So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Algumas pessoas se dispõe a perder sua liberdade por aqueles que amam, mesmo que isso signifique vender suas almas ao diabo.
O que fazemos quando estamos prestes a perder o que mais amamos, quando vão arrancar um pedaço do nosso coração? Quando estamos dispostos a perder tudo, não nos importamos com a altura da queda. Mas se não estivermos, mesmo a queda mais curta parecerá interminável.
Na vida há sempre decisões a serem tomadas. Ás vezes, são pequenas e insignificantes. Outras vezes, são enormes e podem mudar tudo para sempre. “Sim” ou “não” podem significar uma vida cheia de felicidade ou de tristeza. Pois quando não podemos ter tudo, temos que escolher. E quando escolhemos, há sempre o medo de cometermos um erro.
Desde muito pequenos, somos ensinados que mentir é ruim, que nos torna más pessoas. Mas essa é exatamente a primeira mentira. As mentiras nos ajudam a vencer nossos medos. Projetam uma imagem esculpida de nós mesmos para os outros. Em resumo, as mentiras nos ajudam a viver.
São muito estranhas as Bruxas.
Gente de coração desarmado,
sem ódios e preconceitos baratos.
Gente que fala com bicho e planta,
dança na chuva e se alegra com o sol.
Gente que cultua a Deusa e lhe faz celebrações.
Falam de amor com os olhos iluminados, como pares de lua cheia.
Gente que erra e reconhece,
cai e se levanta com a mesma energia das grandes mares.
Apanham e assimilam os golpes,
tirando lição dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.
Amam como missão sagrada
e distribuem amor com a mesma serenidade
com que distribuem o pão.
Gente que segue em busca de seus sonhos,
independente das agruras do caminho.
Gente que vê o passado como referencial,
o presente como luz
e o futuro como meta.
Com o tempo, os conceitos mudam...
os sonhos mudam...
os planos mudam...
a vida muda...
Mas não se mudam princípios e valores...
Mudei e continuo igual...
Assim é o ser humano: tão coerente em suas contradições.
Morre lentamente quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Nota: Trecho da crônica "A Morte Devagar", publicada por Martha Medeiros no dia 1 de novembro de 2000. Muitos vezes é equivocadamente atribuída a Pablo Neruda.
...MaisVocê não precisa de amigos que mudem quando você muda,nem que concordem quando você concorda. Pois, sua sombra já faz isso por você.
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Nota: A parte inicial é uma adaptação do poema "Alta Tensão" de Bruna Lombardi.
Sou as minhas atitudes, os meus sentimentos, as minhas ideias...
O que realmente faz valer a pena estar vivo, não há filmadora ou máquina fotográfica que registre...
Surpresas, gargalhadas, lágrimas, enfim, o que eu sinto, quem eu sou, você só vai perceber quando olhar nos meus olhos, ou melhor, além deles...
Pessoas brilhantes falam sobre idéias.
Pessoas medíocres falam sobre coisas.
Pessoas pequenas falam sobre outras pessoas
