Sim nós dois
Aventura
Dois passos ja não no mesmo lugar
espaço pendo a porucura
um passo e talvez quero voltar
os passaros poe-se a cantar
aventura...
loucora...
tontura...
sinto meu peito fora do lugar
longe da doce loucura
onde quero estas
doce aventura
vou me aventurar
dois passos
ja nao sei se vou caminhar
tenho em terna aventura
mas hoje de casa nao vou me afastar
Existem dois tipos de pessoas: As que reclamam e esperam eternamente nada acontecer e as que reclamam e constroem o caminho fazem acontecer
Já é noite, fez a maquiagem, pegou o celular, abriu a câmera, tirou a foto. Postou a foto. Dois minutos, duzentas curtidas. Duas horas, seiscentas. Vários comentaram a foto, muitos que nem são conhecidos, ou que não são nem do mesmo país. Somente alguns que comentam realmente são amigos, e os poucos que são, ainda tentam demonstrar isso. Manhã seguinte, quase mil curtidas, quinhentos comentários. Elogios, alguns. Cantadas, várias. Cantadas de pessoas achando que “estão com tudo”, tentando chamar a atenção. Chegou mensagem. Mais uma. Mais outra, mas quase nunca uma especial, como “Quanto tempo. Estou com saudades”. A maioria é “Oi, linda”, de alguém de outro estado, ou que acha que vai conquistar com esse bordão. Tudo isso é o resultado da futilidade de uma fama, usada para se encher de um vazio. Vai saber... Talvez, ter seguidores, possa até ser bom, desde que não faça as amizades de dez anos atrás sumirem, e que não seja uma coisa que suba para a cabeça, ou que se torne algo exacerbado, fazendo com que a humildade fique de lado. Mas, ir deixando de lado a essência, é um mal. Triste seria perder essa essência de antes, justamente por ter vários seguidores. Acaba se tornando uma forma de aumentar o ego, achando que irá suprir a necessidade de atenção, tentando conseguir ou conseguindo, mesmo sem querer, a atenção de pessoas que jamais farão falta, muito menos diferença. Ser famoso na internet, mas não ter quase ninguém para contar uma história, abraçar, ou dar uma atenção digna quando colocar o celular de lado. Deve ser deprimente. Inúmeros likes nas fotos, mas mesmo assim, quando chega a hora de dormir, não recebeu quase nenhuma mensagem sincera, ou uma ligação. Passou batido, ou até mesmo ignorou aquela mensagem de uma das únicas pessoas que se importam de verdade. Ser famoso na internet, pode até ser bom para alguns, porém não é o suficiente para ser feliz. Não há nada melhor do que ter alguém para contar e confiar, fora da rede social. A família, os amigos, conhecidos de anos atrás, o vizinho, seja lá quem for. O que realmente importa é: quantos likes você tem pessoalmente?
Ser rodeado de pessoa que te adoram pode ser uma faca de dois gume. Elas agora podem te apoiar mas no amanhã podem te abandonar
Eu existo em dois lugares: aqui e onde você está.
A morte de George Michael
Memory
Esse cantor que começou no grupo Whan, embalou dois sucessos na vida, "Careless Whisper" e "Freedom 90".
Ele estourou em uma época onde a gente ouvia rádio e corria para gravar em fita cassete BASF.
Comprar LP era uma vez no final do ano ou ganhávamos de presente.
Isso remeteu longe em um tempo que não era melhor que hoje, más era diferente. Tão diferente, que nos reunimos nas casas dos amigos para ouvir e discutir as novas baladas. Tinhamos tardes inteiras para isso. Lembro de emprestar minhas fitas e pegar outras, copilávamos os melhores sucessos. Sou testemunha de corpo presente.
Ouvi tocar Careless Whisper. Ouvia as minas gritarem por ele. Quase alucinadas pelo rebolado e pela barba propositalmente desleixada.
Uma época que não se existia o gênero gay. Para meninada, gay era aquele cara que aparecia vestido de mulher e que se apresentava nos Domingos no Silvio Santos nos calouros. E o George Michael, era - só não podia dizer - coisas de contrato. Como a Globo fazia com sua maioria de galãs. Hoje sabemos, antes não!
