamento tradicional, rígido e baseado na previsibilidade, falha diante da complexidade e da constante mudança dos cenários sociais e políticos. Em contrapartida, seu modelo de planejamento situacional propõe uma abordagem flexível, na qual a tomada de decisões ocorre de forma contínua e ajustável, à medida que a realidade se transforma.
Este texto explora como essa perspectiva pode ser aplicada à gestão pública, destacando a importância da aprendizagem em movimento, da adaptação constante e da necessidade de gestores que compreendam que a prontidão não é um estado prévio à ação, mas sim um resultado dela.
Portanto a frase “uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo” reflete uma perspectiva que ressoa profundamente com o planejamento situacional proposto por Carlos Matus, em sua análise da gestão pública, particularmente no contexto da incerteza, da dinamicidade e da complexidade dos processos administrativos e sociais. Essa ideia pode ser entendida como um convite à flexibilidade e à adaptação contínua, elementos centrais no pensamento de Matus e na prática da gestão pública.
Planejamento Situacional de Carlos Matus
Carlos Matus, um dos principais teóricos latino-americanos em gestão pública, argumenta que o planejamento tradicional muitas vezes falha ao tentar ser rígido e previsível, em um ambiente social e político marcado pela incerteza e pela dinamicidade. Ele propõe, portanto, o planejamento situacional, que se caracteriza pela adaptabilidade e pela flexibilidade do planejamento, permitindo que ele seja moldado conforme as circunstâncias e o contexto que vão se desenrolando ao longo do tempo.
O planejamento situacional de Matus coloca em primeiro plano o aprendizado contínuo, a tomada de decisões descentralizada e o reconhecimento de que, enquanto a ação acontece, a realidade vai se alterando, e isso demanda ajustes constantes. A frase citada está intrinsecamente ligada a esse conceito, uma vez que sugere que a "prontidão" não é algo a ser alcançado antes de iniciar a ação, mas, ao contrário, é um processo contínuo de aprendizado e adaptação.
Análise Comparativa com o Planejamento Situacional
Incerteza e Flexibilidade
Planejamento Tradicional: Muitas vezes, o planejamento tradicional parte da ideia de que é possível e necessário prever e controlar todos os fatores possíveis antes de agir. Esse enfoque tende a ser rígido e, portanto, falha em lidar com a imprevisibilidade dos processos sociais e administrativos.
Planejamento Situacional: A frase pode ser vista como uma metáfora para o próprio planejamento situacional, onde a prontidão não é um pré-requisito para começar, mas sim algo que se conquista ao longo do processo, através da interação contínua com a realidade que está sendo gerida. O planejamento se ajusta e evolui com a dinâmica do ambiente, o que reflete uma visão mais aberta e adaptativa da gestão pública.
Descentralização e Processos Iterativos
Planejamento Tradicional: Muitas vezes é centralizado, com decisões tomadas de forma hierárquica e linear, sem espaço para reavaliações contínuas ou ajustes no caminho.
Planejamento Situacional: O conceito de que a pessoa se torna "pronta durante o processo" se alinha com a ideia de que os gestores públicos aprendem e se adaptam ao longo do tempo. Não é preciso esperar um momento de perfeição ou "prontidão", mas sim agir de forma iterativa, ajustando-se conforme novas informações e desafios se apresentam. Este processo de aprendizado constante é fundamental para o planejamento situacional.
Processo de Ação
Planejamento Tradicional: Ação é vista muitas vezes como algo que deve ser conduzido conforme uma estratégia previamente estabelecida, com pouca margem para improvisação ou mudanças durante a execução.
Planejamento Situacional: Em contraste, no planejamento situacional, a ação e o planejamento se misturam. O planejamento é simultâneo ao fazer, e as decisões não são rigidamente preestabelecidas. Em vez de uma visão linear, a realidade vai sendo adaptada à medida que a ação acontece. A frase exemplifica essa visão, pois sugere que a pessoa adquire o conhecimento necessário para estar "pronta" ao agir e aprender no caminho.
Gestão Pública
Planejamento Tradicional: Em muitas administrações públicas tradicionais, a ênfase é colocada em estabelecer metas e controle rigidamente definido, com um foco na previsibilidade e no cumprimento de prazos de forma rígida. A gestão pública tradicionalmente busca criar um sistema em que os gestores sejam “prontos” antes de começar, com planos bem definidos e objetivos específicos.
Planejamento Situacional em Gestão Pública: Matus, por outro lado, advoga que o processo de gestão pública deve ser mais flexível e dinâmico. A frase citada reflete a natureza interativa e evolutiva da gestão pública no modelo de Matus, onde os gestores não estão “prontos” antes de agir, mas se tornam prontos ao enfrentar os desafios e aprender com eles ao longo do processo. Isso se aplica diretamente à gestão pública em contextos onde as condições sociais, políticas e econômicas são imprevisíveis e em constante mudança. Matus argumenta que um bom gestor público deve estar sempre aberto ao aprendizado, ajustando suas estratégias conforme o processo avança.
Sistemas Adaptativos
Planejamento Tradicional: A visão tradicional tende a adotar uma abordagem rígida e fixa, com etapas de planejamento seguidas de execução de forma linear e sequencial.
Planejamento Situacional: Matus vê o processo de gestão pública como um sistema adaptativo, no qual as decisões se ajustam às situações emergentes. A frase se encaixa aqui, pois sugere que a pessoa se torna “pronta” enquanto faz, ou seja, o processo de gestão pública deve ser um processo de adaptação contínua, onde a compreensão das realidades administrativas vai se aprofundando à medida que o trabalho é realizado.
