Sobrevive Amor Acima de tudo
Soneto XXXVIII
Quando a chuva cessava e um vento fino
franzia a tarde tímida e lavada,
eu saía a brincar, pela calçada,
nos meus tempos felizes de menino.
Fazia, de papel, toda uma armada,
e estendendo meu braço pequenino,
eu soltava os barquinhos, sem destino.
ao longo das sarjetas, na enxurrada...
Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles,
que não são barcos de ouro os meus ideais:
são de papel, são como aqueles,
perfeitamente, exatamente iguais...
_Que meus barquinhos, lá se foram eles!
Foram-se embora e não voltaram mais!
“ O trabalho consome o tempo,
O tempo consome o trabalho,
O que sobra é a vontade,
De mais tempo sem trabalho...”
Oscar
O Capoeira
- Qué apanhá sordado?
- O quê?
- Qué apanhá?
Pernas e cabeças na calçada.
é que na verdade, depois de tantas decepções a gente pensa duas vezes antes de se entregar a qualquer um.
Ninguém atrapalha ninguém de viver; as pessoas são livres para ficar onde querem estar.
Se escolhem permanecer ali é porque seu coração pede e o ser humano, sábio, sempre ouve o seu coração independente que a razão grite o contrário; afinal a razão não tem coração mais o coração sempre tem razão.
O que geralmente acontece é que as vezes insistimos em ouvir a razão pensando em estar fazendo o bem para o outro, quando na verdade faria bem a si se ouvisse o coração.
Autor ``anônimo``
Sempre que eu acordar, farei um pedido à Deus, que Ele me conceda forças para continuar, alegria para viver, luz para irradiar, paz para aconchegar, saúde para trabalhar e amor para compartilhar”... Porque a vida é feita de emoções, nós somos o reflexo do que diz o coração, somos a partilha de um bem chamado “imensidão”.
Enquanto estamos Presentes,as pessoas não dão valor... precisam perder para sentir, na dor da ausência, o quanto eram amados ...
Só a loucura tem a virtude de prolongar a juventude, embora fugacíssima, e de retardar bastante a malfadada velhice.