Eu mesmo cansei de ficar o fim de noite com a mão no botão sintonizador da rádio, caçando músicas e um dedo engatilhado no botão REC. Se pintasse Careless Whisper, sem a voz do locutor, era só gravar. Gravei com ela outras dezenas de músicas, enquanto o tempo percorria minha idade e transformava o mundo, eu seguia junto também.
Pensava no meu futuro, nas coisas que viriam pela frente. Registrei sonhos. Registrei magoas. Decepções e a tal felicidade também.
Em cada música eu registrava pessoas, como hoje fazemos arquivos e guardamos na memória do celular, dei nome a cada pasta, cujo teor tinham emoções ligadas. Os melhores sucessos dançantes - dei nome de momentos ÚNICOS. Aos que chorei - ETAPAS. E a todos os outros, nos quais passamos pela vida de alguém, assim como passaram pela nossa, eu dei nome de Memórias.
E memórias são tudo que resta...
Quem gosta de te não espera que você fica um, dois, três ou mais dia sem entra no facebook para perguntar como você está.
Quem gosta de te não espera te ver na rua para te dar um ola.
Quem gosta de te não sente saudade apenas quando você não está
Quem gosta de te não importa-se com o que as pessoas dizem de te
Quem gosta de te não está sempre contigo mais está sempre presente
Quem gosta de te não diz muita coisa mais é a pessoas que mais fala
Quem gosta de te esta mais perto do que você imagina e mais distante do que você sonha
Bezinha estava trabalhando em dois escritorios de advocacia e , árdua e lentamente, montava o seu próprio escritório.
Em um dos escritorios firmara amizade com a sócia - Emezinha. Era incrivel como ela ria, ficava alegre em encontrar Bezinha.
A amizade trazia a Bezinha, sempre com sindrome do patinho feio, contentamento.
A amizade vinha a Bezinha com um afeto maior, já que a nova amiga confiava em seu trabalho e fez tanto gosto para que ela criasse ao menos dois dias para ali trabalhar. Nos dois dias que Bezinha ia ao escritório, jogava lhe o serviço e saia com o sócio para visitar novos clientes.
Emezinha era casada com o jovem e Belo Quexinho, que não era advogado, mas muito bem colocado social e profissionalmente. Sabem, estes herdeiros dos quatrocentoes de sp e seus belos nomes de família.
O sócio, de Emezinha, de idade, cabelos brancos,aposentado do serviço público , era Pezinho.
Ah Bezinha!
Gezinho, amigo de Emezinha e o melhor amigo de Bezinha, do nada, vira -se para a então jovem e ingênua Bezinha e lhe diz:
-" Você é solteira .
Pezinho acabou de se divorciar.
Não se meta com ele ou vai arrumar encrenca com Emezinha."
Bezinha, coitada, vaidosa de si, achara que Gezinho estava com ciúmes dela, como, corriqueiro entre os dois. Imaginem, Emezinha com ciúmes de Pezinho, com maridao que ela tinha, só porque eram sócios? Só se fosse doença. Não lhe parecia.
E eis que Bezinha e Pezinho começaram sair.
Do nada, Emezinha se separa judicialente do marido.
E perto ali os dias, chegada para Bezinha o fim de semana de amor com Pezinho, que entre beijos e almofadas, desejoso, na hora de vamos tirar a roupa meu bem e nos casar, anuncia a Bezinha, numa mistura de arrependimento , honestidade e cafajestaria, o seguinte:
-"Bezinha, há algo que você precisa saber."
Bezinha, no fogo da juventude, que já está com o cérebro , a mente e o corpo orgástica, depois de dia de beijos drive in na praia e agora na bela noite , de verdade, não crê que o velhote quer discutir a relação.
Coitada de Bezinha.
Pezinho , ali, luzes apagadas, luz da noite fazendo seu rosto brilhar, cheiro de insenso e almiscar ,tudo romance, continua dizer:
-"Eu e Emezinha somos amantes.
