Sinto muito mas eu te Amo
A questão, é só o tempo. A questão, é o que eu sinto. A questão, é o que eu vejo...Enfim, a questão é: Eu ti espero!
Sinto-me embaciada pela tua ausência, habitada apenas por este vazio, que me corrompe as entranhas.
Soletro todas as palavras de amor existentes e peço ao vento que tas entregue.
Segredo-lhe baixinho:
-Por favor, não percas nenhuma, pois poderá ser essa mesma que o trará de volta aos meus braços.
Tenho falta de TI ... tanta ...tanta!!!!...
TROVA - 149
Sinto, nesta ânsia louca
De tornar-me teu amado,
O sabor da tua boca
Sem nunca te ter beijado!...
“Amanhã, dia de Corpus Christi. Não vou comungar, não tenho vontade, apesar da paz que sinto. A despeito das minhas dúvidas, dos meus erros, acredito, acredito. A verdadeira fé deve ser mesmo a vontade de crer, de aceitar com humildade como faço agora. É pensar: quero crer, portanto creio. Esta a força que nos leva à frente. Não se deter no pensamento do que é certo ou errado, verdadeiro ou não, mas querer com toda força, aceitar, aceitar. Mas mesmo assim, aceitando, não sei por que, não tenho vontade de comungar. Adio, adio sempre, para uma época que não sei quando, talvez quando não tiver mais tempo. Penso comigo: quando me aposentar irei diariamente à missa como mamãe, Tidoce e Dazinha faziam. Será que me aposentarei um dia? Para mim a aposentadoria é um prêmio tão esperado que chego a temê-lo. Serão dias de sol, de música, de alegria. A liberdade em parte, pois com Nonô na situação em que se acha não me é possível tê-la integralmente. Mas a liberdade exatamente como é mais bela, a liberdade que o amor dá. Não desejo nem nunca desejei a liberdade integral, desde a morte da minha mãe. Liberdade sim, mas presa pelo amor a alguém, a alguma coisa. Liberdade total para mim significa abandono, falta de amor. Preciso querer alguém, prender-me, sentir que necessitam de mim, mesmo apesar do meu receio, das minhas queixas. O que poderei fazer da liberdade total? Arrastá-la como um fardo, invejando as cadeias do amor dos outros e suspirando por elas. Sentarei num banco de praça numa manhã fria e de sol, vendo as árvores, sentindo o vento, ouvindo o vozerio das crianças que brincam, os rumores da vida meio distante através da névoa dos anos vividos. Andarei devagar pelas ruas, pisando as folhas caídas no outono, tentando adivinhas o mistério de cada casa adormecida na manhã fria. E à noite, sentada no quarto de música, ouvirei tudo que amo, olhando os quadros, os retratos na parede, pensando com doçura nos que já se foram, rebuscando na memória um som, um gesto, um sorriso esquecido no tempo.
A vitrola para e me levanto para tirar o disco. Nonô vem saindo do quarto, cheio de tinta. Vou ajuda-lo a lavar as mãos. Irrita-se porque tento enxaguar mais uma vez os dedos que ele julga limpos, me empurra, zanga-se. É sempre assim. Insisto e enxugo vagarosamente os seus dedos, tirando qualquer resto de tinta que por acaso tenha ficado, com um pano velho. Do banheiro encaminha-se para a sala de música, onde liga a televisão e senta-se na poltrona favorita. Acompanho-o me sentando também a seu lado e começamos a ver um filme onde um dos personagens num dado momento faça de inferno. Sacode a cabeça e escreve no caderno, me mostrando: “Não tem inferno, juro a você.”
Olho-o em silêncio e ele mantém o meu olhar, reafirmando com a cabeça:
- Não, não.
Estou com ele, mas quantas vezes não tenho discutido no confessionário a esse propósito! Foi mesmo origem de um desentendimento meu com um padre a quem detestei no momento. Passei muito tempo sem voltar ao confessionário, para quê? Se não admitiam que eu fosse sincera? Que me adiantava dizer que acredito na existência do inferno, se dentro de mim penso o contrário? Nonô, por exemplo, já tem o seu inferno aqui mesmo. Quase cinco anos emparedado vivo, haverá maior inferno? Nem mesmo a morte, libertação, apesar do medo que a precede.”