Conclusão
Em suma, a frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" serve como uma excelente metáfora para o planejamento situacional de Carlos Matus na gestão pública. A ideia de que a prontidão não é algo que se alcança antes de iniciar, mas sim um produto do próprio processo, é uma chamada para a adaptação contínua e o aprendizado constante no contexto da administração pública. Em vez de buscar um planejamento rígido e inflexível, o planejamento situacional defende que a gestão pública deve ser conduzida de forma dinâmica, com ajustes constantes, à medida que o contexto e os desafios se desenrolam.
Esse modelo contrasta com o planejamento tradicional, que muitas vezes busca um estado de “prontidão” ou controle absoluto antes de qualquer ação, algo que, no contexto da complexidade e da incerteza da gestão pública, pode ser irrealista e contraproducente. A gestão pública, portanto, deve ser vista não como um processo de aplicação de um plano pré-existente, mas como uma experiência contínua de aprendizado e adaptação às necessidades e desafios emergentes.
Desapego
Os dias se passaram, já não queria voltar para aquela vida , aquela mesmice.
Não pensei duas vezes larguei tudo e fui embora.
Reticências parte 3
Dias se passaram,
Transcorreram,
Dias a fio, se foram...
Adriana Rezende
São José dos Campos, 10 de Outubro de 2023.
A Vivência através do balcão de um bar
Cá estou a lhe escrever sobre onde estou trabalhando.
É um bar onde se passam muitas pessoas, as vezes crianças para comprar algumas balas .
Em outrora um bêbado senta na porta e começa a cantoria desafinada.
Fim de tarde os moços saem do trabalho e vem comemorar.
Outros, sentam aqui e bebem em silêncio e alguns contam os seus causos .
Pessoas que estão de passagem, pedem um pingado, um cigarro e me dão um trocado.
Então deixo aqui a minha vivência através do balcão de um bar .
By: Dri Rezende
A Menina e o Varal Colorido
Todos os dias Belinha juntava os lixos recicláveis com a tua mãe e o pai , eles eram uma família bem humilde, e mesmo assim eram felizes.
Belinha tinha 5 anos de idade, e juntava algumas coisas lá do lixão.
Um dia ela disse que iria fazer um varal para a tua coleção.
Moravam em uma casa humilde, mal tinha um sofá ou televisão, isto não impediam de viverem unidos.
Belinha estava montando o seu varal,
seus pais se orgulhavam de sua criatividade e destreza.
Pendurou cada objeto achado e limpo com muito esmero.
E Belinha pendurava cada item e o sorriso era de satisfação.
Quando ela terminou de fazer o seu varal ela disse:
-Este é o meu Varal Colorido.
Assim deixo esta reflexão dos dias de hoje e como serão os de amanhã.
Mesmo que Belinha fosse uma menina de poucas coisas ela fazia com que tudo fosse importante.
Realmente, tudo foi importante para ela!
Written by: @dri_rezendee
Escolhas
Na vida passamos por muitas coisas, boas e ruins.
São essenciais para o nosso aprendizado, para nossa caminhada aqui em nosso Plano de Vida Espiritual.
Mas, nem todas as escolhas serão do jeito que a gente planejou.
E muitas terão suas consequências, irá depender praticamente de tudo.
Precisa se acertar no caminhar de sua existência e observar cada passo dado, pois, irá refletir sobre suas ações.
Sei também que neste caminho iremos nos encontrar com pessoas que serão as nossas companhias em um certo período de tempo e outras irão estar conosco ao longo de nossa jornada.
Então eu vos digo, repense nas suas escolhas e em tua existência aqui neste Planeta Maravilhoso, e que você prossiga nesta jornada com muita Luz e Paz.
Ser invisível não é tão ruim
Havia uma menina muito sabichona, alegre e proativa.
Muitas vezes ela brincava sozinha, mas isto nâo a impedia de ser independente de afetos ou companhias.
Ao longo do tempo foi crescendo e fazia amizade facilmente.
Mas, certa vez começou a perceber que todas as vezes que começava a falar com as pessoas as mesmas nâo ouviam ou ignorava.
Aos poucos foi achando que era invisìvel, pois, ela falava e ninguèm ouvia ou deixava ela falando sozinha.
Isto para ela era o de menos, assim pensava todas as vezes que alguém ignorava suas conversas.
O tempo foi se passando e nada mudou, e mesmo assim a menina que agora é uma Senhora já superou o fato de ser invisível.
Se isola todas as vezes que necessário, mas, jamais perdeu a sua essência sobre tudo e todos.
Encontros
Contos
Encantos e desencontros
Aquela tarde de verão foi bem convidativa para sair e caminhar.
Encontrar e desencontrar pensamentos, ou talvez o encantador de canções nas beiras das esquinas, realmente eu gosto muito.
De vez e outra me trombando no meio da multidão, desencontros.
Meus contos e meus encantos e novamente te reencontro.
By: Dri Rezende
Minha homenagem para um pequeno Serumaninho(Lemmy)
Você apareceu em uma foto entre os filhotes, e de imediato decisão tomada, adotar você !!!
Era diferente de todos uma bolinha preta entra suas manchas quase pintadas em seu corpinho, você sempre foi diferente em tudo.
Chegou com medo e aos poucos foi se adaptando a nova vida.
Lemmy é o teu nome, amoroso, dorminhoco e parecia que dançava quando chegava alguém para ver ele.
Sempre calmo, e decidia onde iria dormir.
Se passaram 14 anos, e você jamais mudou seus hábitos, teu olhar amoroso.
Tenho certeza que a tua evolução espiritual ajudou a mim também.
De Sua Tutora :
Dri Rezende
A vida é uma revolução oscilante que se manifesta na inconstante realidade dos sentimentos e da vaidade.
Esqueça o Apocalipse de uma vez por todas: ele nunca acontecerá devido a questões burocráticas no Reino dos Céus.