Por esta razão minha ex esposa não saiu do quarto do sítio, no churrasco do meu aniversário, lembra? Emezinha estava lá. Agora que ela se separou, depois de tantos anos sendo amantes, não tenho como não casar com Emezinha. No entanto,Bezinha, quero você como amante.
Eu caso com ela e eu e você nos tornamos amantes. O que você acha?
Como bem ensinara a Bezinha a fria relação de sua mãe com seu carinhoso pai e a amiga Ypsolonzinha, ser amante era a melhor das propostas. Bezinha acreditou e acredita que as amantes, desde os reinados, imemoráveis, sempre são mais amadas do que esposas.
Porém, nem tanto pela surpresa e pela torpeza daquele que se mostrava sempre precisar de relacionentos marginais e traiçoeiros com próximos, o que lhe repugnou, o fato foi que Bezinha rompeu um choro doído e doido.
Era um choro pesado . Da alma.
E veio de seu coração algo, dito em palavras, que ela também não sabia:
-" você tem noção do que fez?
Você estragou minha amizade com Emezinha.
Nunca mais a minha amizade e a de Emezinha será a mesma, quando ela souber que ficamos juntos."
Naquele momento, na balança, com toda honestidade do sentir,havia mais amor na amizade que Bezinha tinha por Emezinha, do que no abortado início de romance.
Ah Bezinha!
Depois, com gosto de amargura, descobriu que toda aquela alegria , amizade de Emezinha e querer lhe trabalhando em seu escritório era porque enquanto Bezinha fazia o trabalho, Emezinha, então casada, poderia, duas vezes por semana, estar com Pezinho, sem que Queixinho se desse conta, sem que o trabalho restasse atrasado.
No fatídico fim de semana, que prometia e terminou Pezinho dormindo num quarto, enquanto Bezinha chorava no outro , restaram presentes.
Pezinho acordou cedo no domingo. Quando Bezinha acordou ele comprara o pão e três presentes:
1- uma tábua de queijos, sem ter trazido queijo ,ou sem que houvesse um na geladeira;
2 - imensos baldes.
Nunca mais Bezinha voltou ao escritório, falou ou reviu Emezinha e Pezinho.
Nunca mais nem ficou sabendo do trabalho deixado na mesa.
Emezinha e Pezinho, já vivendo maritalmente, passado pouco tempo, foram visitar Bezinha na praia. Não a encontraram. O recado de que cônjuges, foi dado pelo Zelador a Bezinha.
Quem é o melhor amigo de quem?
A amizade É também isto: o fio da navalha.
Quando corta, sangra.
The End?
Não. A vida , com outros personagens, em outros momentos, com estórias diferentes, interessantrs e até cômicas, não fossem trágicas, fez Bezinha sentir o fio da navalha cortar e sangrou novente.
A estupidez de Bezinha, chora ela, alguns cortou.
Nossa, quanto dissabor e sangue quando a navalha corta na amizade.
Um amor, dois corpos em um só. Duas pessoas que querem dar certo, que tentam, pois quem não tenta, não ama.
Amar é estar disposto a mudar.
A distância nunca será obstáculo para dois corações que queiram verdadeiramente se amar, mas em meio a um histórico de decepções ele caminhará a passos lentos e o medo de se machucar novamente estará mais elevado!
Editando a própria história
Num parágrafo a história se inicia.
Dois pontos no destino
E vírgulas para separar as fases da vida.
Há uma barra nos momentos difíceis,
Letra maiúscula onde amor se encontra
E asterísco pra relembrar as vitórias.
Há uma interrogação pro futuro,
Um novo estilo no presente
E Backspace no passado.
Dê um Page-Up na tristeza,
Deixe um espaço pra emoção
E aperte Enter na alegria.
Dê Ctrl+Z no que fez de errado,
Ctrl+C nos bons momentos
E Ctrl+V num mural de fotos.
Deixe o título com a paz,
Centralize as idéias
E salve com gratidão.
Delete toda solidão,
Insira alguns amigos
Até chegar no ponto final, o fim da vida.
