Silêncio
Solitude não é ausência, é poder.É quando o silêncio grita dentro da alma e você finalmente entende:não precisa de ninguém para ser inteiro.Ficar só não é castigo.É liberdade.É ser você sem máscaras, sem medo, sem concessões.É o fogo que cura as feridas.O escudo contra quem nunca mereceu entrar no seu mundo.É na solidão que você se encontra.E quando volta… ninguém te segura.Porque quem aprende a amar a própria companhia,descobre que estar só é ser invencível.
Tem gente que sente demais.
Que ama como furacão, que parte como silêncio.
Que entrega tudo… mesmo sabendo que talvez não receba nada.
Não é fraqueza.
É coragem de ser inteiro num mundo que só sabe amar pela metade.
Quem sente com verdade não joga.
Não espera o momento certo, não mede palavras, não calcula riscos.
Ama agora, porque sabe que o amanhã nem sempre vem.
E por mais que doa…
Prefere a intensidade que marca do que a segurança que não toca.
Não somos demais.
Somos raros.
E quem não souber lidar… que se afogue na própria superficialidade.
Há dores que ninguém vê. Batalhas que travamos em silêncio, com a alma sangrando e o coração em pedaços. Sobreviver à própria sombra é mais do que força, é coragem crua, é resistência emocional. Não se trata de nunca cair, mas de se levantar depois de cada queda, com o peito ainda batendo, mesmo que entre cacos. Porque viver com intensidade também é saber reconstruir-se no meio do caos. Essa é a força que poucos entendem… mas quem sente nunca esquece.
Já me quebrei em silêncio e renasci gritando: estou mais forte. O brilho que carrego não veio do ouro, veio das cicatrizes que aprendi a amar. Descobri que estar só é bem diferente de estar vazio. Amar é ter coragem de não ferir o outro com as próprias inseguranças. Não nasci para ser metade. Sou intensidade do início ao fim. Sou feito de instinto, fé e mil recomeços. Não busco um amor qualquer, busco coragem mútua para viver algo único. Ou é recíproco, ou é caminho livre.
Hoje… só quero paz. A minha própria companhia, um silêncio que abrace, um ‘não’ que me liberte.Tô cansado de me apertar em espaços que não cabem mais, de sorrir quando a alma grita, de fingir que tudo é leve quando por dentro pesa.Nem sempre a felicidade é barulho, festa, gente ao redor. Às vezes é isso aqui: um canto só meu, um coração em paz e a coragem de me bastar. Porque se amar é também saber fechar portas, dizer adeus sem olhar para trás e escolher a própria liberdade mesmo quando o mundo insiste em nos querer para ele.Hoje, me escolho. E só isso já basta.
Quando a lua te prende o olhar, o resto vira silêncio. Não é sobre o céu. É sobre aquele alguém que domina seus pensamentos, rouba seu fôlego e faz o mundo desaparecer. Quando o desejo é profundo, não há espaço para distrações. Nenhuma outra luz importa.Nenhum outro toque serve. Você se entrega… porque já não existe mais escolha. É fascínio. É possessão. É entrega. E, no fundo, você sabe: certas presenças não se dividem com o resto do mundo.
Eu sou feito de palavras que queimam, de silêncio que dói e de um amor que não aceita metade. No mundo emocionado de hoje, carrego essa intensidade que brilha forte, fruto da solitude que me ensinou a viver com responsabilidade afetiva comigo, com os outros, com cada sentimento que desperto. Minhas escritas são pedaços da minha verdade intensa, amável, tensa porque eu não vivo pela metade, eu vivo para arder, para sentir, para amar até o fim. Quem lê sente. Quem sente, sabe: comigo não tem jogo, tem alma nua, coração em brasa e um desejo eterno de ser inteiro.
Nem todo silêncio é indiferença. Meu traço tóxico? Quando estou mal, sumo. Me fecho. Me resolvo sozinho. E quando volto… ajo como se nada tivesse acontecido. Não é frieza. É só o jeito que aprendi a lidar com a dor: calado.
Acordei num silêncio
que desfiava luz pela contramão do ar.
Havia caminhos sussurrados
antes mesmo de existirem,
e duas janelas marchavam pelo teto
como sentinelas sem rosto.
Meu nome em pó num copo vazio
desaprendia a ser meu.
A casa, por fora, era um abraço inquieto,
mas eu avançava sem passos,
colecionando sombras
como restos de um dia recusado.
Um pássaro de barro
tentou cantar meu rosto:
respondi oferecendo peso ao vento.
Tudo soava em desacordo,
ruídos desalinhados,
cores exalando lembranças
que ninguém havia vivido.
Virei a dobra do pensamento:
toda presença era ausência mascarada.
A luz desfiada, medo de clareza;
o ar inventando rotas,
minha urgência de fugir.
As janelas marchando
eram terras que nunca adentrei,
e as sombras guardadas,
lugares onde ainda não sei onde é
O pássaro de barro rígido era afeto impossível
insistia no meu silêncio.
Ao fechar a porta do peito,
o abraço virou fronteira.
Desci. O passo caiu de mim.
O telefone permaneceu mudo,
enquanto o mundo chamava meu nome
sem voz, sem idioma.
Escrevi uma linha torta
hoje deixo que o que me falta
que me conduza
para dentro da escuridão
que insiste em não ter forma.
"O que era apenas uma concha" - Tuas águas ainda fluem no meu peito, guardada no silêncio das profundezas do oceano pode ouvir a minha voz, porque ainda sou onde o mar deságua os teus pensamentos.
Em um tempo em que o diálogo é fonte que alimenta as divergências, o silêncio faz o papel de abrir as cortinas e mostrar nas entrelinhas um horizonte bem mais amplo do que imaginávamos.
O desejo de ouvir todos os sinos incorpora a música no silêncio. Uma leveza tal qual a pequenez de uma gota d’água de rara beleza, que até então era um sentimento desconhecido.
Ensurdecedor é o silêncio da alma, capaz de encantar em seus detalhes a ouvir a voz da natureza, mesmo quando ela parece não dizer nada.
No silêncio de um olhar tímido, a pequenez é o essencial para entender que a grandeza depende da profundidade da gratidão.
O silencio sempre vai doer mais. Interpretar palavras pode ter vários sentidos, depende de quem as ouvem.
Simples como um sopro, capaz de entender até mesmo o silêncio. Assim é a nossa alma: ela é do tamanho do seu sonho.
Amo - te infinito.
E nem o silêncio vai calar o que sinto.
Tampouco o tempo vai mudar o sentimento que em mim nasceu e com as estações floresceu.
Sinto - te em mim a cada passo que dou, e em minhas orações meu canto é somente amor.
Deus nos concedeu sublime magia, a de amar um ao outro sem despedidas.
Temos os nossos defeitos.
Temos as nossas qualidades.
Temos em nós doce bondade.
Juntos podemos conquistar o mundo.
Vem ser meu abrigo,
meu anjo querido.
Prometo ser - te paz.
Ser - te amor para lhe ver todos os dias sorrindo.
A Árvore
" E no silêncio da noite,
sussurrou - me
seus segredos,
sabia dos meus medos...
Um suspiro profundo,
lhe sorri.
Com coragem
meu destino segui.
Ela sabia que eu seria feliz..."
