Sinto falta do meu Passado
Sempre confundimos uma falta de atitude
com um "não está nem aí".
Sempre acreditamos que um silêncio
é uma certeza de que não se importa.
Não pense assim antes da certeza!
Mais uma vez você se foi.
Como água escorre pelos dedos;
Por falta de cuidado da minha parte
Você se foi…
Saudade é um sentimento forte
Que invade o peito, sem dar suporte
É uma falta que não se explica
Que só quem sente, sabe como fica
Saudade é a dor da ausência
Que só se cura com a presença
É a saudade que nós faz entender
Que o amor é importante, e essencial pra viver
Saudade é como uma ponte
Que liga o presente ao passado
É uma lembrança que a gente carrega
De tudo aquilo que já foi amado
Saudade é um sentimento lindo
Que nos faz sentir mais vivos
É a prova de que as coisas boas
Ficam guardadas no coração, como joias
Saudade é um sentimento forte
Que nos faz querer reviver momentos
É a saudade que nos faz valorizar
Tudo aquilo que é importante e verdadeiro de fato.
Na maioria das vezes por falta de cultura e de educação entre os mais jovens o celular com a telefonia móvel e a conexão digital entre as redes, alivia de forma errada e equivocada as dores pessoais, familiares, comportamentais e sociais de uma vida vazia, não assistida devidamente pelo Estado e sem grandes oportunidades e futuros propósitos.
O maior perigo na educação contemporânea está na falta da disciplina para os estudantes, na desinformação dos professores, no abandono do acompanhamento de hábitos vivenciais, na falta de compromisso com a movimentação comunitária e na falsa e bem mais fácil liberdade sem imposição de limites responsáveis e aceitáveis.
A falta das politicas publicas educacionais e culturais efetivas geradoras de bons sonhos existenciais a médio prazo e a crescente escassez de oportunidades profissionais, incentiva de forma injusta e equivocada a falsa felicidade e realização pessoal de vida, para as meninas pela maternidade precoce. São elas esquecidas órfãs sociais em um papel despreparado de irmãs-mães, cada vez mais cedo que dificilmente conseguem dar prosseguimento de vida. O agravamento desta situação, não para por aqui pois em poucos anos e muito mais desesperador, pela invisibilidade de uma crescente população geração abandonada de meninas mães e filhos sem pai, via o fomento culposo institucional de ausência politicas preventivas e de programas educacionais da maquina publica, contraporá uma mão de obra cada vez mais barata, farta e fácil, desqualificando a virtude da vida para toda uma sedenta marginalidade crescente e cada vez mais dominante, aliciadora e impositora de uma falsa felicidade efêmera e imediatista de consumo fácil, tão presente nos grandes bolsões de miséria urbana nas periferias sombrias das grandes cidades deste nosso tempo.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
A reconhecida capital mundial do samba, a cidade do Rio de Janeiro por falta de politicas culturais de verdade vai constituir em pouco tempo o declínio e a descontinuidade da festa e do entretenimento do carnaval.
Que falta me faz verdadeiramente nos dias de hoje os apitos, sejam eles tantos os de locomotivas como os de navios.
A mim me parece mesmo que meu gosto pelos pastéis de carne moída de vaca feitos com massa grossa de pouca aguardente que permanecem tão forte em minha saudade tenha se firmemente estabelecido por longa persistência no meu paladar infantil pouco exigente.Assim também o é com os apitos de trilhos, de mestre salas, fiscais de salão nas gafieiras, até de guardas noturnos e de mar, são a celebração viva da chegada e da partida, do vai e vem, das novas notícias que chegam e das notícias antigas que vão embora.Um movimento constante que exibe nos pelos seus apitos onde são os limites, e por onde se vê a vida inteira passar.
“O Homem é o único ser vivo que se entrasse em extinção não faria falta alguma nos ciclos de vida, cadeias alimentares do planeta Terra e no Universo, ao contrário de qualquer outro ser vivo, com certeza sem o homem o planeta entraria em harmonia natural... Somos o único ser que mata, destrói, devasta, produz lixo (inclusive até além do planeta que devasta) e aprisiona outros seres para seu bel prazer... Acredito que o homem nunca pertenceu ao Planeta Terra, a Terra lhe foi presenteada para habitar e à está destruindo... E o Homem ainda se autointitula como criação divina!”
(Mário Luíz)
Decidi que dificilmente deixarei-me ir.
Pois, sempre que me fui, eu fui a única que senti falta de mim.
Eu expus tudo que sentia por você.
A falta que me fazia como água no Sáara.
Dos desejos intensos, quentes que me consumia em silêncio entre dunas em noites gélidas.
Você mirava-me, mas não esboçava nenhuma reação.
Eu me vi tendo que competir com o desértico seco do seu ego.
Você apenas permaneceu aí, mirando-me enquanto eu me consumia.
Tive esperanças de que minhas miragens fossem reais.
Mas você permaneceu aí, estático.
Vendo-me consumir e desaparecer como poeira no deserto.
Às vezes, tudo o que faz falta
é um pouco de carinho um cuidado quieto, um gesto simples,
mas cheio de presença ao invés de fantasmas.
Não se faz perguntas com falta de percepção ou conhecimento. Se é capaz de criar, gerar ou desenvolver uma pergunta, é porque há conhecimento. Basta investigar a dúvida, reformular a pergunta, organizar e reproduzir o conhecimento.
Faça perguntas e obterá respostas.
