Sobrevive Amor Acima de tudo
Sim, o dinheiro traz muita infelicidade, sua falta e sua busca traz sofrimento. Mas isso tudo só é possível póis é dado mais valor ao capital do que as pessoas. É nossa perspectiva que faz com que o sofrimento se prolongue e se intensifique. O importante no es el destino, o importante é o caminho.
Não seja individualista, muitos dependem de você nesse mundo e tudo que você faz tem consequências na vida de outros seres.
Nada nos pertence; tudo é um generoso empréstimo do Criador, inclusive o sopro que nos dá vida. Ele nos fez peregrinos neste mundo e, em Sua infinita bondade, nos permite, levar conosco pequenos souvenirs materiais, que permanecerão aqui na terra quando nosso corpo voltar ao pó.
Tudo começou, há um tempo atras...
Um tempo que pensei, finalmente estar em paz...
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão...
Ilusão que aos poucos só feria o meu coração...
Foi quando decidi, parar de acreditar...
No que mais queria crer, mesmo sem encontrar...
VOCÊ.
Enquanto corremos atras dos nossos sonhos, nem sempre podemos levar tudo, mas algumas coisas estarão sempre conosco.
TE AMO MEU FILHO...
ainda vai se orgulhar de mim.
Fazem de tudo para apagar o nome de Jesus o Cristo da história, mais se tal desvaneio fosse possível, seria a mesma coisa que fazer tremer os fundamentos do universo, certamente tudo desmoronaria. O Caus, se instalaria, o fim eminente os consumiria, tão rápido quanto a palha no fogo!
Mãe África, devemos tudo a ti, sem a vossa maternidade não teríamos os princípios que alimentam o nosso èmí, que tenhamos cada vez mais as influências de seus mantenedores orí, para assim realizarmos a missão que nesse solo viemos cumprir...
Eu te escrevo porque não consigo te olhar nos olhos pra dizer tudo isso. Não porque falte coragem, mas porque me conheço — eu desmoronaria no primeiro segundo. E talvez você nem notasse, porque sempre teve esse jeito contido, quase blindado. Então, eu escolho escrever. Escolho esse caminho porque é o único que consigo agora pra me despedir de você.
Durante o tempo que permanecemos juntos tentei construir um vínculo. Me dediquei de verdade. Fui inteiro, mesmo quando tudo à minha volta dizia pra ser metade. Mas a gente só constrói quando há alguém disposto a abrir a porta, nem que seja só um pouquinho. Você nunca abriu. E eu fiquei do lado de fora, imaginando como seria lá dentro. Tentando entrar por frestas que talvez nunca tenham existido.
Quando você, enfim, disse que estava pronto, a vida me colocou na posição de ter que contar algo delicado, algo meu, íntimo. Eu fui honesto, entretanto, percebi que isso mexeu com você, talvez mais do que você conseguiu me mostrar. Senti você se afastando. Não só fisicamente — mas afetivamente. Como se alguma parte de você tivesse se fechado de vez.
A gente nunca teve um namoro. Tivemos um caso, como dizem. Mas pra mim nunca foi só isso. E é exatamente por isso que agora está doendo tanto. Eu estou sentindo sua ausência, sua distância, esse silêncio que se prolonga e vai criando um vazio entre nós. E talvez esse vazio seja a sua forma de dizer, sem palavras, que não dá mais. Que eu devo ir. E tudo bem. Só que dessa vez, eu quero ir de outra forma.
Não quero bloqueios, apagar os históricos ou fingir que você nunca existiu. Não há motivo pra isso. A gente pode se despedir sem repetir dores antigas, sem apagar o que foi bonito. Vai doer, claro. Como todo fim. Mas talvez essa dor tenha um sabor mais estranho, porque você foi o meu quase.
E o quase dói de um jeito diferente. Porque o quase é aquela linha tênue entre o sonho e a realidade. Ele deixa a gente preso num "e se?". E se tivesse dado certo? E se ele tivesse ficado? E se eu tivesse sido escolhido? O quase é um buraco aberto onde a gente fica tentando encontrar respostas que talvez nunca venham. Mas faz parte. Faz parte ir, mesmo com o quase pesando no peito.
