Sobrevive Amor Acima de tudo
E, quando o presente é feio e o futuro incerto, o passado vem-nos sempre a memória como o tempo em que fomos felizes.
Sabe aquele dia que o tempo está agradável, você ouve as folhas das árvores se mexendo por conta do vento, e sente-o no seu rosto? Isso é uma das melhores sensações. Para mim é um dia perfeito!
A dor da ingratidão é pior que o fio de uma faca afiada, pior ainda é ver seu filho chorar por um pai que o deixou, e te deixar sozinha e ignorada, mesmo você tendo feito seu melhor papel. O de mãe amorosa, dedicada e que te protegeu das maldades do mundo!
Como se medem a grandeza ou a pequenez das criaturas graças aos ideais que possuem, é na ação que se avalia a excelência das suas aspirações, pois que aí, ao operá-las, trazê-las ao mundo objetivo, é que elas experimentam a intensidade dos fornos onde são lançadas antes de se tornarem realidade.
“Na Natureza Selvagem”
Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.
Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...
Um amigo de verdade, é aquele que nunca desampara, aquele que admiramos e não que invejamos,sejamos dignos com nossos amigos,querendo sempre estar ao lado e não em cima para pisar,por que todo aquele que pisa, é pisoteado algum dia.Quando se trata de amizade devemos ser como leoes, apesar de serem os mais fortes da natureza, isso não os dá o direito de comerem uns aos outros.eles dividem a força, com o companheiro, sejamos leoes também quando faltar alimento, para ir em busca da presa juntos,por que eles dividem,e nós devemos dividir, seja na amizade, na familia em todos os setores.para sermos dignos ..devemos ser sinceros uns com os outros...
por que a falsidade pode ser muitas vezes o caminhoo..mas não é a solução...
suba na vida ..e ajude seus amigos e quem precisar ...por que quem sempre pensa só em si mesmo...sobe muitoo na vida..e deixa o amigo la embaixo, mas quem sobe sozinho...cai sozinho...e acaba na queda passando pelo amigo que não ajudou!
A natureza nos ensina que o fruto não depende apenas do cuidado com a árvore, mas na paciência de esperar que ela cresça e amadureça.
Uma frase é suficiente...
Toda alegria se foi, deu lugar ao desespero e à indecisão.
Sinto que o que eu decidir será crucial...
Mas porquê?!
Só espero tomar a decisão certa...
Despretenciosa e solitária.
A rosa vive o processo
de ser quem é.
Brota sem ter medida.
Floresce de cor munida.
Depois morre.
Ida.
Devo ser um especialista em artes marciais, pois luto todos os dias contra meu pior inimigo, eu mesmo.
JOSÉ BONIFÁCIO
De tantos olhos que o brilhante lume
Viram do sol amortecer no ocaso,
Quantos verão nas orlas do horizonte
Resplandecer a aurora?
Inúmeras, no mar da eternidade,
As gerações humanas vão caindo;
Sobre elas vai lançando o esquecimento
A pesada mortalha.
Da agitação estéril em que as forças
Consumiram da vida, raro apenas
Um eco chega aos séculos remotos,
E o mesmo tempo o apaga.
Vivos transmite a popular memória
O gênio criador e a sã virtude,
Os que o pátrio torrão honrar souberam,
E honrar a espécie humana.
Vivo irás tu, egrégio e nobre Andrada!
Tu, cujo nome, entre os que à pátria deram
O batismo da amada independência,
Perpetuamente fulge.
O engenho, as forças, o saber, a vida
Tu votaste à liberdade nossa,
Que a teus olhos nasceu, e que teus olhos
Inconcussa deixaram.
Nunca interesse vil manchou teu nome,
Nem abjetas paixões; teu peito ilustre
Na viva chama ardeu que os homens leva
Ao sacrifício honrado.
Se teus restos há muito que repousam
No pó comum das gerações extintas,
A pátria livre que legaste aos netos
E te venera e ama,
Nem a face mortal consente à morte
Que te roube, e no bronze redivivo
O austero vulto restitui aos olhos
Das vindouras idades.
“Vede (lhes diz) o cidadão que teve
Larga parte no largo monumento
Da liberdade, a cujo seio os povos
Do Brasil te acolheram.
Pode o tempo varrer, um dia, ao longe,
A fábrica robusta; mas os nomes
Dos que o fundaram viverão eternos,
E viverás, Andrada!”
Há meses para os infelizes e minutos para os venturosos!
A impunidade é o colchão dos tempos; dormem-se aí sonos deleitosos. Casos há em que se podem roubar milhares de contos de réis... e acordar com eles na mão.
EU NÃO GUARDO RANCOR.
Eu aceito de volta antigos amigos que me magoaram. Sou capaz de sorrir para eles, tratar bem, dar uma nova chance.
Eu não guardo rancor.
Eu já perdoei traições. Já tentei recomeçar segundas, terceiras, quartas vezes.
Eu não guardo rancor.
Eu esqueço sentimentos ruins que senti na hora da raiva, deixo pra lá, toco a bola pra frente.
Eu não guardo rancor. Definitivamente.
Mas eu lembro de mágoas. Aquelas que passam com o tempo. Lembro dos acontecimentos, das palavras, das situações. Mas nunca deixo que sejam motivações para nada, absolutamente nada.
Magoa é diferente de rancor. O rancor persiste, resiste ao tempo. A mágoa passa com um esforço mínimo, esfria junto com a raiva no passar das horas, dos dias, dos meses... Eu também não guardo mágoas, apenas lembro. E é importante lembrar, pra que nos sirva de exemplo daquilo que não queremos para os outros, portanto, nem para nós mesmos. É importante saber de como é ser magoado, pra que não magoemos.
Eu não guardo mágoas. Mas lembro de como não quero me sentir. Jogo fora o mau sentimento, aceito de volta quem me fez sentir, desde que venha de boa fé, e aceito de coração, sem rancor.
Eu não guardo rancor.
Eu não guardo mágoa.
Eu faço da dor uma lembrança distante, não influente, inofensiva, pra que eu entenda o quanto eu cresci a partir do momento em que perdoei quem a causou.
