Sinto a tua Dor
Da janela eu a espero
É noite! Eu nem tenho sono
De manhã! sinto abandono
Meus olhos não os vêem,
Minha rua! Está sem graça.
Que rua encanta? Que perfume passa?
Os cabelos! Que vento esvoaça?
Que o vento te de asas pra voar e
Traga o encanto ainda mais linda pra me encantar.
Por que tudo isso
Por que nada disso
Por que sinto
Porque insisto
Porque não fujo
Por que me cubro
Quais as chances
Quais os erros
Quais meus medos
Quais desejos
Quais acertos
Tanto tempo
Tanto disso
Tantos beijos
Tantos jeitos
Eu sei que tudo
Eu sei da gente
Você é tudo
Você já sabe
É meu amor
Quanta alegria de estar aqui
Perto de você
Tudo é mágico
Aqui me sinto seguro
Não tenho medo de nada
Eu nunca deveria ter partido
Mas foi preciso
Você sempre me entende
Te acho um anjo
Pra você não preciso pedir perdão
Só tenho que te abraçar
E chorar em seu ombro
Que dor eu sentia
Eu fechava os olhos
Para parar de chorar
Imaginava você sorrindo
Sentia falta de seus gritos
Dos seus beijos também
Engraçado, eu sorria também
Lembrando de você
Minha mãe
Não sei o que sinto já faz um tempo que não sinto nada, não sinto falta, nem alegria e muito menos raiva...talvez eu tenha me trancado pra me proteger.
Saudades eu sinto de quem é especial, de quem marcou a minha vida, e de quem mesmo longe se faz presente.
Quando sinto que sinto...
Muitas vezes mascaramos nossos erros e defeitos apontando um erro alheio. Tenho pra mim que é um mecanismo de defesa para deixarmos ocultas nossas imperfeições.
Error.
Maturidade...
Sinto nas ações...Depois nas palavras.
Não fosse ela, hoje estaria cheia de rugas e cabelos brancos.
Nunca me adequei à mimimi. É bem melhor sentir o que se passa ao nosso redor.
Devemos observar o que estamos emitindo...
Maturidade.
Te amo por aquilo que você é “amor”. Eu te amo porque sinto a doçura do seu coração pulsando amor. Simplesmente te amo em verdade!
HOMEOPATIA
Deserta via árida
Aqui me sinto um pária
Aos imensos pecados
Vai-se um rastro de mágoas
E a vida sem nódoas
Como um paiol sem pólvora
Ao fraco apavora
Ao forte lhe devora
Mas ali sem demora
Lição doída agora
Remédio pra aurora!
LÁPIDE
Estou com crateras no coração
E aqui já sinto as implosões
Meus habitantes estão em ruínas
Buscaram tanto pepitas e minas
Que hoje têm o seu campo minado
Aqui não é lugar pra refugiados
Invoco ao que há de mais profundo
Ao que aqui jaz se chamou mundo.
Sinto-me despejada,
como lixo da humanidade.
É coisa minha,
sempre foi.
Sempre senti-me assim.
Devo ter cometido o pecado dos piores pecados,
porque,
em todos os locais pertencentes,
eu não pertenço.
Foi sempre assim,
nunca pude pertencer a lugar nenhum.
Será maluquisse minha?
Será as inúmeras expectativas que puz em locais,
nos quais ao meu ver eram pertencentes?
Ou será os próprios lugares que já eram pertencidos o suficiente para me pertencer?
É tudo tão confuso…
Eu sou confusa.
”Grito a revolta que sinto, com as palavras que não digo.
Grito a revolta de todos os que foram esquecidos.
Grito a revolta de quem um dia foi oprimido.
Grito a revolta de todos os destemidos.”
A coisa mais divina que eu sinto é quando eu me lembro dos momentos em que me lembro dos momentos mais inexplicavelmente difíceis que eu superei.
Vivo
Vivo Sinto tua energia, sei que não estou só.
A alegria me mantém, até o dia em que viro pó.
Só tu tens dó de mim, a humildade me fortalece.
O caminho não tem fim, neste mundo me reconhece.
Tenho fé, tenho tua força, permaneço firme, sigo em paz.
Ninguém me prende, ninguém me força, sou livre, sou capaz.
Escolho o bem, sigo meu trilho, carrego alívio, sigo além.
Sou alguém, sou filho, De Deus, que me mantém.
Pai
Sinto tua falta de uma forma suave, mas profundamente viva em mim.
Nas manhãs que se desenham, o novo se abre na beleza do que plantaste dentro do meu ser.
Costume...me sinto cansada. Me acostumei a muitas coisas como se fossem normais. Não tenho olhado para o que está posto, usando a fuga para esconder me em ações... Fazer!!! Acostumei a levantar em sobressalto com os compromissos que eu colocava em primeiro lugar, Acostumei a suportar à dor física e emocional, a mascarar o que mais me incomodava. Acostumei a não priorizar alimentação e não a fiz por vezes, acostumei a esperar o que não veio, a sonhar com o impossível aos meus olhos e a contentar me com fragmentos diferente do que eu realmente mereço... acostumei a caminhar até os pés aderem no final do dia e prosseguia pois o dia continuava na noite... acostumei a dormir nas primeiras aulas do curso de pedagogia...e nas graduaçoēs também acostumei com o joelho inchado e as costas ardendo. a coluna torta de fazer horas de estudo em um banquinho de madeira . Acostumei a engolir o choro desde pequena as demandas de violência em casa. Acostumei a Não demonstrar fraqueza ou de não ter o colo merecido...ou o ouvido a me ouvir. Acostumei... Hoje penso...até quando? Costumes precisam ser desfeitos. Ao mesmo tempo sou fraca e sou forte. Estou me acostumado a ser realista, sonhadora, esperançosa, e acima de tudo que: Não podemos ter costumes arraigados demais preciso acreditar no Amor sempre como fonte de vida. "Assim na Terra como nos Céus " O Amor vence o medo e os costumes. Dezembro 2023
