So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
O Juízo Final Como Chamado ao Arrependimento (Atos 17:30-31; Hebreus 9:27)
Wesley não pregava sobre o juízo para incutir medo irracional, mas para despertar a consciência moral. Em Sermão 15: The Great Assize, ele descreve o Juízo Final como um evento em que a justiça divina será plenamente manifesta, mas também como um convite à reconciliação. Crisóstomo (Homilias sobre o Evangelho de Mateus) ensinava que a lembrança do juízo é um remédio contra a negligência espiritual.
A gente vai embora
A gente vai.
E não leva nada,
só o que ficou por dizer.
Mentiras,
vaidades,
status —
tudo fica.
Ficam também os objetos
que nunca emprestamos.
Mas o afeto…
esse é o que deixamos.
É a única coisa
que de fato
damos.
Não tire seu mérito quando realizar seu sonho. Parece fácil depois que se conquista, mas só você sabe o quanto se dedicou. Você merece. Foi Deus, foi esforço, foi você.
Considere um sábio meditando no topo de uma montanha. Ele está só, mas não está perdido. Sua solidão é a fonte de sua clareza
AÍNDA BEM QUE NÃO SOMOS TODOS
Você já imaginou se todos fôssemos apenas turistas?
Só escolheríamos mostrar as partes boas, as paisagens perfeitas, os sorrisos fáceis. Não falaríamos do mendigo que, pela fome, é agredido no mercado por tentar levar um pedaço de carne.
Esconderíamos as estradas mal feitas, que não chegam onde deveriam, e as doenças que os hospitais não conseguem curar, apesar dos esforços. Focaríamos nas praças brilhantes e nos monumentos grandiosos, mas jamais mostraríamos as sombras, os cantos esquecidos, as lutas diárias de quem vive nas margens.
Ainda bem que não somos todos.
Porque como turistas, deixaria de ser nossa missão contar a verdade crua, de expor as feridas da sociedade. Mas é justamente dessas feridas que vem o real aprendizado, a verdadeira transformação. Somos todos, no fundo, mais do que turistas. Somos habitantes, parte de um todo que precisa enxergar além do óbvio, compreender a dor para poder mudar.
Um caderno de versos com cheiro de flor,
O amor de uma mãe… plantado com louvor.
Não conto só mais um ano, mas um tesouro guardado,
Sou mais experiente, sim, e por Deus acompanhado.
Carrego fé num coração simples e sincero,
Sou Paulinho, o Negrin da Mamãe — inteiro!
Se ao longo dos anos você não exercita os músculos do corpo, a energia vital se apaga — e quando some, dificilmente volta com a mesma força.
Eu sei que você ainda sente, mesmo que esconda. Mas eu não posso continuar preso num amor que só existe quando é conveniente
Mas… e se não for erro?
E se a dor só vem porque eu ainda estou aprendendo a lidar com ela?
E se o problema nunca foi sentir demais, e sim me julgar tanto por isso?
Eu sei que pra ele pode ter sido casual.
E talvez o gesto de carinho dele tenha sido só isso: um gesto.
Mas pra mim foi entrada. Convite. Abertura.
E o difícil é aceitar que nem tudo que me toca, toca o outro.
Que nem tudo que me aquece, aquece quem estava do meu lado.
Que às vezes eu sou o único que está com os olhos fechados no abraço — e tudo bem.
Eu estou aprendendo que a minha intensidade não é erro de fábrica.
É só um traço da minha forma de existir.
Mas eu posso, sim, aprender a acolher essa parte de mim com mais calma. Posso olhar para minha urgência com menos culpa, e mais compaixão.
Eu não preciso apagar meu fogo.
Só aprender a não me queimar toda vez que alguém não quer se aquecer nele.
E isso também é autocuidado.
Vale a pena viver, nem que seja só porque sem a vida não poderíamos ler nem fantasiar histórias.
Você pode estar fingindo que não sabe o que trava só pra não ter que lidar com a bagunça que vem depois de encarar a verdade. Mas a verdade, mesmo bagunçada, é libertadora.
O sentimento é inevitável, mas só faz morada o que faz bem.
Não sou dominada pelas minhas emoções, eu as domino.
Pre(encher)
Fique tranquila,
Você não está mais só.
Se esvaziou e agora,
Se encha do que importa.
09/2024
*O coração que ama e não é amado*
Sofre, geme e chora
O coração que ama e não é amado
Vive sozinho e amargurado
Abandonado pelo seu amor, peregrino e sofredor
Sentindo sempre uma grande dor.
Dor que só é aliviada com uma linda canção
Canção que vai ao íntimo do coração
Tirando toda a tristeza
Trazendo de volta a beleza
E a paz a este pobre coração.
Coração que um dia já sofreu
E que bastante viveu
Amando e não sendo amado
Sofrendo e sendo humilhado
Vivendo como o culpado de viver nesta solidão.
Mas o verdadeiro culpado
Foi aquele amor do passado
Este sim, deveria ser condenado e maltratado
Por quem tanto ele humilhou
E também maltratou
Para saber como é doloroso
Sofrer por um grande amor.
Conhecer
Não te torna diferente
Conhecer
Só te torna inteligente
Conhecer
Não é ser!
Somente quando você experienciar
Você se tornará!
E quando você se tornar,
Não precisará provar!
Dom Romani
