So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce
Moça formosa, virtuosa, garbosa
Vou ali comprar-lhe uma rosa
Achei esta cheio de espinho, mas cheirosa
Pegue-a, espero que goste, pois custou um dinheirinho.
E posso ver a luz que há no fim do túnel
E quando vou tudo que há em mim
Muda onde há sol é chuva lua
Antes deserto agora multidão
E quando a tristeza bater à porta, vou convidá-la para entrar, tomar uma xícara de chá e juntamente comigo dar umas boas gargalhadas.
FOCO
Ando pela rua
Aos passos pela noite crua
Emoção gira e rola, e ninguém se controla
Vou andando sem pressa, olho para o lado e vejo o menino pedindo esmola
Ele diz... O tio tem um trocado aí
Para mim mata minha sede e fome ali
O mundo anda tão desprevenido
O mundo anda pedindo abrigo
Ando sem pressa
Esperando que algo de bom aconteça
Logo mais ali, ali em frente
Vejo uma família pedindo, gritando socorro pra gente
Então Brasil abra os olhos
Não fique de braços cruzados
Olhe e abrace alguém logo ali em frente
Faça feliz o povo carente
Agosto
Vou tomar um banho
Longo
Para espalhar seu cheiro
Vou sentar-me à janela
Mirar o mar
Amar os momentos que passamos
Vou beber um rosé
Leve
Embebedar-me da
Sua ausência
Vou cultivar cada frase
Reescrevê-las em
Minha memória
E perguntar-me qual
É a urgência
Vou resolver minha criatura
E nesta curva
Fazer uma declaração
A um fantasma.
Vou acabar flutuando
Sobre a noite
Curvar-me
Entre o beijo e o amanhecer
E neste breve espaço
Sem mistérios dizer
O quanto te amei.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
CANOEIRO
No barulho das águas do rio
Vou remando na minha canoa
Nas velas ouça um assobio
O vento do norte ecoa.
Vou velando nesse Horizonte
Navegando o meu rio mar
Os meus guias são as correntezas
Nessas águas quero navegar.
vou remando, vou remando...
Sou um veleiro caboclo ribeiro
Os sete mares já naveguei
Dei a volta ao mundo
No meu barco viajei.
O vento é meu companheiro
Nessa grande jornada da vida
Enfrentando um frio derradeiro
No orvalho da noite perdida.
Vou remando, vou remando...
Na conoa o balanço banzeiro
No meu barco a balançar
Vou remando, o rio traiçoeiro
Nas corredeiras a navegar
Vou chegar ao meu destino
Terra a vista no alhar
Chegarei ao meu caminho
O meu barco a âncorar.
Vou remando, vou remando...
Nessa terra andarei
A natureza vou explorar
No final a partida darei
Para de novo navegar...
Na minha canoa meu remo
No meu barco meu rio
Minha vela o vento sopra
Vou enfrentando os desafios.
vou remando, vou remando...
AINDA VOU RASGAR A SUA ROUPA!
Lembrei-me do teu sorriso, do teu toque, da sua boca e de todo emaranhado que você me casou. De quando você me puxou, me deixando louco ao te sentir.
És a flor, mais bela que e encontrei. Uma flor das cores violeta, as que eu nem dava importância.
Eu já era desapegado de tudo velho, ai vem você com esse seu sotaque fazendo diferencia de todas as pessoas que eu já conheci...
Mas vou com calma, experimentando ao poucos, aproveitando esse tempo que nos resta aqui nesse mundo.
Poesia que encanta
Muitos podem ignorar
Poucos podem comentar
Vou seguindo a escrever
Uma poesia para você ver
Não escrevo por escrever
Não público para aparecer
Apenas gosto de me expressar
Sentimentos verdadeiros a exaltar
Amor, alegria, afeto e compaixão
Ganham rimas e versos nessa oração
Sorrisos, beijos e abraços apertados
Aproximam aqueles que estão separados
A felicidade de receber um elogio
Aquece meu coração nesse frio
Que bom que você ainda aprecia
Esta bela arte chamada poesia
Coisa Nenhuma
Quem roubou
Tua risada
Meu bem
Diga
Que vou buscá-la
Para cobrir
Sua boca
Quem tirou
Tua espontaneidade
E hoje fica nu, encolhido
Diga
Que vou buscar
Outra roupa
Quem tirou sua dança
Ficas parado
Feito estátua de sal
Diga
Qual é a música
Vou tocá-la
Para ti.
Diga
Por favor
Quem colocou
O mar dentro
De teus olhos
Mas sou eu
A praia
Venha para mim
Não se afogues
No pranto
Diga
Diga
Porque eu
Te amo
Quero levá-lo
Ao meio da pista
Nu como estás
Para dançarmos
E recomeçarmos
Com ritmo
Sem lhe roubar
Nada
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Cansei de derramar lágrimas de sofrimentos, de fracassos, não vou mais me abalar por isso...
Minhas próximas lágrimas irão ser de orgulho e felicidade de ter conseguido quebrar barreiras, de ter vencido.
"Um pouco ou muito pra Esquerda, um pouco ou muito pra Direita? Leite? Tá bom, vou tirar foto com café.
Ideologias, Sistemas? Doque adianta?
Sempre haverá uma criança sem cama, como uma em berço de ouro. Uma com realidade virtual e hambúrguer e outra com fome e uma 9mm."
" Ao falar de Isolamento Social muitos pensam, vou ter que me isolar da minha família, das minhas atividades, dos meus amigos e parentes, preso igual ao um animal. Mas não, pensem que é a oportunidade de estudar, se reorganizar, se descobrir, quem sabe ajudar um próximo.
Nem tudo tem um lado ruim."
Nossos caminhos são diferentes... mas não vou desistir de achar o seu, não vou desistir de segurar tua mão.
Flávia Abib
Outras Notícias
Não vou às rimas como esses poetas
que salivam por qualquer osso.
Rimar Ipanema com morena
é moleza,
quero ver combinar prosaicamente
flor do campo com Vigário Geral,
ternura com Carandiru,
ou menina carinhosa / trem pra Japeri.
Não sou desses poetas
que se arribam, se arrumam em coquetéis
e se esquecem do seu povo lá fora.
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