Simples
Quando transformamos nossa mansão interior na mais simples choupana, estamos a um passo do verdadeiro aprimoramento pessoal
O simples pensar de um julgamento é a imagem da minha maior imperfeição ali onde demostro minha deformação.
Não é tão simples amarmos um ao outro, mas quando pensa na nossa história e em tudo que vivemos juntos, eu sei que tudo valeu a pena. Depois de todo esse tempo, eu ainda estou perdidamente apaixonada por você. Eu nem sequer me lembro de um outro alguém. Desde sempre, foi só você. E agora eu estou entendendo a razão de tudo isso. De uma forma ou de outra, nossos caminhos sempre se cruzam. Estamos destinados a ficar juntos. Para sempre.
Tudo isso se tornou uma verdadeira bagunça dentro de mim, e a vida já não é mais tão simples quanto foi um dia. Mas, no meio disso tudo, eu ainda sinto por você o mesmo que senti no dia em que nos conhecemos. Poder te amar me ajuda a seguir em frente. Eu sei que nada será fácil, mas se você estiver aqui, eu sei, daremos um jeito.
Há muita beleza e felicidade nas coisas mais simples da vida. Quando você finalmente conseguir enxergar tudo que há de bom ao seu redor, vai ter encontrado o seu propósito.
O Evangelho não é complicado, mas simples. Foram alguns homens obscurecidos pelo racionalismo que complicaram o Evangelho com muita engenharia teológica, numa tentativa estúpida de harmonizar as Escrituras com suas vaidades pessoais.
Deus não está buscando gigantes espirituais, mas sim santos comuns de uma fé simples que perderam toda confiança na carne.
O simples relato do que Deus fez no avivamento da primeira geração de Metodistas e na Rua Azuza não satisfará esta geração. Essa geração quer experimentar o mover de Deus hoje. O que alimentou e matou a sede das gerações passadas, não alimenta e nem mata a sede dessa geração.
SIMPLES ASSIM...
Às vezes nos perguntamos: Por que as pessoas têm memórias curtas? Ou melhor, Por que elas se esquecem os bons momentos que passaram e viveram com as outras pessoas? Estas perguntas servem de reflexão sobre o que acontece diariamente nos relacionamentos, sejam eles, amorosos ou não. Aí vem os questionamentos: A pessoa passa um período da sua vida com as outras, dedica seu tempo, compartilha sua vida, suas vontades, seus desejos, seus sonhos e as vezes até seus segredos. Acaba vivendo uma outra vida, deixando muitas vezes a sua de lado. Segue outro caminho, o que não era o dela, mas acaba se adaptando e se adequando àquele caminho, àquela vida, àquelas pessoas e àqueles momentos. Até porque acabam virando uma família. Não de sangue, mas de afetos, de carinhos, de amores, de lutas e principalmente de união entre eles. E de uma hora para outra tudo acaba, evapora, como num passe de mágica. Ela olha para trás e pensa: Espera aí, como assim acabou? Assim, de uma hora para outra? Os dias passam, entram os meses e nem um “oi”, ou um “como estás”? Ou “o que aconteceu”? Nada. Nenhum telefonema. Nenhuma mensagem. Nenhum ruído. Nenhum sinal. A pessoa que se dedicou tanto, passou a ser invisível. Um nada para aquelas pessoas. Tudo se tornou tão frio! Tão sem emoção! Tão vazio! Foi aí que Ela chegou a uma triste conclusão: Aquelas pessoas que ela considerava sua família haviam se esquecido dela. Simplesmente apagaram-na de suas vidas como se Ela fosse um desenho feito a lápis e com uma simples borracha apagaram-na de suas vidas e deixaram aquela página em branco. Simples assim.
