Sinto me So no meio de Tanta Gente
Queria me encontrar só... só, sozinho no meio da imensidão do tudo. Unido ao todo. Bem longe de todos. Vastas paisagens brancas de campos verdes onde a neve repousava. E livre me encontraria em toda aquela imensidão vasta... vasta pura imensidão. De braços abertos com o coração cheio de emoção em minhas próprias mãos. Longe da hipocrisia. Bem longe da burguesia; bem perto da poesia. Mas novamente longe... longe de toda falsidade da sociedade. Longe do falso conformismo. Longe de todo materialismo que a mim só corroía a alma. De braços abertos então me encontraria olhando para toda aquela imensidão celeste de puro azul. Que no céu resplandece em toda sua gloria.
RETROSPECTIVA
Em meio ao desespero só desejava voltar ao passado e acertar, mas não posso, pois ele já não existe mais. Tudo é tão evidente, tenho certeza, posso ver sentir que já consegui.
Minha cabeça dói e não quero fazer nada a não ser esperar. Nunca duvidei, nem se quer por um instante que a conquista é minha, porém agora preciso ter fé. Não em mim, pois sou a única em quem posso confiar, mas naquele que é o responsável pelo o que sou. Sempre fui convicta que existem sim, pessoas melhores. Costumam dizer que: “todos são iguais”. Bendito paradoxo que me mantém na razão a qual me orgulho.
Meus olhos se abriram e me levantei da inércia que havia me tomado por minutos, num ser que abomino: “os fracos”. Um dia me perguntaram, qual era o meu maior temor e lhe respondi: Sentir medo. Expliquei que se sentir impotente me afasta do que sou, por isso, antes que esse mal me aflija, eu me levanto faço o que tiver que fazer, desde que os meus princípios não se percam e olho para o céu, meu reflexo no espelho é o motivo pelo qual o admiro.
É meio estranho sim...
Ser diferente.
Estranho deixou de ser adjetivo pejorativo,
Quando dizem sou estranha...
Sinto-me lisonjeada.
Meio que estranho,
Meio que assisto tudo de fora,
Porém estando dentro.
Meio que faço parte de tudo,
Mas na verdade, não tomo parte de nada.
Arquibancada.
Em meio aos meios anseios e prantos, me perco nos manequins da vida. Sendo só mais um no meio da multidão, tentando me destacar de alguma forma nas vitrines dos corações desavisados e imprudentes.
Em meio a infinidade de coisas,você só encontrará felicidade na simplicidade de cada uma delas.É preciso enxergar com humildade
Ser solitário não é está só, ser solitário é está em meio de milhares de pessoas e escolher si mesmo como companhia.
Às vezes, só queremos ser o próprio ar e respirar por si. Nem sempre tem a ver com o meio externo, mas sim com as coisas de dentro.
O respeito e o amor ao próximo também são formas de cuidar do planeta e não só preservação do meio ambiente. A minha cultura indígena me ensina valores que muitas vezes que eu consegui perceber nas cidades. Viver na aldeia é saber que todo dia é novo, mas que o novo traz o antigo. Como? valorizando todo os conhecimentos tradicional e respeitar ao próximo. É amar sem distinção, olhar para as crianças dos outros e considerá-las. E perceber que a mulher e o homem são complementos um do outro.
Não sei ser metade, não sei ser mais ou menos, não sei pensar só por meio dia, não sei dar parte do meu coração, não sei fazer de conta... Sei ser inteira, ser mais, pensar o dia inteiro até o sol raiar, dar meu coração por completo... porque? Porque sou assim, verdadeira e intensa!
Vivo em meio a sorrisos que contagiam meus dias, busco escrever com sentimentos pois só as palavras não traduzem o que um coração quer dizer...
Sou o seu refugio em meio a tempestade, só você não sabe, ainda esta em meio a deriva em pleno oceano agitado.
Podemos ser quem quisermos, para isso existe a transformação, e o meio disso ocorrer, é só a nossa própria mente e força de vontade
EGO
Fujo da nostalgia diária,
em meio a um pleito de solidão
cujo só com árdua bravura
este sentimento deve-se
a maturidade de uma breve escansão.
A maturidade concernente,
é aos olhares imprudentes,
não suportam melodias,
verdades ou fadigas,apenas suas filosofias...
senescentes de egos descontentes.
Atina o tal ego desvairado só a pensar
iracundo seja meu esmorecer ,
nesse sujeito descrito não há beldade,
só mero luxo e voluptuosidade
nada virginal escrevi para épico padecer
***
Então não tenho beldade
só luxo e voluptuosidade
Gabriel Silva Corrêa Lima
" De um segundo a dois
Em meio perdi o tempo
Logo sem tempo só vácuo
E mais não penso, não existo
Sem agora, antes ou depois
Um espaço vazio, sem vento
Uma frequência, vagando no espaço
Cor já não tenho, roupa já não visto
Errante frequência sem sintonia
Uma ideia alastra-se e ecoa
Não se escuta, se sente a harmônia
Não ha ideal, não ha equação
Mas a imperfeição da ideia
É onde buscamos a solução"
Deixe seguir .
Para que fazer parte do meio se só atrapalhas ?
Cuidado,
pois em sua ignorância,
imbuída também está a Arrogância e pior,
a Insignificância .
Assim,
faça o que tem que ser feito mais deixe a Vida seguir seu rumo sem sua interferência Negativa .
Positiva sim,
mais faça,
pois o que para Você nada é,
para muitos é o sustento,
é a Vida .
JB
FOI PRA SEMPRE
O que pra ficar inteiro não veio,
O que queria ser só passageiro,
Ficar no meio de um entrevero
E sumir sem assumir o parceiro
Como seu amado companheiro!
Guria da Poesia Gaúcha
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