A verdade, é que pra qualquer coisa dar certo, os dois precisam querer. Os dois precisam estar abertos pra se escolherem todos os dias. E eu não posso mais ficar tentando ser escolhido por alguém que não me vê como possibilidade real.
No fim das contas, a gente sobrevive a tudo — até aos quase amores. E se tem uma coisa que eu levo daqui, é a certeza de que fui sincero. Que tentei. Que me permiti sentir.
Eu nunca fui enganado. Não naquilo que realmente importa: o sentimento. Está tudo bem. Eu entendi.
E do fundo do coração, eu desejo que você encontre um amor que te remexa todo. Que te tire do eixo — mas só pelo lado bom. Eu tentei ser esse amor. Aquele que acolhe sem quebrar nada por dentro. Mas sei, agora, que talvez esse jeito não tenha sido o suficiente pra você.
E tudo bem também.
Porque talvez, filosoficamente falando, o mais cruel não seja ser rejeitado... é nunca ter sido sequer considerado a possibilidade de ter sido sua melhor escolha.
Você é o que sobra quando tudo que é digno já foi arrancado de dentro.
Um corpo que anda, fala, seduz, mas por dentro carrega um vazio doentio, uma alma vencida antes mesmo de tentar ser melhor. Você é a ruína de si mesmo, o resultado de escolhas rasteiras feitas com consciência — porque ninguém fere tão precisamente por engano.
Eu fui tudo. Eu fui inteiro. Fui presença quando o mundo te virava as costas. Fui luz quando você só conhecia o escuro. E você? Você foi covarde. Usou da minha entrega pra se alimentar do que nunca teve: relevância. Você bebeu da minha fonte como quem bebe de um poço sagrado e depois mijou dentro. Porque é isso que você faz com tudo que não consegue compreender: destrói.
Ficar com quem me feriu no passado foi mais que traição — foi um recado torpe: “eu sei onde dói e é exatamente lá que vou bater”. Isso não é só crueldade. É desvio de alma. É falência ética. É o nível mais vil que um ser humano pode atingir sem se tornar um monstro por fora — porque por dentro, você já é.
Você é um projeto falido de gente. Vive à base de carência e recalque. Precisa roubar o que os outros constroem porque nunca teve capacidade de erguer nada com as próprias mãos. Você é sombra, W. Vive no escuro porque a luz te incomoda. A luz te expõe. E é por isso que você tenta apagar quem brilha.
Mas o que você não percebeu é que você não me destruiu. Você me limpou. Me libertou da ilusão de que por trás do seu sorriso havia alguma humanidade. Me fez ver que não era amor, era pena disfarçada de afeto.
Hoje, eu olho pra você e vejo um aviso vivo: “não se doa a quem só sabe devorar”. Você é a fome de tudo que é puro, e o vômito de tudo que é falso. Seu destino é a repetição da própria miséria — porque quem vive da queda alheia nunca aprende a se sustentar em pé.
Você vai seguir sua vida cercado de gente que só está por conveniência. E um dia, quando tudo calar, você vai perceber que nunca foi amado. Foi usado, tolerado, talvez desejado — mas nunca amado. Porque amor exige alma. E a sua, se um dia existiu, apodreceu faz tempo.
E quando o tempo — esse assassino de máscaras — te cobrar, eu estarei longe. Intacto. Livre. Curado da pior praga que já deixei entrar: você.
Admire e elogie as pessoas que fazem tudo para a felicidade geral das pessoas, pois são estas que o mundo precisa para gerar uma sociedade abençoada, bem-sucedida e feliz.
Ninguém acha nada, porque Cristo desceu dos Céus para achar o perdido que buscava tudo para ser feliz.
Tudo o que os ricos acumulam e investem é para sua própria perdição, visto que, para Deus, ignoram aqueles que mais precisam de suas riquezas, os pobres e ainda passam fome e mal conseguem ser atendidos como seus próprios consumidores.
A vida se desmancha durante, diante e após da morte: para muitos tudo acabou, quando deveriam aprender a viver com mais alegria se tornando uma nova criatura.
Entenda os motivos retrógrados de qualquer homem ou mulher deixando tudo para depois, quando poderia desfrutar da verdadeira felicidade, decidindo agora o que fazer para agradar a Deus.
