Sinto falta do meu Passado
Eu sinto tanta satisfação lavando os pés do povo de Deus. Também, quando ensino a Bíblia ao povo de Deus, eles ficam com fome da Bíblia. Foi Deus quem escreveu a Bíblia com suas mãos sagradas há muito tempo.
Me sinto um militante das maiorias silenciosas.Apático, descrente e blindado. Observo, como uma mosca de banheiro, as fezes que entram e saem ao som das torneiras que abrem e fecham sem cessar.(Walter Sasso)
Agradeço a bondade de quem deseja me oferecer caminhos que trazem luz, (me Catequizar). Mas me sinto finito e pequeno diante de certezas absolutas. Minha limitação não cabe em respostas prontas; ela se move em perguntas. Talvez a verdade que procuro não esteja no fim do caminho, mas no ato de caminhar. Não desprezo esta vida em nome de uma promessa futura. Cada instante, mesmo frágil, é sagrado. Se há eternidade, que ela comece aqui, no presente, na dor e na alegria. Viver plenamente já é a minha forma de agradecimento a D'us.
Alexandre Sefardi
Hoje sou um homem adulto, mas ainda sinto medo da chuva. Quando menino, brincava descalço nas poças, e meu irmão e os vizinhos corriam atrás da bola, rindo, escorregando, encharcados. Eu ria junto, mas por dentro algo apertava o peito. O cheiro da terra molhada, os trovões distantes, a água batendo no rosto, tudo isso ficou gravado em mim, mas transformado em receio. Hoje, ao ouvir as primeiras gotas, me devolve o menino que brincava, mas também o medo que nunca soube nomear. Falar a verdade...
Tenho medo da chuva...
Medo é coisa de Gente, né?
Escreveria um livro sobre o amor que sinto por você, mas também com apenas um único palito de fósforo, apagaria todas elas.
Eu não vejo o vento;
Mas sinto o seu sussurro como um lamento;
Quando as árvores se balançam e suas folhas se arrancam;
Observo queno vento é potente, é forte e raivoso;
De repente se acalma;
Se torna suave, balança meus cabelos, me refresca.
Este vento!
Que balança o mar e movem os barcos;
O vento que assusta e ao mesmo tempo encanta.
O vento que afugenta;
O vento que trás catástrofes é o mesmo vento que nos acalma.
Vem do oeste a leste.
Atravessam os trópicos da Terra;
Nos traz frio, nos traz a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a chuva, que nos limpa, nos renova.
O vento nos seca;
Ao mesmo tempo ele é vida, é riqueza.
É o ar que sopra onde quer.
Fico sem saber da onde vem, ou para onde vai.
437 🙏🌹Sabe...Fazendo uma reflexão sobre vocês meus filhos eu me sinto realizado como pai, a trajetória de vida abençoada, voltada para Deus, me faz feliz e realizado, onde o despertar divino aos poucos envolve o coração de todos e nos abraça dia após dia e a esperança renasce para um futuro de luz para todos, traz um novo caminhar em suas vidas numa revoada de luz e de paz, um bálsamo na família, o remédio de cura espiritual, onde o refazimemento se concretiza numa nova fase, um novo ser em suas vidas, tenho uma gratidão imensa à Deus por essa Dádiva divina, uma nova criatura, uma nova roupagem onde o velho se renova surgindo um ser iluminado em vocês, sinto isso em mim, é dadiva divina, é Deus trabalhando na vida de todos nós, na Renovação da família, onde nos alinhanhamos com a luz, busquemos sempre sob a luz do Senhor, ser melhor, ser luz, na vida uns dos outros emanar a paz, amor, caridade e perdão, uma nova criatura em cada um, em cada momento dessa jornada, mesmo com turbulências e momentos difíceis, tenhamos coragem e determinação, para prosseguir, a vitória virá com todo amor de Deus, transformando nossas vidas, como fez comigo mas vale a pena a luta, por todos...
Amemos sempre somos degraus uns dos outros, somos aprendizes da luz divina...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Sou eu o louco
por Alexsandro de Lima Gomes
Não sinto angústia,
não sinto inveja,
e nem quero orgulho.
Mas ainda estou sozinho.
Sou um fracasso,
mas me faço de forte.
