Sinto me So no meio de Tanta Gente
Nos seres humanos podemos ser comparados a vermes porque estamos sempre cavucando o meio em que vivemos
Abriram-se as asas norte e sul para que eu entrasse, entrei bem no meio da estrada, onde as aguas descem.
Homens são inseguros, imprevisíveis, mas quando amam, amam. Não existe um tipo de meio amor, como para nós mulheres, não existe um meio termo, o homem se joga, até ser magoado. Ai ferrou.
''Há uma longa estrada onde se tem um começo, meio e fim...
Demasiadamente onde há recaídas, correrias, pedras, obstáculos,
curvas complexas, buracos constantes, anjos e demônios.
Em longas jornadas de idas e vindas, num consentimento
de livre arbítrio: Insanos, cautela e frustrações de desvios.
Prudência e inteligência são para poucos. Cria-se todo um ciclo de doutrina.
Rotina numa espécie de sociedade supersticiosa e fanática,
onde se escondem no subconsciente que gorjeia à vaidade e à insegurança.
A educação quer exorcizar, mas são tantos demônios e a política elaborar.
Vivo numa estrada longa, porém estreita. Num fundamento blindado e acima da cabeça.''
E nem mesmo na noite mais escura,e mais fria.
Em meio a tempestade,
e tormentos,
eu estarei lá contigo!
E quando fores dormir,
estarei ao teu lado para admirar
o quanto és bela..
Até dormindo!!
Te abraçarei quando sentires medo,
quando o mundo parecer tão cruel.
Estarei contigo para te dizer ao pé do ouvindo
o quanto eu.... TE AMO!
Noite escura, vento frio, em meio ao silêncio um grito, um grito de dor de quem assiste a morte de sua amada, um
grito de desespero que anuncia uma saudade que nunca mais se cessará, o despedir da luz que havia nos olhos dela, a
luz que não mais se acenderá pela manhã, ao despertar da aurora, me sinto agora como este grito, grito alto, sem
força, desesperado, grito que implora pelo não, não ao adeus, implora em vão, quebra o silêncio que antes era quebrado pela batida do coração dela, grito alto que logo perde força, perde fôlego, e faz reinar o silêncio,
silêncio que sufoca, desespero para dar mais um grito, impotência, não mais adianta gritar, o tempo que havia para dizer a ela o quanto era amada acabou, tudo o que eu queria, dizer te amo, ouvir que sou amado, mas o tempo acabou, o adeus é a morte desta noite, vivemos nossas vidas sem ter aproveitado a oportunidade, que noção eu posso ter da vida se escrevo sobre a morte antes que ela aconteça? Eu respondo, você prefere esperar que esta noite chegue, ou dizer que me ama hoje, não penso em haver o amanhã, pois incerta é a certeza do Sol despertar os pássaros amanhã novamente. Ainda existe um pouco de tempo, ainda é hoje, enquanto o sino da torre não badalar 12 vezes, ainda será hoje, então espero o que o silêncio em sua boca seja quebrado agora, por uma única frase...
Um novo olhar
A realidade desnuda meus ombros
Com asas cortadas ao meio
A noite cai e meus olhos marejam
Procurando por alguma estrêla ou por um sonho esquecido...
O céu de seus olhos azuis
Anunciam o limite da felicidade
São um refúgio para meus devaneios
Sinto a dor inundando minha alma
Sinto o amor confortando meu sonho e..
Correndo em meu rosto a chuva
A sorrir e a chorar
O silêncio me traz o eco de sua voz
Que calou a minha...
Como se me conhecesse há tempos
Como se me tivesse olhado por dentro
Como se me arrancasse a coragem do pouco dela que me resta...
Sou poeta você leitor
Sou leitora ,você poeta
Amo tuas mãos que escrevem
Como se usassem as minhas
Como passar pro papel o que sentimos?
Como explicar um sentimento inexplicável?
Acho que é meio difícil, até porque na verdade nem sei mais o que sinto, seria desgosto? Seria ódio? Seria pena?
SERIA NADA?
Mr. Confusion, make a move.
Vivo hoje em meio há uma necessidade, a de te amar...em você descobri o verdadeiro motivo da minha existência.Te Amo.♥ R ♥
Você chegou com todo o seu brilho, aos poucos foi iluminando minhas noites e em meio a escuridão eu fui achando todas as portas, até que achei a do seu coração.
O labirinto do cartão de crédito
É fato consumado: o cartão de crédito se consolidou o meio hodierno de consumo. Substituiu o cheque, substitui temporariamente os apertos sazonais financeiros (ou quase sempre). Numa sociedade com fortes traços de hedonismo, consumismo e necessidades irreais, é um prato cheio para quem gosta de gastar, de consumir, de se deixar levar pela propaganda da TV, da Internet. Antes fossem necessidades necessárias, a produção gira em torno de necessidades efêmeras. É moda ser efêmero, dá status, promove uma pseudo-dignidade que engana uma multidão de incautos. Vivemos em uma crise de qualidade porque há excedentes de quantidades que precisam ser enfiados guela a baixo do povo. E o povo recorre ao cartão de crédito, de facilidade e praticidades inegáveis. Mas fique tranqüilo... o banco paga para você hoje o que você pagará mais caro para ele amanhã. E quando todo o limite for utilizado, o que fazer? É triste ser controlado pelo limite do cartão de crédito, quando as rédeas deveriam vir da própria razão humana. Nesse cenário, o inanimado ganha vida e cores reais e doma o indivíduo. Uma nova revolução copernicana acontece: o objeto se presentifica na realidade e domina o sujeito. O sujeito vira objeto e o objeto se transforma em sujeito, numa virada ontológica jamais vista. Mas nem sempre a razão tem razão, ela é irrazão quando não conduzida de uma forma sensata. Ela não é nem boa e nem má em si mesma. Depende sempre do seu sujeito... ou seria do seu objeto?
Passa-me tudo que vivi
Imagens fora do habitual
E resguardadas sutilmente
Em meio de rosas
E espinhos
Partes foram meramente
Esquecidas ou introduzidas
No grande silêncio
Que se chama ‘viver’
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