So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
O ser humano não precisa de muita coisa para viver, desde que ele inclua no seu dia a dia afeto, empatia, atenção e interesse genuíno, isso pode fazer com que o seu dia seja maravilhoso.
Se a pressão aperta, eu jogo pra dançar
O grave resolve o que o banco não dá
Nem tudo é dinheiro, eu aprendi a lição
Paz na mente também paga prestação
- música Estou ocupado agora do dj gato amarelo
“Eu não nasci pra ser comum. Meu ego é confiança, minha disciplina é rotina e meu foco é obsessão. Cada derrota vira aprendizado, cada treino vira evolução. Enquanto muitos sonham com o topo, eu trabalho em silêncio até chegar lá. Lenda em construção.” 💪🔥
"A liderança não é o trono que fracos cobiçam, mas a chama voraz que o visionário inflama para conduzir impérios através do caos."
Acreditar no impossível nos limita; admitir que não sabemos como realizá-lo nos liberta. No momento em que abandonamos as certezas do que 'não pode ser feito', entramos no Ponto Zero.
Ali, aprendemos que o nada não é um vazio, mas o silêncio fértil onde a visão tece o invisível até que a realidade seja forçada a se reescrever.
Silêncio que Respeita
Eu não gritei,
não traí,
não escondi meu coração atrás de portas fechadas.
Eu só pedi confiança.
Mas às vezes
quem já carrega medo
escuta culpa
até no que é verdade.
Eu me expliquei
como quem estende as mãos vazias,
mostrando:
“Olha, não tem nada aqui
além de sentimento.”
E mesmo assim
fui julgada
como se amar fosse crime
e transparência, suspeita.
Então hoje
eu escolho o silêncio.
Não o silêncio de quem desiste,
mas o de quem se respeita.
Porque amor não é tribunal.
Não é interrogatório.
Não é sentença dada no calor do ciúme.
Se ele quiser ficar,
que venha com calma.
Que venha com maturidade.
Que venha com confiança.
E se não vier…
que o meu coração aprenda
que não se perde
quem nunca soube confiar.
Eu não sou erro.
Eu não sou ameaça.
Eu não sou culpa.
Eu sou alguém
que só queria ser acreditada. 🤍
💕✨️...não faz mais parte destes momentos...fica guardado na moldura do tempo...no quadro emoldurado pela saudade do brilho do seu olhar...sempre brilhando...sempre..."✨️💕
Eduarda,
sou completamente apaixonado por você,
não de um jeito comum,
mas de um jeito que acalma a alma
e ao mesmo tempo faz o coração incendiar.
Estou completamente fascinado por você,
pela forma como chegou sem fazer alarde,
mas mudou tudo em mim,
como a luz que invade a janela
e faz o mundo parecer novo outra vez.
Fui atraído pelo teu amor
como quem encontra o próprio destino,
e desde então,
meu coração não sabe mais caminhar sozinho,
porque ele se ligou ao teu
como se sempre tivesse pertencido ali.
Já não me interessa mais o tempo…
as horas perderam a pressa,
os dias ganharam sentido,
porque tudo que eu quero
é estar bem junto a ti.
Você é o silêncio que me entende,
é a paz que me encontra no caos,
é o abraço onde descanso minhas guerras.
Amada da minha alma,
és tu, Eduarda…
tu que habita em mim
como uma chama que não se apaga,
como um amor que não se mede,
como uma certeza que não se perde.
E se me perguntarem onde mora minha felicidade,
não apontarei lugares,
apontarei teu nome.
Amor não se embrulha
Neste final de ano,
muitos pais abriram caixas,
laços bem feitos,
sorrisos ensaiados.
Ganharam o que brilha,
o que se compra,
o que se exibe,
o que termina no uso.
Mas o que muitos desejam
não vem com etiqueta...
querem ternura sem data,
abraço que não tenha pressa.
Querem cuidado cotidiano,
presença que não negocia,
escuta que não se ausenta,
amor que não pede ocasião.
Um dia, quem hoje presenteia
também sentirá o peso do tempo,
e aprenderá, tarde ou cedo...
Que carinho verdadeiro não se embrulha.
“O verdadeiro tesouro da vida não está em bens externos, mas no desenvolvimento interior conquistado pelo esforço contínuo. Por meio do trabalho perseverante e do cultivo de uma habilidade, a pessoa alcança autonomia, dignidade e independência, tornando-se menos dependente das circunstâncias do mundo. Essa capacidade desenvolvida com disciplina e constância passa a ser um patrimônio interno permanente, que ninguém pode tirar.”
Tudo que vai, volta, aqui ninguém esquece
O mundo cobra caro, a rua não perdoa, cresce
Virei pro lado e dormi pra não enlouquecer
Tem guerra dentro da mente que não dá pra você ver
- música Nasci pra ser selvagem do dj gato amarelo
Tudo que vai, volta, deixa acontecer
O mundo gira rápido, tenta não enlouquecer
Eu virei pro lado e deixei o sonho ali
Mas acordei mais forte pra voltar e insistir
- música Nasci pra ser selvagem do dj gato amarelo
Como Ser Feliz no Brasil
O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.
O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.
Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.
O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.
E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.
Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.
Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.
A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.
E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.
O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.
Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.
E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.
