So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Em 1695, o líder Zumbi do quilombo de Palmares morreu lutando por não aceitar a escravidão à qual eram submetidos. E hoje, mais de 300 anos já se passaram, mas o negro ainda encontra diversas dificuldades em alcançar seus direitos de cidadão; enfrentam muito preconceito e discriminação racial. Absurdo! Infelizmente teve que se criar um dia do ano, para a tal consciência negra! Cotas para negros nas universidades! A inserção do negro no mercado de trabalho! Pra quê? Por quê?... Até quando? Que indignação! Quanta resistência abominável!
Todos somos iguais, normais, mestiços, misturados... É isso que é belo da vida; a miscigenação de cores, meus amores. A vida é linda e colorida!
E que seja cada dia melhor e mais conjunta.
Um dia um pensador me falou:
Não pense tanto, se encoraje mais,
Ame muito e esqueça o que ficou pra trás.
Não existe ninguém totalmente bom;
As pessoas nos tratam bem pelo simples fato de possuir alguma vantagem para si sobre nós.
Amor não é dor;
Amor não é atormento;
Amor não é lamento;
Amor não é desprezo;
Amor não é medo;
Amor não se vende;
Amor não ofende;
Amor não é tristeza;
Amor é a certeza;
Que o Amor é valor;
É comprometimento;
É bom intento;
É beijo, é festejo;
Vem e entende, compreende;
Amor é a sublime prece;
Ele transforma, enriquece e nos enaltece;
Amor apetece amor;
Amor é poder, amor se faz ser; cuida, sonha, doa, ganha...idealiza e realiza.
O amor e sua linda e relevante façanha!
Saiba ser melhor;
Queira ser mudança;
Nem que mude o rumo de sua andança;
Não seja resistência e nem vingança;
Aprenda, ensine, refaça, acredite;
Sempre há esperança.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Corra! O seu futuro é este momento.
Não se perca nos dias fantasiosos;
Tenha aspiração pela vitória;
O sucesso busca quem sabe se integrar em cada hora.
Não aceito ser ou receber pela metade;
Sou única;
Quero exclusividade.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Criança, joia rara;
Trem-bala que o tempo não para; leveza, clareza, sabedoria, bela pureza!
Criança, entoa riso em tudo que é preciso; é energia, é alegria, e é sempre clara.
Criança é carinho, é caminho, é semente que brota e desabrocha pouco a pouco do nosso ninho;
Criança é gigante, faz do simples núcleo, um feliz universo avante.
Criança, fase mutante e curta;
Aceite e aproveite! E nunca a esqueça na remanescente estação adulta.
Ainda que eu pudesse decifrar os enigmas de cada olhar, certamente não saberia desvendar os mistérios da luz, que vem dos seus olhos ao acordar.
Amor é isso! Amor é admirar!
Contemplação e dedicação;
É entrega, é encanto!
Renova, é salutar!
Meu amor, você é minha incalculável preciosidade, que sempre vou amar.
Nara Nubia Alencar Queiroz
"Não importa se sua história foi triste ou não.
Escreva o seu próximo capítulo e use as vibrações negativas do passado como combustível para seguir até onde você merece.”
Há uma "doença psicológica" para quase tudo, então, por que não criar uma para os gananciosos que roubam trilhões das pessoas ao redor do mundo? Devemos colocá-los em uma camisa de força, tomando injeção, dentro da cadeia.
Porque não é sinal de saúde mental correr atrás desesperadamente de tanto dinheiro, quando sabemos que toda essa riqueza ficará para trás quando a vida terminar.
COMO ÁGUA IMPETUOSA.
A água não teme fronteiras, ultrapassa limites e rompe barreiras.
Em seu mover impetuoso, arrasta tudo pela frente, mas cumpre seu propósito glorioso.
Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Diante do Teu altar, vem minha alma saciar-se desta água cristalina,
que jorra do Teu trono, impetuosa e contínua.
Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Cícero Marcos
Título: O Nazareno Passou
Jesus Cristo de Nazaré
não chegou fazendo barulho.
Não trouxe trombetas,
nem anunciou a própria grandeza.
Passou como quem conhece a rua,
como quem sabe o nome das dores
antes mesmo que elas falem.
Tinha poeira nas sandálias
e eternidade nos olhos.
Sentava-se perto dos esquecidos,
como se ali fosse o centro do mundo.
E era.
Dizem que era Deus.
Mas eu gosto de pensar
que era também silêncio —
desses que consolam
sem explicar nada.
Na cruz,
quando tudo parecia fim,
Ele apenas amou.
E desde então,
quando a tristeza me visita sem avisar,
eu imagino o Nazareno passando outra vez
pela rua estreita do meu coração —
sem barulho,
mas ficando.
E quando nos encontrarmos novamente, já distanciados pelas desilusões da vida, não veremos mais o futuro em conjunto; os nossos filhos estarão perdidos no horizonte ao qual apontavámos felicidade, unidade, amor... seremos faces de moedas diferentes, histórias contadas em livros distintos... seremos, então, estranhos mais uma vez.
EM ALTA DEFINIÇÃO.
Narciso voltou.
Não das águas turvas do mito antigo,
mas do brilho polido das vitrines digitais.
Renasceu, qual fênix perfumada,
das cinzas do próprio reflexo,
com legenda estratégica e luz lateral.
Já não precisa inclinar-se sobre o lago.
O lago agora o segue, portátil e obediente,
no bolso da vaidade.
Multiplicou-se em telas,
em ângulos estudados,
em versões de si mesmo,
sempre a melhor, por certo.
Como dizia aquele,
“é preciso ter caos dentro de si
para dar à luz uma estrela dançante”.
Narciso levou ao pé da letra:
fez do próprio caos um espetáculo
e da estrela… um holofote.
E recorda, comovido, o outro:
“O poeta é um fingidor.”
Ah, mas Narciso superou o mestre:
finge tão completamente
que chega a crer na própria encenação.
Sua dor é estética.
Sua alegria tem enquadramento.
Seu abismo tem alta resolução.
Outrora morreu por não suportar
a distância entre si e a imagem.
Hoje morre aos poucos
se a imagem não recebe o aplauso.
Antes, o lago era silêncio.
Agora, o silêncio é algoritmo ingrato.
Pergunta-se, entre um elogio e outro:
o que pode detê-lo?
Talvez o olhar que não o reflita,
mas o confronte.
Talvez o amor,
essa imprudência que exige entrega
e não performance.
Ou, quem sabe, como sussurraria mais um:
“o inferno são os outros”,
mas apenas quando não o admiram.
Até lá, Narciso reina.
Imperador do próprio contorno,
devoto da própria imagem.
E aplaude-se com fervor,
sem perceber
que nenhum espelho,
por mais fiel que seja,
é capaz de abraçar.
"O poder não corrompe. Ele apenas revela quem você sempre foi, mas escondia atrás da máscara da moralidade."