Vida Vida – pp. 201 e 202
Se sentisses a sentir-me, sentirias que sinto e que não minto. Sentirias o tempo fixado dos meus olhos em cada pormenor em que eles demoram mais, sentirias a repetição de cada detalhe na minha retina quando o que ela contempla a faz brilhar e chorar de ternura e de saudade.
Sei, porque sinto, que os anjos te protegerão.
Sei, porque vejo, que o céu uma noite se salpicará de estrelas, porque ouvirás a minha voz das profundezas da alma… dizer-te, na clareza de um único verso, que foi Deus.
E um dia compreenderás. No mais estranho dos pensamentos, compreenderás que foi o crepúsculo e a aurora que me fizeram amar-te, assim, simplesmente assim, dentro e fora de mim, orando pela tua felicidade e pelo milagre da tua paz.
Rumo!
Sinto o clima sem mudança
o chão rachado no sertão
o sertanejo faz andança
sem rumo e sem direção
e pela seca que avança
só as águas da esperança
ainda irrigam o coração.
Me sinto feliz, por conseguir tratar
Você com muito carinho como se fosse a última vez que eu estivesse a vendo.
Me sinto triste, por saber que ao se despedir sentirei saudades, e muita das vezes, serei esquecido...
Pensamento do dia 16/06/2017
Quando compartilho com meu próprio interior, sinto-me mais próximo de Deus.
Foi…
(Nilo Ribeiro)
Foi imenso,
foi encantado,
quando penso,
sinto-me compensado
foi preciso,
misterioso,
foi narciso,
foi gostoso
foi bonito,
foi profundo,
quando reflito,
domino o mundo
foi alma,
espírito,
foi calma,
conflito
foi belo,
verdadeiro,
foi sincero,
faceiro
foi divino,
foi idálio,
quando imagino,
sinto-me sábio
foi pé,
foi mão,
foi fé,
foi oração
foi rico,
foi fruto,
pudico,
foi bruto
foi infinito,
foi emocional,
quando medito,
sinto-me imortal
foi tudo que não quero expor,
mas foi antes de tudo, amor
meu amor é tanto,
que se na poesia não couber,
espalho-o para todo canto,
mas nunca deixo de amar esta mulher…
Não me sinto confortável em ficar num partido que permanece no governo Temer (PMDB) mesmo depois de todos os fatos revelados. Participei de momentos importantes do partido. Mas cansei de vacilações. Espero que o muro do PSDB seja bastante grande para que o partido se enterre nele."
Me sinto como um peixe preso dentro de um aquário. Quebrarei esse vidro e partirei para outra dimensão.
As vezes eu sinto que não sentir nada é uma defesa natural do meu coração, pois a ilusão é uma consequência da paixão e a dor uma consequência da ilusão
Passei tanto tempo escondendo o que eu sinto que esqueci como sentir de verdade, as vezes até eu acredito está feliz de tão grande que é meu falso e amargo sorriso.
Sabe, é até bom sofrer, ao menos me dá inspiração para escrever.
Sinto saudade de tudo o que tive e hoje já não tenho mais,
Sinto saudade de uma cultura que mudou a minha vida,
Sinto saudade de uma educação que não prega mentiras,
Sinto saudade de um lugar que mostra que o amor não é comprado pelo dinheiro,
Sinto saudade de um passado que não foi transformado para ter um futuro melhor,
Sinto saudade de mim...
De longe, bem de longe, de alguma forma ainda te sinto.
Seja pelo vento que vem soprar levemente meus cabelos emaranhados; seja pelo sol que faz arder meus olhos deslumbrados; seja pela água que lava meu corpo empoeirado, seja pela lua que ilumina meu coração dilacerado...
Meu céu brilha com teu bom dia, acordam os sentimentos, mesmo longe sinto nossos mundos ligados, vinculados.
