So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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⁠Até ideias falsas e ruins de filmes querem viver. Como se crescessem no seu cérebro, substituindo ideias reais. É o que as torna perigosas.

⁠Ele é um amor. É sensível. Ele me escuta e é inteligente. Mas há algo inefável, profunda, impronunciável e irreparavelmente errado aqui.

Minha casa é pequena mas minha piscina é bem grande.

⁠Suspeito de que os humanos sejam os únicos animais que sabem a inevitabilidade de suas mortes. Outros animais vivem no presente. Os humanos não podem, então inventaram a esperança.

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz;
Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

"UMA VIAGEM CONSTITUI UMA FONTE, UM TESOURO, UMA RIQUEZA INCALCULÁVEL'

O que tem por traz do meu medo?
Um ser louco para encarar a vida sem medo.

O Deus que eu tenho, me ensinou a voar mesmo sem ter asas.
Me ensinou a parar, já perto da chegada.
Me ensinou a me perder, para poder eu me encontrar.
Esse é o Deus que eu tenho.

Prosa Patética

Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido... As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono... Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças... Sempre querendo, querendo... Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança... Do hálito quente do outro. A voz, o viço... Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão... Expulsar de mim essa Nossa senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito... Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo... Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta... Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora... A mulher que engravida porque gosta de criança... Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: Madrugada, mãe, ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido... E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz, que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada... Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja... Nesse fim de século sem certeza? Eu quero que a solidão me esqueça.

Hoje tudo vai mudar

Perdi o sol
Ganhei as trevas

Perdi o brilho no meu olhar
Ganhei a tristeza neles

Perdi meus sonhos
Ganhei pesadelos

O castelo que construía
Virou ruínas no meu coração

A vida por quem vivia
Deu-me motivos para morrer
Sem lutar sem viver

E o amor que alimentava.
Minha vontade de lutar e viver
Vai dar lugar a um novo sentimento
E este não vou aqui dizer
Porque você sabe o que fez
E que sentimento é este
E espero que nunca ninguém te machuque
Como você me machucou

Inserida por Vidasoldoamanhece

Ele
Como você falou
Ele esta mas presente
E eu você esta me fazendo ficar ausente
Na sua vida
Você esta jogando fora o amor
Você sabe o que ele já fez com você
O quanto te machucou
E mesmo assim
Esta deixando voltar a sua vida
E eu que sempre te dei carinho e amor
Estou sendo colocado de lado
Sendo jogado fora
Como resto
Confesso-te vida
Não imaginava que você faria isso comigo
Porque eu não fiz por merecer
Hoje sei que te perdi
Mas sei como sobreviver
Por isso os meus irmãos dizem que sou esquizito
Para minha mãe sou aquela ovelha negra
Aquele o maluco da família
Para minhas filhas
Não recebo nem carinho de pai
Mas também não mereço
Para você pensei que eu era seu mundo
Sua vida seu tudo
Se eu fosse tudo que você sempre falou
Você não me jogaria fora como resto
Obrigado vida
Hoje eu sei meu lugar neste mundo
E sei que ser amado não e um direito meu
E obrigado também
Por você pelo menos ter me deixado
Onde você encontrou
E uma coisa você pode ter certeza
Nunca mas sairei de La
Porque foi o amor que tenho
Por você que me tirou de lá um dia
E hoje não acredito mas no amor
Porque este sentimento
Jamais entrara em mim outra vez
E farei de tudo
Para transformar este amor
Em ódio

Inserida por Vidasoldoamanhece

Você só consegue encontrar do lado de fora o que você possui em seu interior.

Perdoar é doar amor, é permitir que a pessoa objeto do perdão possa também devolver um amor que, até então, só negara...

Se quisermos, vivemos num mundo de ilusões confortantes. Podemos nos permitir que sejamos enganados por falsas realidades ou podemos usá-las para esconder nossas reais intenções.

(Emily Thorne)

⁠Pode achar que está muito destruído e ferido para se permitir ser feliz, mas pode escolher o contrário. Pode escolher me amar tanto quanto eu te amo. Essa escolha não deve nem pode ser feita por outra pessoa. Só depende de você.

Confiar é olhar com olhos de outrem. Amar é permitir se cegar. E o julgar é a insegurança com medo em confiar e amar.

Amar é se permitir sofrer às vezes.⁠

Estar em paz é não permitir que o barulho de fora atormente o silêncio de dentro.

⁠Carta Aberta

Para quem se permitir sentir, refletir, conectar.

Aqui estou eu, uma mulher que carrega dentro de si a busca incessante pela profundidade e autenticidade. Não sou uma alma que se perde na superficialidade das interações fugazes, nem nas palavras vazias que muitas vezes nos cercam. Eu busco a essência, a alma do outro, como se a verdadeira dança da vida estivesse na entrega silenciosa e na sintonia que não se explica, mas se sente.

Se algo define minha jornada, é a busca por uma conexão genuína. Às vezes, penso que a solidão é necessária para que a verdadeira conexão aconteça. Sou do tipo que se recolhe até sentir que vale a pena abrir a porta, até encontrar um olhar que se atreva a tocar a minha alma.

Na fotografia, eu me encontro. Cada click é uma tentativa de capturar o invisível, de revelar aquilo que mora nos cantos mais ocultos do ser humano e da vida. Acredito que a sensibilidade de quem fotografa tem o poder de transitar entre o visível e o invisível, entre o que é e o que poderia ser, fazendo com que o outro veja o mundo através de uma nova perspectiva. Cada imagem que crio carrega um pedaço da minha alma, esperando ser vista, sentida, compreendida. E é assim que vejo a vida: uma fotografia em movimento, cheia de momentos efêmeros que pedem para serem eternizados no olhar atento de quem sabe enxergar.

Hoje, me permito escrever, não para expor, mas para partilhar. Porque, como sempre busquei nas palavras e nas imagens, talvez o que realmente desejo é que minha essência encontre eco no mundo. Que, de alguma forma, minha busca por profundidade se revele como algo comum a todos que também têm fome de autenticidade e de verdade.

Aos que, como eu, não se contentam com o raso, aos que acreditam que há beleza na entrega silenciosa e na quietude que precede a verdadeira conexão, deixo estas palavras: seguimos. Continuamos nossa busca, nossa dança. Porque no fim, é a dança que importa, o encontro verdadeiro, onde corpo e alma se entrelaçam. E é isso que me move: acreditar que, no fundo, todos buscamos algo mais. Algo que só o verdadeiro olhar consegue captar.

Com carinho e sinceridade,
Jorgeane Borges

Quantos sonhos já destruí
E deixei escapar das mãos
Se o futuro assim permitir,
Não pretendo viver em vão

Seu Jorge

Nota: Trecho de releitura em português da música Life On Mars?, de David Bowie.