Sobre Responsabilidade
Vivemos épocas que a evolução é responsabilidade da nossa memoria,articulação do falar vem com a compreensão do agir,temos que aprender com os sonhos,visualizar com espirito,afinal somos todos dono da nossa própria cura.
O homem que foge da responsabilidade e do trabalho, submerge-se as profundezas da miséria, tornando se um parasita no esforco alheio.
Jogar a responsabilidade do aprendizado do educando somente para o professor, estaremos desresponsabilizando e menosprezando a capacidade do autodesenvolvimento do educando.
Responsabilidade fiscal dos relacionamentos amorosos
A responsabilidade na gestão fiscal
dentro do relacionamento de um casal
pressupõe a ação planejada e transparente,
sendo conta poupança ou conta corrente,
a intenção é prevenir risco e corrigir desvio
capaz de colocar a relação amorosa por um fio.
Amar é de graça, mas relacionamento tem gasto,
tem criação de despesas que sempre deixa rastro
no bolso e na carteira do amante contribuinte
que arrecada sem querer chegar no limite
do seu cartão, muito menos no cheque especial,
mas às vezes, é preciso usar o crédito adicional.
Há de se estabelecer condições a todo momento
para que as contas não entrem no endividamento.
Dívidas são perigosas, são tormentos cruciais
que podem desequilibrar e separar casais.
Recomenda-se gastar menos do que arrecadação
para privar-se da responsabilização.
Num relacionamento há muitos sonhos e planos…
mas o plano plurianual do casal é de quantos anos?
Deve-se pensar nisso… fazer um planejamento
do que se pode gastar agora e em outro tempo.
O orçamento deve ser feito antes e não depois,
vale controlar o consumo e a necessidade dos dois.
Fundamentais são os instrumentos de transparência,
pois ser leal e verdadeiro é cumprir com decência
o que se espera de um relacionamento sadio e efetivo,
que não se desfaz, nem se acaba no primeiro conflito.
Os dois devem se relacionar praticando a publicidade,
precisam contar o que fazem, precisam ter intimidade.
Diferente de não ter escolha, a responsabilidade é toda sua, se suas escolhas não interferem apenas na sua vida, mas no destino de outras.
Não basta saber fazer, é preciso querer fazer e fazer com ética, respeito, responsabilidade social, proatividade, inovação, criatividade, sem querer pisar no outro e sobretudo, com amor no coração.
A sua vida lhe pertence, assuma a responsabilidade dos seus atos. Pare de inventar culpados. Com ações saudáveis, certamente os resultados serão satisfatórios.
O importante para se levar uma vida feliz é sempre reconhecermos nossa parcela de responsabilidade em toda e qualquer situação.
Responsabilidade afetiva e procrastinação.
Parece óbvio, o sofrimento da humanidade se baseia na necessidade de fazer escolhas e portanto perder algo. Mas dentro de uma formação que tensiona para o intelecto, fazer escolhas se torna cada vez mais sofrível.
Procrastinar é o comportamento de adiar, de deixar para depois. Podemos pensar vários fatores que levam a isso, mas destacaria o excesso de exigência.
Veja, não existe escolha com 100% de garantias e isso envolve suportar algum risco. Quando colocamos toda a expectativa para que alguém seja inteligente e faça "boas" escolhas, sem que haja um desenvolvimento da responsabilidade afetiva, é comum um enclausuramento na bolha da procrastinação.
- Vou esperar mais um pouco para ver se consigo fazer melhor.
- pensar melhor.
- planejar melhor.
E assim não se faz nada, não se arrisca nada, e não se escolhe nada, em uma fuga do desafio de escolher, acertar ou errar, e arcar com as consequências.
Um procrastinador pode ser alguém com grande dificuldade em suportar a falha, o insucesso, a cobrança, e o desapontamento do Outro. A ironia é que sua estratégia para fugir da cobrança, muitas vezes, o leva a ser cobrado por sua inércia.
A maioria das pessoas que procrastinam não sabem dizer o motivo do seu comportamento e também possuem alguma área da vida que conseguem desenvolver sem tanta procrastinação, mas durante o processo terapêutico, sendo convidado a pesquisar sobre sua própria história, alguns podem identificar elementos que levam ao adiamento/atraso.
E o grande desafio é desenvolver uma estrutura que o possibilite viver com maior responsabilidade afetiva, fazendo investimentos (intelectuais, afetivos, financeiros), considerando e suportando alguns riscos, perdendo e ganhando, mas acima de tudo respondendo por suas ações, planejadas ou não, querendo ou sem querer querendo.
Responsabilidade afetiva e procrastinação.
Parece óbvio, o sofrimento da humanidade se baseia na necessidade de fazer escolhas e portanto perder algo. Mas dentro de uma formação que tensiona para o intelecto, fazer escolhas se torna cada vez mais sofrível.
Procrastinar é o comportamento de adiar, de deixar para depois. Podemos pensar vários fatores que levam a isso, mas destacaria o excesso de exigência.
Veja, não existe escolha com 100% de garantias e isso envolve suportar algum risco. Quando colocamos toda a expectativa para que alguém seja inteligente e faça "boas" escolhas, sem que haja um desenvolvimento da responsabilidade afetiva, é comum um enclausuramento na bolha da procrastinação.
- Vou esperar mais um pouco para ver se consigo fazer melhor.
- pensar melhor.
- planejar melhor.
E assim não se faz nada, não se arrisca nada, e não se escolhe nada, em uma fuga do desafio de escolher, acertar ou errar, e arcar com as consequências.
Um procrastinador pode ser alguém com grande dificuldade em suportar a falha, o insucesso, a cobrança, e o desapontamento do Outro. A ironia é que sua estratégia para fugir da cobrança, muitas vezes, o leva a ser cobrado por sua inércia.
A maioria das pessoas que procrastinam não sabem dizer o motivo do seu comportamento e também possuem alguma área da vida que conseguem desenvolver sem tanta procrastinação, mas durante o processo terapêutico, sendo convidado a pesquisar sobre sua própria história, alguns podem identificar elementos que levam ao adiamento/atraso.
E o grande desafio é desenvolver uma estrutura que o possibilite viver com maior responsabilidade afetiva, fazendo investimentos (intelectuais, afetivos, financeiros), considerando e suportando alguns riscos, perdendo e ganhando, mas acima de tudo respondendo por suas ações, planejadas ou não, querendo ou sem querer querendo.
Acredite! Muitas pessoas atribuem uma responsabilidade errônea à Deus por seu estado miserável de vida, mas muitas dessas pessoas ainda não se deram conta de que nem Ele pode ajudar uma pessoa que insiste em acreditar que seu pior estado vida pode ser maior do que as coisas que Ele pode fazer em nossas vidas
Sua história é seu maior patrimônio. Construa-a com muita responsabilidade. Pois quando partir ela falará sobre você.
Para refletir 01/09/2016
Se sente-se melhor quando tira de você o peso de sua responsabilidade e joga no colo de outras pessoas, se liga a lei do retorno é cruel, e não será diferente com você portanto pague o preço pelos seus erros, é mais fácil que procurar culpados por eles.
Não atribua a Deus a responsabilidade por seu fracasso. Você é livre para permitir que Deus faça o melhor, caso contrário... assuma suas escolhas!!!