Bom dia 10/01/2017
Deus não lhe deu dois ouvidos atoa, aprenda ouvir os dois lados da história e não tome decisões precipitadas pela qual chegou primeiro a você. Nem sempre a noticia que chega primeiro a você é a verdadeira.
Sensibilidade:
Sempre com dois pesos;
Ao mesmo tempo que toca;
Por vezes na troca;
Recebe de outros;
o oposto.
Mas uma parte não tornar se há insensível;
Pois sabe o quão bom é sentir;
Não deve ser impossível, nem facilmente substituível;
Senão apenas será interesse, apenas mentir;
Apenas o oposto.
Por vezes o mundo precisa apenas ficar sozinho;
Compreendendo por que seguir neste caminho;
Nem sempre o sensível compreende a brutalidade;
Nem sempre o sensível aceita sua incapacidade;
Necessita do oposto.
Talvez uma parte tenha que insensibilizar;
Talvez o insensível possa amar;
Uma parte que não sente, não sente tristeza;
Olhando para o outro, o mundo, não sente a frieza,;
Assim como, uma parte oposta a si mesma.
Mesmo assim, continua tocando no que se pode tocar;
E fitando tudo o que se estende no imaginar;
Não falha no sentir e no fazer ;
Porém deve se esforçar no compreender;
O que, por vezes o mundo precisa.
Trem do amor
Estamos na estação com dois corações solitários,
esperando um ao outro para embarcação.
Te pergunto agora, estás disposto a ir?
E embarcar neste trem que está dando sinal que vai parar, coração?
Ou preferes ficar e esperar a próxima vez?
Mas desde já te aviso, este trem pode passar daqui a pouco novamente, pode demorar anos, ou uma vida inteira. Não porque no caminho não tinha corações solitários querendo preencher uma cabine, mas porque o trem não passa todo dia.
Te pergunto mais uma vez, coração.
Queres entrar agora neste trem?
E embarcar comigo na cabine especial que a vida reservou pra nós?
Ou preferes ficar aí, dando um tempo?
A esperar que o trem do amor passe novamente.
Talvez consiga em outro trem uma cabine, quem sabe se não vai ser a do amor, mas também pode ser apenas a do conformismo, da complacência, da alegria, da paixão ou até do consolo. Ela pode ser cinza, verde, vermelha, que certezas podes ter?
Cuida, por que acho que o trem já estar parando, ta escutando o sinal, já estar avisando que vai estacionar, não demores a entrar e deixar vazio o teu lugar.
Porque o trem para, mas ele não espera, coração. Já ouviste dizer que ele é rápido, aproveita antes que o sinal seja de partida e não der mais tempo, porque nem mesmo para correr atrás esse tempo existe, pois trata-se de um trem.
Tenha certeza que este trem, se partir sem ti, vai vazio, porque deixaste um lugar desocupado, talvez seu bagageiro vai também vazio, sem tantas coisas para o futuro, quem sabe o trem do amor não consiga andar o mundo? E ocorra de passar novamente nesta estação, mas lamento dizer, a força dele não será mais a mesma, seus faróis já estarão fracos, suas portas quase enferrujadas para conseguir abrir, sua cabine rasgada, manchada, alguns pedaços remendados, ou vidros embaçados de rodar por essa vida e não encontrar o que preencher ou quem preencher o vazio que vai ficar hoje quando ele partir.
Mas, podes escolher agora, entre e embarque, porque com satisfação aviso, ele já parou na estação.
Posso te prever o que vai acontecer se embarcares comigo.
Daremos a volta ao mundo, quem sabe não passaremos por essa estação em umas dessas voltas da vida, mas vamos apenas olhar e apreciar outros corações tentando embarcar em um próximo trem. Por que o nosso vai estar com o bagageiro cheio de histórias e sem espaço pra mais uma mala, com as cabines ocupadas porque o bagageiro num coube tudo, e claro a cabine especial já estará preenchida, com dois corações, que já não mais são solitários, pois terão um ao outro.
E cada toque
Foi em delírio
O gosto de corpo quente
À flor da pele
Dois corpos unidos
Duas almas separadas
Alguns amores
Nasceram pra ser amantes
E não eternos.
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