So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Não se iluda por qualquer coisa que te chama, meu bem, pois todo cuidado é pouco para não se iludir de novo!
A dor que persiste muitas vezes é aquela que, por algum motivo, não tentamos resolver no passado, mas não é o motivo de não se perdoar pelo aquilo que poderia ter feito.
A atitude para avançar está em você, não espere por ninguém; o que você pode mudar é a sua própria história!
O pior não é tentar várias vezes até conseguir, mas desistir antes de buscar outras formas de resolver os problemas.
É preciso ter confiança no seu próprio potencial; se você não acreditar em si mesmo, quem vai acreditar em você?
Você é capaz de fazer algo, apenas acredite em si mesmo e não dê brecha para aqueles que não querem te ver bem!
Não permita que ninguém coloque empecilhos nos seus sonhos, apenas acredite que você realizará seus sonhos.
Lute pelo que vale a pena e desista do que não vale, para que um dia você possa ver novos horizontes!
Viver para si é um sinal de que você se ama. Não espere amor de ninguém e nem se humilhe para ser amada, aprenda a se amar e se valorizar.
Não se esqueça de orar antes de dormir, pois a proteção divina é fundamental!Tenha uma excelente noite!
Não importa a luz que vc tenha,
a escolha do caminho é crucial,
um caminho escuro, sugará demais sua energia...
Não escute seus pensamentos negativos, mas sim a voz do Espírito Santo a te guiar!
Tenha um dia lindo!
A cadeira não sabe que cansa. Suas quatro pernas, verbo intransitivo de sustentação, aguentam nossos silêncios sem conjugação. A janela divide o mundo em sujeito e predicado: lá fora chove, aqui dentro falta.
Objetos não falam, mas nós falamos por eles. A porta decide, a chave permite, a xícara espera — todos verbos humanos, emprestados. É nossa projeção que dá sintaxe ao neutro. A mesa não sente solidão quando vazia; sentimos nós, projetando gramática onde há apenas existência muda.
E assim vivemos entre sujeitos ocultos e objetos que carregam nossos sentidos. A casa inteira é uma oração que nunca termina, pontuada pelo nosso ir e vir. As coisas permanecem, inertes e eloquentes, enquanto nós, desesperados por significado, lhes atribuímos vozes que elas jamais pediram.
