Sinto a tua Dor
*
Eu nada sei
Não sei escrever tudo o que sinto,
mas sei sentir com amor imenso cada pedacinho da vida.
Não sei amar de morrer porque para mim amar é viver.
Não sei sonhar todos os meus sonhos,
só sei sonhar o que o meu coração pede.
Não sei dar tudo de mim,
mas me esforço para dar o que posso.
Não sei quase nada da vida, mas sei que é bom existir.
*
TEU TOQUE
Ainda te sinto em toques ardentes
No deslisar das minhas lembranças,
A despertar sensações quentes.
E na pele, a loucura me alcança
Sentindo calor e frio, livremente
Me entrego ao arrepio que avança
Ainda te sinto em toques ardentes
No deslisar das minhas lembranças,
E enfim buscando teu amor urgente
Firmo no olhar de paixão, a aliança
De tantos desejos ora frente,a frente
Como nossos corpos,em plena dança
Ainda te sinto em toques ardentes
Eu acredito no sol, mesmo quando não está brilhando.
Eu creio no amor, mesmo quando não o sinto.
Eu creio em Deus, mesmo quando ele está silencioso.
Sinto falta dos verdadeiros pessimistas. Não dos que reclamam da própria circunstância, mas daqueles que reconhecem que pouco se importam com ela.
Tenho
Tenho uma necessidade absurda de escrever.
Sobre tudo o que sinto, sobre tudo o que me incomoda.
Ao principio os meus textos, muitas vezes não saiam dos rascunhos.
Talvez por medo ou talvez porque achar que não eram bons.
Para partilhar ou ler.
Depois o medo foi ganhando coragem.
Dou graças a Deus por ter-me dado asas.
A realidade é que os meus textos ou rascunhos...
Estão cheios de tudo que vai cá dentro.
As minhas mágoas.
Os medos
As vitórias
As derrotas
As mágoas
De que tenho sido protagonista.
Os meus textos e poemas.
São o meu cantinho.
O meu abrigo.
Sei que posso escrever.
O meu maior critico é o meu marido, é nele que eu confio.
Sinto-me segura no meu cantinho e no meu refúgio
Posso escrever o que quiser, não ofendo ninguém
Falo de mim, fico muito feliz que gostem do que escrevo "obrigado" !
Me sinto presa
Não vivo comigo
Sou outra pessoa
cadê meus amigos?
me sinto estranha
cadê minha luz?
não sei se fiquei no caminho
se me dei adeus
mais quero de volta
esse alguém que sou eu
com o corpo leve,solto a dançar
num passo certo
sem precisar parar
quero voar nessa dança
poder trazer esperança
ser outra vez a criança
poder me resgatar.
Quando você me abraça sinto-me borboleta saindo do casulo, arrebentando as paredes que me confinam, sufocam, como se estivesse sendo lançada para fora da prisão dos meus próprios medos, para voar livre em um céu azul e sem limites.
Água de palavras
Às vezes desanimo
e me sinto inútil
portadora de estranha
doença
de que servem esses
poemas
água de palavras
frutos nascidos
de loucas sementes
de que me servem
se são menos
que estrelas cadentes
se são volúveis
se são voláteis
se fogem das mãos
como pássaros de renda
melhor seria esvaziar
as gaiolas com que tento
apreender o tempo
melhor seria derramar
no mar
as minhas gavetas
tão cheias de fios
de noites cerzidas
melhor seria arrancar
de mim como erva daninha
essa linha que me descostura
e que me faz prisioneira
de miragens
O mesmo respeito que dedico a quem me aplaude eu sinto por quem não me aprecia, porque o melhor prêmio que minha consciência prefere receber é o da sinceridade!
Eu choro, sofro, sinto sua falta...
Mas aí me lembro de tudo que passei com você e me sinto aliviada por estar de fato SOZINHA!
Não sinto mais vontade de viver, sempre me esforço para as coisas darem certo e acontecerem. Para mim a regra da vida era ‘’você colhe o que planta’’, planto girassois, colho espinhos. Espinhos que machucam, espinhos que furam, espinhos que te farão sangrar, espinhos que deixam marcas em você para sempre.
Carrego as marcas em mim, as marcas que eu nunca esqueci, as marcas que sinto todos os dias, mas mesmo assim eu resisti
Por mais que eu tentei, por mais que eu lutei, não vi resultados, apenas falhas, apenas desgraças...
Coisas que eram para durar anos, não durou horas.
Coisas que eram pra vir, não vieram.
Coisas que não deviam acontecer, aconteceram... Eu sempre aguentei, sempre suportei. Mas agora... Eu me esgotei.
A vida perdeu o seu gostinho doce, perdeu a sua linda cor. Me sinto cega e desnutrida daquela alegria que eu tanto sonhava ter...
Minhas lágrimas se esgotaram, minha vontade de viver também.
Sinto muito por todos, que eu decepcionei
Amo porque tenho de amar.
Sinto porque tenho de sentir.
Choro porque tenho de chorar.
Mas não desisto...
Deste desejo de te abraçar,
De te beijar...
Não quero aceitar,
O que a vida me oferece,
Mas se amizade tiver de ser.
Então aceito,apesar do tormento
Porque não te quero perder.
Platónico é este sentimento,
Que vem do meu pensamento.
Eu sinto tanta falta da minha infância; tempo bom que não volta mais! Era tudo tão simples, a vida não era tão complicada como atualmente. Vivia com um olhar de pureza, não conhecia a maldade do mundo. Era tudo tão tranquilo; não podia imaginar que um dia seria tão trágico, cheio de sofrimento, desamor e inveja. Queria que o mundo de hoje; fosse repleto de sentimentos bons; que não tivéssemos que viver mendigando paz!!!😳😣😕😷
Não sei quem chegou prímeiro em minha vida,você ou o amor que sinto por você,acho que a vida me apresentou ambos ao mesmo tempo...
Queria poder dizer a você tudo que eu sinto num simples olhar; queria poder demonstrar atraves de abraços, aperto de mão, beijos na testa, tudo que eu um dia pensei em dizer com voz doce. Eu na verdade, queria você! de uma forma boba, linda, idiota e irracional. Queria você como amigo, irmão, primo, tio, sobrinho, mãe, pai.. não importa! eu apenas queria... Mas o querer está muito longe, tão longe que não consigo ver, mas ainda há esperanças. Sim, por que não? esperança de um dia estar com você num dia frio para que com seus braços firmes possam me abraçar. Mas ainda estou aqui, pensando só no querer. Mas quem sabe qualquer dia eu bato em sua porta e dou um sorriso como quem não quer nada e digo: Cheguei! agora sou toda sua!
Escrevo-te toda inteira e sinto um sabor em ser e o sabor-a-ti é abstrato como o instante. é também com o corpo todo que pinto os meus quadros e na tela fixo o incorpóreo, eu corpo a corpo comigo mesma. Não se compreende música: ouve-se. Ouve-me então com teu corpo inteiro. Quando vieres a me ler
perguntarás por que não me restrinjo à pintura e às minhas exposições, já que escrevo tosco e sem ordem. É que agora sinto necessidade de palavras – e é novo para mim o que escrevo porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada. A palavra é a minha quarta dimensão.
Muita coisa importante falta nome. Foi o
que nos disse Guimarães Rosa…
No que eu sinto, realmente, falta esse tal
nome, mas enquanto isso, eu apenas
sinto.
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