So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

Cerca de 792735 frases e pensamentos: So Nao Muda de Ideias que Nao as tem

Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.

A gente até engana os outros de que é feliz, mas por dentro a solidão só aumenta.

Eu só tenho esperas. Ele traz a tranqüilidade de mais nada esperar.

Um aviso aos políticos: Se existe inferno, há chance de ele ser um só; sem compartimentos. A punição pode ser única, eterna, para todos, e não haver cela especial.

Na real MESMO eu só quero deixar as pessoas que gostam de mim orgulhosas. Isso meio que resume tudo.

Hoje eu só quero leveza no coração
e paz, em cada cantinho do meu dia.
Me alegrar na simplicidade,
criar desses pequenos momentos
grandes lembranças.
A gente não precisa de muito para ser feliz.
O simples e o descomplicado
ao lado de quem a gente ama,
é o que torna tudo mais bonito.

Só se vence o ódio ou a indiferença com o poder da invenção do amor em dar inesperadamente muito mais do que foi perdido.

O remédio para a frustração é a autoconfiança. Porém, muitos de nós só a adquire quando já é tarde demais.

É muito melhor aguentar um martírio que só a gente sofre do que cometer uma ação cujas consequências irão atingir todos os que nos são caros.

É bom ser má.
Porque assim compensa.
É bom ser má.
só assim você pensa.

É bom ser má.
Porque assim irei te encontrar.
É bom ser má...
Só assim você vai me amar.

Nada o que eu sinto por você vai mudar .. só vai se acalmar como uma chuva tempestiva e pode até sumir por algum tempo,e algum dia volta.

Hoje nem todos são confiáveis...
Muita gente só sabe machucar o sentimento alheio...
Muitos de propósito...
Mais no final somos humanos...
Erramos sem saber!

Ele me tirou do chão e pôs em mim lindas asas.
Só espero que ele segure as minhas mãos na hora do pouso...

Pode o amor suportar a deslealdade, a ofensa, a agressão? Muitas vezes é melhor amar de longe a sofrer com tudo isso.

Capri

As coisas serão difíceis algumas vezes.
Mas eu aprendi a tentar Só escultar
Pacientemente

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.

[...] é só uma saudade deitada na rede, esperando o bem-te-vi.

Se o nosso amor era só um engano, porque a dor? porque a saudade? porque os sonhos sempre tão cheio de vontade de não acordar? concluo que mais uma vez entra em sena o temido "TEMPO" que faz as pessoas tão vuneráveis a sua vontade, pois ao mesmo tempo em que Ele é o nosso algóz pode ser a nossa esperança de dias melhores e sofrimentos minimizados, mesmo quando Ele de proposito insiste em não passar ou em alguns casos Ele insiste em voar, não importa o caso, Ele passa sem a menor cerimônia sem dar a menor importância se estamos felizes ou tristes se aceitamos ou não, Ele simplesmente passa nos deixando apenas o direito de pensar no que fizemos ou deixamos de fazer.

A força só se revela quando se é destroçado.

⁠“A auto sabotagem está diretamente ligada a um ego superdimensionado que no fundo só quer te proteger da frustração, e no final é isto que vai te trazer aprendizagem e evolução.”