Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
O amor é indescritível e ilimitado. É algo mágico que transborda e ultrapassa todas as fronteiras da realidade.
O amor vai além da admiração que leva o envolvimento do corpo. O amor não se constrói pelos prazeres do corpo. O corpo é limitado, mortal, características quiméricas do amor. O amor está totalmente vinculado com algo superior que o corpo encerra. O amor é imortal e não possui fronteiras, não há outro lugar que ele flua que não seja a alma.
A vida segue, lenta e breve. O amor, inconstante, mantém-se inerte à dor. Perceba: És humano! Suporta a saudade em tua alma. Cala-te em tua profunda solidão. Se contradizes, é porque vives".
Resolvi provar para mim, que o meu amor por ti, tem hora e local marcado: começa quando acordo, termina quando durmo e mora nos meus sonhos !
Hunft! O Amor me sacaneou...dai eu mastiguei ele, triturei, botei fogo, joguei ácido, cuspi, pisei, bati, passei de carro por cima - 5 vezes - e ele continuou ali: intacto!
O amor nos torna pessoas difíceis e fáceis ao mesmo tempo, difíceis por sermos imperfeitos, e fáceis por transformar nossas imperfeições em poesia.
E o Amor se fez presente, no sorriso,naqueles olhos únicos que me transportaram para a dimensão que eu pertenço, naquela saudade que me consome o ar dos pensamentos,na cumplicidade do simples da troca mutua da verdade,de todo esse universo que habita em um sorriso, no tempo que não ė tempo. Na sintonia do eterno que invade a Alma dos verdadeiros, daqueles que sentem a amplitude de viver, viver o infinito do inseguro que se faz seguro aonde nada nem ninguém pode Habitar!