Não tenho sentido,
mas gosto de lutar.
Não sou cavaleiro,
nem tenho espada.
Mas a verdade,
um dia, vou defender.
Vou proteger.
Mas, ainda, em meu cavalo,
estou sozinho.
Não sei o que fazer,
pois estou contigo,
mas ainda me sinto sozinho.
Um balde,
cheio de água,
mesmo olhando de longe,
ainda parece gigante.
Pois o que eu vejo
me dá medo.
E o que realmente sou
me faz sentir fracasso.
Viver para sempre
é um sonho.
Mas morar no querer
é viver para sempre.
Sinto muito,
mas não consigo.
O que quero
não faz sentido.
E o que faz,
não existe.
Somos loucos,
fantasiados de homens
e amarrados com roupas.
O silêncio canta
em meus ouvidos,
e minha boca se cala
perante a vontade.
Talvez da imagem.
Se pudesse navegar,
estaria em um barco,
escrevendo besteiras
e olhando para o espelho.
Pois, afinal,
sou louco.
E não qualquer tal.
Me sinto importante quando ponho sigla nas coisas.
MSI, QPSC.
O outro não precisa entender,
sou dinâmico, tô por dentro, e VSFdê.
Venho através destes versos, de punho livre e coração aberto,
Registrar o que sinto por ti, sem receio ou disfarce incerto.
Não prometo mil palavras, nem um futuro desenhado,
Mas que cada gesto meu revele o que guardo ao teu lado.
Poderia te dar flores, mas o tempo as faria morrer,
Poderia te dar bens, mas nenhum compraria teu ser.
Prefiro dar-te o carinho que em mim puder florescer,
E ser abrigo nos dias em que o mundo te entristecer.
Em menos de um mês, já eras prioridade nos meus planos,
E tua ausência, tão pequena, já alongava os desenganos.
Teus cachinhos dourados me prenderam no encanto,
E, pouco a pouco, fui encontrando meu lugar no teu recanto.
Confesso que a escalada talvez te tenha causado espanto,
Mas há beleza no receio que se vence de vez em quando.
E se a altura te assusta, não precisas ter vergonha,
Há coragem em quem treme, mas ainda assim se põe à prova.
E quando desceres de rapel, entre o vento e a imensidão,
Talvez descubras que a aventura também mora no coração.
E, se por um instante, te distraíres com a paisagem,
Espero ser parte bonita da lembrança dessa viagem.
Queria te dar o mundo, com seus caminhos e lugares,
Mas não cabem nas minhas mãos tantos céus, terras e mares.
Não posso pôr aos teus pés cada horizonte a desbravar,
Mas posso caminhar contigo e, juntos, os descobrir e explorar.
Vamos escalar montanhas, desafiar o que é distante,
Pedalar por estradas, sem saber o que há adiante.
Nadar por águas desconhecidas, sob o sol a cintilar,
E acampar sob as estrelas, vendo a noite nos abraçar.
Talvez não haja luxo algum, nem um destino planejado,
Só uma barraca, o céu aberto e teu sorriso ao meu lado.
E se a chuva nos alcançar, se o caminho se perder,
Talvez seja justamente aí que eu mais goste de viver.
Pois não é sobre o destino, nem o quanto se percorreu,
Mas sobre o que cada instante, ao teu lado, se tornou meu.
Uma estrada sem asfalto, um céu nublado, um dia qualquer,
Ganham outro significado quando os vivo com você.
Não te prometo o mundo, nem riquezas por herança,
Prometo não fazer da vida uma eterna sala de espera.
Quero que haja em nossos dias aventura e esperança,
E que o tempo nos encontre sempre em busca de outra primavera.
Não posso te dar o mundo, nem os sonhos realizar,
Mas posso estar contigo quando a vida nos chamar.
E se tudo o que eu tiver for uma estrada e o luar,
Que me falte tudo, menos teu sorriso ao caminhar.
O ÔNIBUS
Me sinto perdido no fundo deste ônibus, sem saber para onde ele vai. Acho que passei da minha parada e, agora, já nem sei onde quero estar.
