Sim nós dois
Dois atos involuntários iniciam e encerram a existência de todos os homens. De resto, o que há são negociações.
No despertar de uma manhã, o orvalho toca as flores. Como um beijo de dois amores ao brindar um novo dia!
GANHEI DOIS ABRAÇOS
Ganhei dois abraços.
Um inteiro
e o outro metade.
Acontece que os dois,
pra falar a verdade,
Só me deixaram
com mais vontade,
e uma tremenda saudade.
Se possível.
É como dar dois passos na trilha e, retroceder dez.
É como buscar o preenchimento interior de si mesmo nas pessoas, que são seres banais como você.
É como a fé sem ação. Morta...
Me parece ser também como amar e não existir reciprocidade de quem se ama.
Bom, poderia citar milhares de exemplos mas, seria como falar e nunca ser compreendido.
Escrever e aquilo nunca ser lido.
A gente sabe que é essa pessoa quando ela te dá espaço para ser você mesmo e mesmo assim você é dois.
E toda saudade do mundo parece que pode ser resolvida com um abraço. Dois corpos brigando para serem um, a mesma pele, o mesmo tom.
e viva sua vida assim como um passarinho livre pra voa melhor um pássaro na mão do q dois a voa voe,voe,voe vá longe pensamento va longe vá buscar o q eu estou aproucurar um lugar onde eu estou aprocurar um lugar onde as pessos discute o q a paz tem pra nós falar e q ñ houve parece todas surdas as pessoas mas são todas normas
"Há dois tipos de pessoas no mundo: os realistas e os sonhadores. Os realistas sempre sabem onde estão indo. Os sonhadores, já estiveram lá."
O barco da segurança nunca vai além da margem. Arrisque-se por uma simples vontade, arrisque-se por um grande sonho. Tenha por prudência apenas o respeito ao outro, a certeza 'de que quer ir' e... vá. Simplesmente, vá.
As histórias que dão certo são aquelas em que os dois se fazem bem, com eventuais e inevitáveis cortes, mas fortes o suficiente para se reerguerem e se apoiarem sempre sem perder o foco na vitória e a fé no outro, no amor e na vida.
' 206.
Domingo quando quase sempre é tédio, onde pra solidão não há remédio, existe dois alguém bem longe em um certo prédio.
Era um quarto pequeno, onde a paz reinava, o amor transbordava, e duas almas se encontravam.
Não havia espaço pra solidão, cada minuto era uma emoção, quando se tocavam quase não existia pulsação, pois quem comandava ali já não era mais a razão, e sim o coração.
24 horas de amor, onde não existia pudor, somente corpos suados, beijos quentes, coração acelerado.
Viver a vida lado a lado, era esse o sentido do quarto, acolhendo sonhos, e dois corações apaixonados.
Karyne M.
07.04.14
O amor é um sentimento profundo na vida de dois amantes. Uns prolongam com felicidade e terminam mal e outros começam mal e terminam bem, mas o meu amor é lindo e perfeito.
Quando dois estão numa missão, não basta só um lutar. Se um estiver mais motivado do que o outro, a tendência é a missão fracassar.
O HOMEM BOM
Conta a estória que um dia Jesus visitava uma cidade junto com dois de seus Apóstolos, quando lhes perguntou:
- O que é pra vocês ser bom ?
- Responderam: Vamos naquela casa agora pedir para que o dono nos de o que comer pois estamos famintos e nos de dormida por essa noite para que possamos descansar da longa caminhada e se essa pessoa nos conceder o que pedimos, digo que ele é bom.
- Então Cristo lhes disse:
- Se chegássemos naquela casa e lhe pedíssemos tudo o que você disse, e ao contrário, fossemos repugnados e expulsos pelo dono da casa, e ainda assim saíssemos de lá amando a esse nosso irmão, isso seria ser bom.
A vida nos oferece dois caminhos como opções, #11;
um é repleto de espinhos o outro somente paixões
#11;eu só quero poder abraçar meu irmão #11;e chamá-lo de amigo#11;
abraçar meu amigo e chamá-lo de irmão...
A JANELA
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha sua cama logo ao lado, porém, distante da janela, e era necessário que ficasse sempre deitado de costas, sem ter visão para a janela. E os dois conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama ao lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores antigas e enormes acariciavam a paisagem, e tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.
Enquanto o homem, da cama perto da janela, descrevia isto com tudo com extraordinário pormenor, o homem, no outro lado do quarto, fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia o homem, da cama perto da janela, descreveu um desfile que ia passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e letamente olhou para o lado de fora da janela... Que dava, afinal, para uma parede de tijolos!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem se quer conseguia ver a parede. “A talvez ele quisesse apenas lhe dar coragem...”, finalizou ela.
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Moral da história: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
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