So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Chega uma hora que você tem que aprender que a vida é só uma e você precisa viver. Você vai entender que tudo muda em questão de segundos e que só o tempo é capaz de fazer.
Você só cresce na Graça e no Conhecimento de Deus se tiver Intimidade com as Escrituras e com a Palavra (Logos). João 1.14.
A felicidade depende de nossa vontade... as vezes esta pode ser antiga... é só relembrar, curtir, e se deixar levar pelo bem!!!
Eu gosto dele. Gosto do jeito que ele implica comigo só para me deixar brava. Gosto de quando ele olha nos meus olhos e vejo o meu reflexo no olho dele. Gosto de quando ele me abraça só para me esquentar. Gosto do seu perfume e do jeito que ele fica na minha roupa quando nos abraçamos... Gosto do jeito que ele me trata, como se eu fosse uma princesa. Na verdade eu sou uma princesa, porque tenho ele. Nós nos completamos! E isso é o mais importante! Eu amo ele, e o resto é o resto.
Seja amigo dos outros na mesma intensidade que eles são de você.
Só Deus merece um amor maior que o amor próprio porque ele foi o único que deu o seu próprio filho por nós, demonstrando um amor sem igual.
Eu e tu perdemos tudo.
Suplicávamos o infinito.
Só nos deram o mundo.
Enraiza em mim pensamento
e flui sem ter hora nem porque
so sei que vem de dentro
e escrevo pra não esquecer.
Mais um ano acabando e ela só quer continuar com esse sorriso no rosto. Com essa capacidade de acreditar na vida e em algumas pessoas. Porque um dia ela já acreditou em todo mundo e a grande maioria lhe decepcionou, sabe? Então, ela se tornou mais seletiva. E os anos se tornaram mais leves.
Aos poucos, ela foi amadurecendo. Não anda mais por aí dizendo que o seu ano foi ruim e que espera o próximo pra melhorar. Ela sabe que existiram e existirão problemas, dificuldades e que chorou e vai continuar chorando algumas vezes. Só que ela compreendeu que tudo isso faz parte da vida. E que também chegarão os momentos de alegrias, paz e muito amor.
Ao olhar para o ano que passa, ela fica contente de ter chegado até aqui com a bagagem repleta de novas e boas amizades. Com o coração batendo mais forte e o olhar mais decidido.
Quando se lembra do que teve que deixar para trás, ela sente muito. Sente pelas perdas e transforma a dor do luto em saudade. Sente por quem preferiu abandonar a sua amizade para seguir com outras amizades. Do amor que acabou quando ela queria que tivesse durado só mais um pouco. Mas lembra que nas suas orações ela sempre pediu para fosse livrada de todo mal.
Então ela diz amém e vai em frente.
Aguardando o próximo ano com os braços abertos e a alma iluminada. Desejando prosperidade, saúde, dinheiro no bolso e tudo que o novo ano lhe trouxer. Sem esquecer do que aprendeu. Sem se surpreender caso o ano novo lhe tire do chão ou bagunce a mesa pra ela ter que arrumar tudo de novo.
Porque ela só quer continuar crescendo com as vitórias e aprendendo com as suas derrotas. Colhendo os frutos das sementes que ela deixa pelo caminho. Sementes que, pra ela, tem que ser do bem e para o bem.
A alegria humana vem de fora para dentro, nasce de uma droga ou de uma bebida, e só a pessoa sente.
A alegria produzida por Cristo vem de dentro para fora, nasce no nosso coração, e outros sentem.
A solidão concede ao homem intelectualmente superior uma vantagem dupla: primeiro, a de estar só consigo mesmo; segundo, a de não estar com os outros. Esta última será altamente apreciada se pensarmos em quanta coerção, quantos estragos e até mesmo quanto perigo toda a convivência social traz consigo. «Todo o nosso mal provém de não podermos estar a sós», diz La Bruyère. A sociabilidade é uma das inclinações mais perigosas e perversas, pois põe-nos em contacto com seres cuja maioria é moralmente ruim e intelectualmente obtusa ou invertida. O insociável é alguém que não precisa deles.
Desse modo, ter em si mesmo o bastante para não precisar da sociedade já é uma grande felicidade, porque quase todo o sofrimento provém justamente da sociedade, e a tranquilidade espiritual, que, depois da saúde, constitui o elemento mais essencial da nossa felicidade, é ameaçada por ela e, portanto, não pode subsistir sem uma dose significativa de solidão. Os filósofos cínicos renunciavam a toda a posse para usufruir a felicidade conferida pela tranquilidade intelectual. Quem renunciar à sociedade com a mesma intenção terá escolhido o mais sábio dos caminhos.
