So Passou pela Vida Nao Viveu
As ciências humanas e sociais são francamente multiparadigmáticas. Os contingentes de cientistas sociais e humanos associados aos diversos paradigmas – sejam historiadores, antropólogos, sociólogos, geógrafos, psicólogos, economistas ou outros – “habitam mundos diferentes” no interior de uma mesma disciplina. Um determinado historiador vive em um mundo no qual se embatem as “classes sociais”, outro habita um mundo povoado por “espíritos nacionais”, um terceiro vive em um planeta social que é produzido pelo somatório de indivíduos, e aquele outro perambula descompromissadamente por um universo descontínuo. Neste historiador das relações de gênero, a “sexualidade” (o conjunto de fatores que determinam o “masculino” e o “feminino”) constitui um pacote de dados que se impõe pela própria natureza; mas para aquele outro, não é apenas o “gênero” que é histórico, mas até mesmo o sexo, em última instância, é uma construção social. Há ainda os que habitam mundos povoados por “raças” de homens, e aqueles que, no limite, caminham por paisagens nas quais é possível vislumbrar em cada átomo individual a diversidade humana.
Esta propriedade dos cientistas de “viverem em mundos diferentes”, conforme as visões teóricas que conformam suas maneiras de pensar, não é apanágio das ciências sociais e humanas, e é também atributo dos cientistas da natureza e dos saberes exatos . O cerne da questão, todavia, encontra-se no modo como uns e outros encaram esta mesma situação. Além de serem muito mais acentuados nas ciências humanas e sociais esta convivência e o intenso trânsito entre diversificadas teorias, o fato é que os cientistas sociais já se habituaram há muito a este “viver entre mundos”. Os cientistas sociais, habitantes de uma diversificada federação de planetas teóricos, tornaram-se excelentes tradutores uns dos outros, e exercem desde há muito uma sofisticada diplomacia teórico-metodológica.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.1 - Conceitos e princípios fundamentais'. Petrópolis: Editora Vozes, 2011, p.178-179]
"Que o utópico quixotesco em nós,
o iludido que jamais desiste,
sonhe incansavelmente...
sonhe, porque a realidade existe."
Se andas na chuva só porque alguém quebrou a tua sombrinha, mesmo tendo condições de comprar outra, então a tua vida é um teatro e a peça é uma comédia.
☂️👨🏾🦳☕
Como a chuva traz esperança , assim é meu amor, cada gota o cheiro da chuva , só me faz lembrar você , a chuva lava , renova, emociona , traz lembranças, deixa saudades , mais o amor verdadeiro tudo é lindo , gostoso. , lembra beijo gostoso , amor do bom ,
Há de fazer ser leve, pés descalços, alma de criança que corre na rua, coração sem medo de errar, só coragem de viver, ser do bem, fazer o bem, sentir-se bem. Conexão com a vida, com a terra, com o chão. As vezes voamos alto, ainda que com os pés descalços.
O amor só poderá ser compreendido completamente, quando aprendermos a nos doar mutuamente. E através dessa realidade, passarmos a manifestar os seus valores, princípios e virtudes tendo com base os fundamentos inabaláveis do verdadeiro amor, e que é amor perfeito de Deus por nós a cada instante.
Afinal só queremos o bem, se alguém afastou-se de você pelos defeitos que tu tens, faça o favor, evite a pessoa também, ninguém é obrigada a conviver com todos os nossos lados, ser quem somos dá muito trabalho, nem todos estão preparados,
Nem todos são obrigados.
Seja maduro, seja sábio, continue caminhando com quem ficar ao seu lado.
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