Olho pela janela, mas não reconheço nada ao meu redor. Não desço, porque sinto que aqui dentro existem várias pessoas iguais a mim, que também não sabem onde estão indo e simplesmente deixam o condutor nos guiar.
Talvez tenhamos medo de descer, de ficar sozinhos, de precisar escolher uma direção sem saber se estamos no caminho certo.
E assim seguimos viagem, esperando que o condutor nos leve a algum lugar.
Mas, às vezes, fico pensando: será que estamos realmente perdidos ou apenas temos medo de assumir o controle da nossa própria viagem?
Talvez o mais assustador não seja estar perdido dentro de um ônibus, mas perceber que podemos descer a qualquer momento e, ainda assim, escolher continuar nele.
Me sinto como um jardim sem flores.
O mais esquisito é que esse jardim já foi florido um dia.
Já teve cores, perfumes e vida.
Mas depois que você se foi, percebi que alguma coisa mudou.
O jardim continua no mesmo lugar,
mas já não é o mesmo.
E talvez o mais difícil não seja olhar para as flores que morreram,
mas lembrar de como era bonito quando elas estavam aqui.
A Peça da Minha Vida
Às vezes sinto fome de vida, sabe? Sinto um enorme desejo de realizar meus sonhos, ganhar o mundo. Às vezes, até penso em alongar meu tempo, mas tenho receio de que toda essa dor física, que piora conforme a idade avança, me leve à loucura, ou pior, me impeça de ser dona da minha vida, assim como da minha morte.
A morte assistida não é sobre desistir da vida, mas sim não aceitar desistir dela! Não aceitar viver uma vida sem propósito ou possibilidade. Não aceitar, justamente por se amar muito, sentir tantas dores físicas a mais, além do risco de estar sozinha no pior, sem ter uma mão a quem recorrer no desespero, seja físico, emocional, ou ambos. É sobre não aceitar perder a minha autonomia, tornando a vida, verdadeiramente, insuportável a cada segundo.
A minha decisão não tem haver com tristeza, apesar de sentir tanta dor física afetar sim o nosso emocional em algum nível, ainda que sutil. Tem haver com razão, com racionalidade, além de verdadeiro amor, empatia, respeito e carinho por mim. Não quero correr o risco de viver um insuportável ainda pior do que todos os já vividos até aqui. Não quero sofrer tantas perdas, o que, infelizmente, é tão inevitável na vida. Não quero o sofrimento, porque já sofri demais. E não quero uma morte dolorosa como a vida foi, mas sim digna, humana, indolor. Me recuso a ter uma vida não vivida, infeliz.
Quero realizar, viver! A vida não é medida, ao menos por mim, pela quantidade. Para mim, o mais importante, e a única coisa que vale medir, que vale a pena, literalmente, é a qualidade, não a quantidade. Às vezes vivemos uma eternidade em pouquíssimos anos, e não vivemos nada em mais de um século. Se sou apenas eu por mim, que eu tenha a melhor e mais épica vida! Que nos poucos anos que me restam, eu tenha uma eternidade de realizações, conquistas, e deixe o meu legado. Que eu me orgulhe ao ver o fechar das cortinas, e possa me despedir das pessoas que mais amo. Que seja um sucesso a peça da minha vida!
- Marcela Lobato
Às vezes sinto que você não se importa
Às vezes sinto que sou um nada
Mas eu sei que você se importa
E que o medo é o que te consome
Como eu queria que pudesse vencer
Que não me deixasse mais assim tão sozinha
Como eu queria que pudéssemos viver
O final feliz, longe da tragédia continua
Mas estarei aqui, até onde puder ir
Sempre sonhando em te encontrar
E dizer aquilo que jamais disse
E viver o meu maior sonho
Que acima de qualquer coisa
É, sempre foi e sempre será
Você.
Eu sinto, e isso machuca. Eu só queria... estar um pouco mais perto.
Sempre me fere pela ausência tão presente.
Sempre me fere essa presença incessante na ausência.
- Marcela Lobato
Às vezes eu sinto um desconforto enorme interno, um certo sufocamento também. Já sentiram isso?
É como se precisasse arrancar a pele, a alma... Sei lá.
Tipo uma sensação física/orgânica de "não posso mais continuar, me tirem de dentro de mim".
- Marcela Lobato
