So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir
É muito fácil alguém te julgar por aquilo que ouviu dizer, mas buscar a essência das coisas não.
Daniel Perato Furucuto
Se a única verdade que tens sobre mim for aquilo que ouviu dizer, o resto é digno e somente eu que posso esclarecer, aliás, a verdade está comigo.
Daniel Perato Furucuto
Não podemos negar que aquilo que somos, influencia bastante na quantidade das pessoas que estão a nossa volta.
Daniel Perato Furucuto
Perdoem-me, não tem sido meu hábito elogiar as pessoas por aquilo que elas fazem para o seu próprio bem. Não é ser frio com ninguém. Pois, todos deviam saber que, o que a gente planta para o nosso benefício ninguém deve nos galardoar por isso. Furucuto 2023
Se não sabes o que fazer com aquilo que já sabes, não gastes mais o teu tempo em aprender algo novo, istó é desnecessário. Furucuto, 2024
Para convencer outras pessoas de algo, conte uma história para que aquilo faça SENTIDO para elas também.
✨Não se desgaste perseguindo padrões da sociedade , aquilo que te faz feliz basta , viver para os outros é uma batalha Invencível . ✨✨
DICOTOMIA
Autor: Marco Arawak
Há uma fronteira quase invisível entre aquilo que desejamos e aquilo que somos capazes de suportar. É ali que o amor começa a nos dividir.
De longe, parece simples. Gostar, querer, aproximar-se, sentir falta. Uma pequena gramática de presenças e ausências. Mas basta atravessar a superfície para descobrir que, por baixo do gesto mais banal, existe quase sempre uma pergunta que não sabemos responder.
Queremos companhia, mas também espaço. Queremos atenção, mas tememos a vigilância. Pedimos sinceridade e, quando ela chega sem delicadeza, desejamos que certas verdades permanecessem intocadas.
Queremos ser procurados, mas nem sempre queremos ser encontrados.
É assim que o contraditório se instala, primeiro nas pequenas coisas, depois em tudo.
Dizemos que queremos alguém que nos conheça profundamente, mas tememos ser conhecidos por inteiro. Desejamos transparência, embora preservemos dentro de nós regiões que nem sequer sabemos explicar. Procuramos segurança e, quando a encontramos, às vezes sentimos falta daquilo que nos fazia tremer.
O raso não é o oposto do profundo. É apenas aquilo que ainda não foi atravessado.
Por trás de um simples “fica” pode existir o medo de ser deixado. Por trás de um “preciso de espaço”, a necessidade de não desaparecer dentro de alguém. Por trás de um silêncio pode haver indiferença, medo, cansaço ou uma verdade que ainda não encontrou linguagem.
O amor promete encontro, mas devolve cada um à própria solidão.
Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a distância que permanece. Ninguém atravessa inteiramente o território de ninguém. Há sempre uma região inviolável, um lugar onde continuamos estrangeiros até para aqueles que mais amamos.
E talvez seja justamente isso que nos assuste.
Queremos ser compreendidos sem sermos completamente decifrados. Queremos pertencer sem deixar de existir por conta própria. Procuramos no outro uma morada, embora saibamos que nenhuma morada pode substituir aquilo que somos.
Queremos permanência, mas somos feitos de mudança.
Queremos certezas, mas muitas vezes é o imprevisível que nos desperta.
Queremos liberdade dentro do vínculo e vínculo dentro da liberdade.
Queremos que o outro permaneça, mas não queremos permanecer os mesmos.
E talvez nenhuma dessas contradições seja um erro.
Talvez sejam apenas sinais de que amar não é possuir uma resposta, mas sustentar perguntas que não cabem numa resposta.
Entregar-se é uma forma estranha de coragem. Não porque elimine o medo, mas porque decide não obedecer inteiramente a ele.
A razão calcula o risco.
O desejo ignora a conta.
E, entre os dois, existimos nós.
A razão não é inimiga do sentimento. É a consciência do preço. Sabe que toda entrega modifica quem entrega, que todo vínculo abre possibilidades de perda e que aquilo que nos transforma também pode nos desorganizar.
Ainda assim, avançamos.
Às vezes queremos alguém que nos liberte da solidão, mas tememos torná-lo indispensável. Queremos intensidade, mas recuamos diante do excesso. Pedimos profundidade e, quando ela finalmente nos alcança, descobrimos que ser visto é também perder alguns esconderijos.
Na superfície, queremos o abraço.
No fundo, queremos ser reconhecidos.
Na superfície, queremos companhia.
No fundo, queremos que alguém compreenda a nossa solidão sem tentar ocupá-la.
