Sinto falta do meu Passado

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“Moça bela do campo,
Campo dourado encantado,
No gramado isolado,
Sinto-me iluminado,
A moça faz um desenho de um campo,
E isso me concentra,
Ela é bela como estrela,
A moça é bela que quando passo por ela, me congela,
Vem dançar comigo,
Moça que encanta e canta
Sua beleza é como flor em primavera
Moça bela do meu campo…
Campo dourado,
Você é minha calmaria,
Com certeza iria ser atração de alguém.”

Como diz Jorge Aragão:
Mas me ajude a entender, se o que sinto é verdade, tenta me convencer, que não sente saudade, de plantar meu prazer e beijar minha boca, pago pra ver.






- Saber o que realmente está no coração de uma mulher.

Eu sinto saudade da tua voz
como quem espera chuva
Em um céu que prometia tempestade.
Sinto saudade da cor dos teus olhos,
do jeito que me olhavam
como se eu fosse seu abrigo.
E agora fico aqui,
conversando com nossas lembranças,
tentando entender...
Como alguém que dizia me amar tanto
consegue virar silêncio??
Onde foi parar aquele amor?
Aquele que fazia o meu mundo leve,
que morava nas pequenas palavras,
nos risos bobos,
na presença que acalmava tudo?
Talvez esse amor tenha se perdido no tempo,
ou talvez tenha ficado escondido
em algum lugar onde nunca foi real de verdade.
Mas eu…
ainda guardo você
em cada música triste,
em cada noite silenciosa,
em cada lembrança, sorriso, desejo que dói, em cada saudade que insiste em não ir embora. 😢

Boa tarde TERNURA,....Te digo sem FRESCURA,....Me sinto no Prejuízo,....De não ver o teu SORRISO,...Na foto do PERFIL,...Parece até um soldado sem FUZIL,..

Hoje me sinto apaixonado, amanhã um idiota.

Não guardo mágoas nem rancores...
De todos os amores...
Que tive na minha vida...
Só sinto saudade...
Daquela que foi mais amada...
Mulher, companheira, namorada...
Que me deu felicidade.

Não sinto saudade e nem arrependimento do muito que fui, também do muito que tive, pois me faltava um pouco de felicidade.
Amo o pouco que sou, e o pouco que tenho, por que sou muito feliz.

Hoje tudo que faço na minha vida está muito fácil, isto me enjoa, sinto saudade da dificuldade, pois isso me fascina.

Te conheço há pouco tempo, e me sinto tão
confortável quando falo contigo,
que não quero nada mais, a não ser esse teu encanto que me atrai e me fascina.

Palavras me faltam para expressar a dor que sinto neste momento.
Você é e sempre será uma pessoa especial para todos que tiveram a sorte de cruzar o seu caminho. As saudades serão eternas.

“Sinto que há uma criança em mim que olha para o adulto que sou hoje e pergunta: estamos vivendo nossos sonhos? Estamos fazendo valer a pena? Temos orgulho de nós?”

“Pra quem achou que eu não passaria da tempestade… sinto muito pelo naufrágio de vocês.”

"Antes eu lia para sentir; hoje eu leio para compreender — e sinto muito mais."

Tudo o que eu acredito pode estar errado, mas o que eu sinto no fundo da minha alma, jamais estará.

Sinto uma vontade desesperadora de nadar até o fundo do mar. Há algo assustadoramente confortável nesse sentimento, e talvez seja isso o que mais dói em meu peito. Carrego um sentimento sem nome, sem direção, sem origem aparente. Não sei para onde apontar, por onde começar ou o que dizer. Só sei que estou cansada de lutar contra algo que nem consigo explicar.
É uma agonia enorme que sorri e me impede de continuar, mas eu sigo em frente, vivendo dessa forma monótona e consciente de que, muitas vezes, o arrependimento de não explorar esse mar é menor do que deixar-me afogar.

Guardo meus sentimentos
dentro de momentos, e sempre
que Me recordo deles eu sinto por
um momento aquele sentimento.

Sem medo do vazio,
nem da sombra que invade,
não sinto o frio
desta brevidade.
Se a noite é escura,
não me pode tocar,
minha alma é pura
é de outro lugar.
O mundo é passagem,
não é meu abrigo,
levo na bagagem
só o que sou comigo.

Não me acho.
Me sinto.
Me penso
e (me) reflito.

Eu sinto como se estivesse sendo rasgada. Sinto minha pele esticando e meus musculos sendo rasgados.
Tudo me dói, até a dor que não é minha.
Eu não sei mais como me desvencilhar dessa lãmina.

Eu não sinto mais as pontas dos meus dedos
Nem das mãos e nem dos pés
A minha base está curvada e enfraquecida
Sinto queimar da planta dos meus pés ao topo da cabeça
As dores que me assolam são tantas, que eu nem consigo mais listá-las.
Meu prazer, é o meu vício, e a repetição
Estou fadada a sofrer em vários aspectos de uma vez
Sinto que vivo por que preciso viver, não por que quero viver.
A música me acalma, mas eu não posso me acalmar.
O vinho me liberta da preocupação, e me joga no desespero de ter perdido mais uma noite.
Sinto que escrever é meu único refúgio, uma forma de tirar de mim todos esses pensamentos de dor, sem precisar me desfazer deles, por que eles se tornaram necessários demais para a minha sobriedade.