Sinto falta do meu Passado
Uma hora dessas tudo será passado, estes momentos, e deles terás o precioso ensinamento que te fará subir mais alguns degraus da tua constante vida.
Hoje é aquele amanhã que você esperava ontem, este virou passado. Viva cada instante, nada espere do tempo, ele também não nos espera.
As vezes faz muito sentido, nada ter sentido, ir pelo anti horário, do presente ao passado, de Z a A, ver um trem andar de ré, saber que a mosca tem radar e avisará que em sua sopa vai sentar etc....porque a vida e a morte, quantas vezes, são mal entendidas, tão sem sentido. Deveríamos ser sempre crianças. Nunca mesmo ter crescido!
A FAZENDA DO LAGO
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Imagem do passado
Calmaria em memória de flores
Do passo, ao contubérnio.
da paz ao esquecimento
§
Diante desse quintal
Existem páginas enroladas
e algumas árvores
cheia de frutos caídos
§
Em poucas palavras
um céu tocado por cores
em ventos simples
Eis a imagem da fazendo do lago
“O texto transcende nossas realidades
É um encontro de expectativas
Uma página do passado sob a lente do presente;
Um apelo à transformação”.
A melhor forma de retomar o contato com a realidade é recorrer a pensadores do passado que ainda não a tinham perdido ou estavam empenhados em recuperá-la.
Se houvesse um futuro melhor, eu não votaria no PT, porem não é salutar voltar a um passado muito, muito pior...
MINHA UTOPIA:
Deixei o passado
Pensando encontrar o futuro
Vividos dois quartos de século
Ainda assim não o encontrei
O presente me remete ao passado
Para rever o futuro que sonhei:
Morar em shangrilar ser ator, cantor,
Ou jogador de futebol
Ter grana, dez filhos e um vô
Me perdi de volta ao passado
Na incerteza que há o futuro.
E que tudo, se não utopia,
Resume-se ao instante
Presente.
Às vezes, eu penso que quero,
Repasso...
Bem mais, muito mais, que demais
No passado...
Nos bancos da sala de aulas.
Na igreja, ou no carro,
Se macho ou fêmea,
Se branco, negro ou mulato.
De posse, ou sem sorte.
Se mora no gueto, na praça
Ou resort.
Está em cartaz!
No fardo dos imparciais
Sob o crivo do “coitado”
Que fere, não mede,
O quinhão dos iguais.
No passado eu confundia o sofrimento com o azar e me acomodei, hoje vejo o, como um momento de reflexão compulsivo que me impulsiona.
Superar circunstâncias dolorosas do passado, não se supera com o tempo, nem tampouco temos a garantia que serão superadas ao longo do tempo. Há só uma questão a entender em toda a vida: Aprender a conviver com a dor!