Na superfície, queremos alguém que fique.
No fundo, queremos continuar sendo nós mesmos enquanto esse alguém permanece.
É nessa passagem do raso ao profundo que a dicotomia deixa de ser contradição e se revela condição.
Não está entre o amor e o medo.
Está no próprio amor.
Porque amamos justamente aquilo que pode nos atingir. Abrimos a porta sabendo que o mesmo gesto que permite a entrada também torna possível a ferida.
Queremos o outro porque somos incompletos, mas precisamos permanecer inteiros para que o encontro não se transforme em desaparecimento.
Vivemos entre forças que não se anulam: permanecer e partir, aproximar-se e preservar-se, entregar-se e guardar-se, ser dois sem deixar de ser um.
Essa é a verdadeira dicotomia.
Não escolher entre extremos, mas descobrir que ambos podem ser verdadeiros ao mesmo tempo.
Toda escolha carrega aquilo que recusamos. Toda aproximação conserva alguma distância. Toda entrega guarda, em algum lugar, a possibilidade da retirada.
Talvez amadurecer seja abandonar a necessidade de resolver aquilo que a própria existência insiste em manter aberto.
Há conflitos que não pedem solução.
Pedem consciência.
O amor talvez seja isso: não abolir a distância, mas aprender a habitá-la. Não esperar que o outro nos complete, mas reconhecer que ninguém nos completa e, ainda assim, escolher compartilhar a incompletude.
Dois seres inteiros aproximando-se sem a pretensão de se tornarem um.
Duas solidões que se reconhecem.
Não para se possuir.
Não para se salvar.
Mas para testemunhar, ainda que por um instante, aquilo que existe de mais inacessível em cada um.
Porque intimidade não é atravessar completamente o outro.
É chegar suficientemente perto sem destruir o mistério.
Amar é permanecer diante desse mistério sem exigir que ele deixe de ser mistério.
É querer ficar e saber partir.
É entregar-se sem desaparecer.
É pertencer sem possuir.
É aproximar-se sem destruir a distância que torna possível o encontro.
Talvez essa seja a única eternidade possível entre seres finitos: não vencer o tempo, não impedir a perda, não garantir o amanhã, mas fazer com que duas existências se reconheçam profundamente sem jamais poderem possuir-se por inteiro.
E talvez seja aí que o amor deixe de ser promessa e se torne verdade.
Quando já não precisamos vencer a dicotomia para permanecer.
Quando compreendemos que a contradição não é a falha do amor.
É a sua forma mais humana de existir.
Porque somos assim também: rasos naquilo que dizemos, profundos naquilo que calamos; contraditórios no que desejamos, lúcidos apenas depois de sentir.
No fim, talvez amar não seja encontrar uma resposta.
Talvez seja ter coragem de permanecer inteiro diante da pergunta: Será?
Aquilo que deveria ser um momento de reflexão, evolução e cuidado com os irmãos tem se transformado em um cenário onde se busca construir riquezas terrenas, como se a mansão mais grandiosa pudesse superar o valor da alma. Quem será o homem mais rico do cemitério?
A Palavra nos adverte: *"Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu"* (Mateus 6:19-20). Ainda assim, muitos insistem em edificar seus corações em valores que se desfazem com o tempo, negligenciando o que realmente importa.
É triste testemunhar vidas sendo consumidas pelas ilusões deste mundo, onde a altivez e o orgulho continuam derrubando os homens. Como nos lembra Provérbios: *"A soberba precede a ruína, e a altivez de espírito, a queda"* (Provérbios 16:18).
Que possamos buscar aquilo que é eterno, edificando nosso espírito em amor, humildade e cuidado com o próximo. *"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"* (Marcos 8:36).
Não perca aquilo que é importante por uma opinião que tu achas que é relevante, obedeça teu coração e escute seus amigos se der tempo.
Agir com coragem
é uma grande virtude
por ser tão desafiante,
Coragem pra lutar
por aquilo que acredita
quando muitos desistem
e querem que você também desista ,
pra voar apesar do medo de cair,
pra admitir seus erros,
pra ser você mesmo
ainda que alguns se incomodem,
pra expressar seus sentimentos
ainda que ninguém se importe
e num mundo onde
uma difícil realidade
pode fazer desistir de sonhar
Viver já é
um grande atode coragem
que se pode alcançar.
Desfrutar do Natural, ignorarando o Banal,
É valorizar aquilo que nos faz bem, afastando aquilo que nos faz mal.
Assim como uma gata,
Ela tem esperteza,
Não costuama desperdiçar seu tempo
com aquilo que não lhe interessa.
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